18/03/2026
Sindicato debate campanha nacional e fortalece estratégias de luta com análise de conjuntura e mobilização da diretoria
Na noite da última terça-feira (17), o Sindicato dos Bancários de Catanduva e região realizou, de forma virtual, uma importante reunião de planejamento com a diretoria plena da entidade. O encontro teve como eixo central a análise de conjuntura do cenário sociopolítico e econômico atual e os reflexos diretos desse contexto na Campanha Nacional dos Bancários deste ano.
A análise foi conduzida de forma conjunta pelo diretor do Sindicato e secretário de Finanças da Contraf-CUT, Luiz Cesar de Freitas (Alemão), pelo secretário-geral da entidade, Júlio César Trigo, e pelo presidente do Sindicato, Roberto Vicentim. O debate trouxe elementos fundamentais para compreender o momento atual e reforçar a necessidade de organização da categoria diante dos desafios que se aproximam.
Durante a reunião, foi destacada a complexidade do cenário internacional, com conflitos como a guerra no Irã impactando diretamente a economia global, especialmente com a elevação do preço do petróleo. Esses fatores pressionam a inflação e têm efeitos diretos no custo de vida da população brasileira.
Nesse cenário, também se intensifica a disputa de narrativas no país. Setores da direita e parte da grande mídia buscam construir um ambiente de instabilidade permanente, explorando as tensões econômicas para justificar ataques a direitos e frear avanços da classe trabalhadora. Essa estratégia tenta naturalizar medidas que retiram garantias e enfraquecem a proteção social. Em contraponto, o governo federal tem atuado para preservar a estabilidade econômica, adotar medidas de controle inflacionário e implementar políticas que buscam proteger o emprego e a renda, mitigando os impactos das crises internacionais sobre a população.
Para o movimento sindical bancário, essa conjuntura não é neutra: ela influencia diretamente o ambiente das negociações. Em cenários de instabilidade, cresce a pressão do sistema financeiro por redução de custos, o que, na prática, significa ataques aos direitos, fechamento de agências e demissões. Por isso, a categoria precisa estar organizada e mobilizada para garantir que o crescimento do setor financeiro se traduza em valorização dos trabalhadores, com manutenção dos empregos e renda digna.
“É fundamental desmascarar esse discurso neoliberal. Estamos diante de um cenário desafiador, que exige análise, preparo e ação. Entender o que está em jogo no Brasil e no mundo é essencial para que possamos construir uma campanha forte e à altura das necessidades da categoria”, destacou Júlio César Trigo.
Também foi apresentado aos diretores não liberados o calendário da campanha deste ano, que terá início com a consulta nacional à categoria, seguida pela conferência estadual e, posteriormente, a conferência nacional, etapas fundamentais para construção da pauta de reivindicações.
O presidente do Sindicato, Roberto Vicentim, destacou o papel estratégico da diretoria nesse processo. “É fundamental que cada diretor e diretora esteja plenamente informado sobre todos os passos da campanha. São vocês a ponte entre o Sindicato e a categoria. É a partir desse diálogo que conseguimos manter os bancários atualizados, engajados e prontos para a mobilização”, afirmou.
O encontro reforçou que, mais do que nunca, será a unidade, a mobilização e a participação ativa da categoria que irão determinar os rumos das negociações. Em um contexto de disputa por direitos, não há espaço para recuo: é preciso avançar na defesa do emprego, na valorização dos salários e na garantia de condições dignas de trabalho.
“Só com organização e participação coletiva será possível enfrentar os ataques, conquistar avanços e garantir que a riqueza produzida pelos trabalhadores retorne em forma de direitos e dignidade”, concluiu Vicentim.
A análise foi conduzida de forma conjunta pelo diretor do Sindicato e secretário de Finanças da Contraf-CUT, Luiz Cesar de Freitas (Alemão), pelo secretário-geral da entidade, Júlio César Trigo, e pelo presidente do Sindicato, Roberto Vicentim. O debate trouxe elementos fundamentais para compreender o momento atual e reforçar a necessidade de organização da categoria diante dos desafios que se aproximam.
Durante a reunião, foi destacada a complexidade do cenário internacional, com conflitos como a guerra no Irã impactando diretamente a economia global, especialmente com a elevação do preço do petróleo. Esses fatores pressionam a inflação e têm efeitos diretos no custo de vida da população brasileira.
Nesse cenário, também se intensifica a disputa de narrativas no país. Setores da direita e parte da grande mídia buscam construir um ambiente de instabilidade permanente, explorando as tensões econômicas para justificar ataques a direitos e frear avanços da classe trabalhadora. Essa estratégia tenta naturalizar medidas que retiram garantias e enfraquecem a proteção social. Em contraponto, o governo federal tem atuado para preservar a estabilidade econômica, adotar medidas de controle inflacionário e implementar políticas que buscam proteger o emprego e a renda, mitigando os impactos das crises internacionais sobre a população.
Para o movimento sindical bancário, essa conjuntura não é neutra: ela influencia diretamente o ambiente das negociações. Em cenários de instabilidade, cresce a pressão do sistema financeiro por redução de custos, o que, na prática, significa ataques aos direitos, fechamento de agências e demissões. Por isso, a categoria precisa estar organizada e mobilizada para garantir que o crescimento do setor financeiro se traduza em valorização dos trabalhadores, com manutenção dos empregos e renda digna.
“É fundamental desmascarar esse discurso neoliberal. Estamos diante de um cenário desafiador, que exige análise, preparo e ação. Entender o que está em jogo no Brasil e no mundo é essencial para que possamos construir uma campanha forte e à altura das necessidades da categoria”, destacou Júlio César Trigo.
Também foi apresentado aos diretores não liberados o calendário da campanha deste ano, que terá início com a consulta nacional à categoria, seguida pela conferência estadual e, posteriormente, a conferência nacional, etapas fundamentais para construção da pauta de reivindicações.
O presidente do Sindicato, Roberto Vicentim, destacou o papel estratégico da diretoria nesse processo. “É fundamental que cada diretor e diretora esteja plenamente informado sobre todos os passos da campanha. São vocês a ponte entre o Sindicato e a categoria. É a partir desse diálogo que conseguimos manter os bancários atualizados, engajados e prontos para a mobilização”, afirmou.
O encontro reforçou que, mais do que nunca, será a unidade, a mobilização e a participação ativa da categoria que irão determinar os rumos das negociações. Em um contexto de disputa por direitos, não há espaço para recuo: é preciso avançar na defesa do emprego, na valorização dos salários e na garantia de condições dignas de trabalho.
“Só com organização e participação coletiva será possível enfrentar os ataques, conquistar avanços e garantir que a riqueza produzida pelos trabalhadores retorne em forma de direitos e dignidade”, concluiu Vicentim.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Mudanças na Caixa às vésperas das negociações acendem alerta e geram cobrança por respeito aos empregados
- Ampliação da representatividade fortalece organização dos trabalhadores do ramo financeiro
- Torneio de Futebol 1º de Maio acontece amanhã, dia 23/05 no Clube dos Bancários
- COE cobra do Santander esclarecimentos sobre o “Conduta Certo”
- A direita e o centrão querem adiar o fim da 6x1 e criar benefícios fiscais para os empresários!
- CUSC cobra transparência e reunião urgente para debater problemas no Saúde Caixa
- Consulta Nacional mobiliza a categoria bancária em todo o país
- O que é jornada de trabalho, por que é preciso reduzi-la e acabar com a escala 6x1
- Fim da escala 6x1 sem redução salarial beneficiará metade dos trabalhadores do país
- Empregados da Caixa em SP debatem pautas e elegem representantes para o Conecef
- STF confirma constitucionalidade da Lei da Igualdade Salarial e reforça obrigação de transparência das empresas
- Comando Nacional propõe “Pacto pela saúde dos bancários"
- Lucro contábil da Caixa é de R$ 3,469 bilhões no primeiro trimestre de 2026
- COE Bradesco debate renovação do Supera para 2026 e garante avanço para gestantes
- Lucro do Banco do Brasil despenca 53,5% no 1º trimestre de 2026