18/03/2026
Pagamento do Super Caixa de 2025 e regras para 2026 frustram empregados. Apcef/SP e Sindicato cobram negociação dos critérios em mesa
Após muito tempo de espera, a divulgação sobre o programa Super Caixa realizada em live transmitida na última terça-feira (17), pela diretoria da Caixa, causou indignação e frustração entre os empregados.
O anúncio relacionado ao pagamento sobre os resultados apurados em 2025 foi considerado frustrante, pois, no ano em que os empregados construíram o maior resultado da história para a Caixa Seguridade, o banco limitou o pagamento das comissões pela venda de produtos. Além disso, a Caixa pagará na folha de março apenas o bloco “Sinergia”, deixando o pagamento do bloco “Conexão” para abril.
Já a indignação ficou por conta das regras do Super Caixa definidas pela direção do banco para 2026, que ampliaram as condições que devem ser cumpridas para habilitação da unidade e dos empregados ao programa, tornando-o ainda mais restritivo. Agora, além de cumprir os indicadores estabelecidos no alcance.caixa, NS e CSAT, o bloco Sinergia (que representa as comissões pela venda de produtos, que a gestão Carlos Vieira insiste em chamar de “premiação”) prevê um novo item: os produtos da Asset. Já ao bloco “Conexão” (que representa o que seria o Bônus Caixa) serão acrescentados dois módulos: experiência do cliente e resultado financeiro.
Além disso, a direção da Caixa elaborou uma forma criativa de reduzir as comissões pela venda de produtos, com a classificação dos empregados em níveis, de acordo com a quantidade de “dimensões core” atingidas por cada empregado. Caso o empregado não alcance todas as dimensões previstas, na pratica a empresa aplicará um deflator no pagamento das comissões.
“A capacidade que a direção da Caixa tem de piorar o que já estava ruim é impressionante. Além de dilatar o prazo de pagamento das comissões, ao impor estas regras adicionais o programa se tornará ainda mais restritivo. A outra novidade, que é o deflator, só demonstra que todo o discurso da empresa de alinhar o programa à cultura organizacional que a direção pretende implementar não passa de retórica, já que, na prática, ao invés de criar um incentivo para motivar os empregados, a direção elaborou uma forma de pagar uma comissão menor pela venda de produtos, ganhando com esta economia”, critica o diretor-presidente da Apcef/SP, Leonardo Quadros.
Boca no trombone
“É necessário dizer em alto e bom som para a direção da Caixa o que pensamos sobre o programa. Sempre insistimos que o assunto fosse levado à mesa de negociação, e levamos propostas objetivas para que fosse implementado um modelo que reconhecesse de fato o trabalho dos empregados. Vamos abrir um canal para que os empregados possam expressar sua opinião em relação às mudanças, e levar ao conhecimento da direção, de forma anonimizada. A gestão Carlos Vieira precisa receber este apontamento de condutas”, conclama Leonardo.
> Clique aqui para deixar sua mensagem. O sigilo é garantido!
O anúncio relacionado ao pagamento sobre os resultados apurados em 2025 foi considerado frustrante, pois, no ano em que os empregados construíram o maior resultado da história para a Caixa Seguridade, o banco limitou o pagamento das comissões pela venda de produtos. Além disso, a Caixa pagará na folha de março apenas o bloco “Sinergia”, deixando o pagamento do bloco “Conexão” para abril.
Já a indignação ficou por conta das regras do Super Caixa definidas pela direção do banco para 2026, que ampliaram as condições que devem ser cumpridas para habilitação da unidade e dos empregados ao programa, tornando-o ainda mais restritivo. Agora, além de cumprir os indicadores estabelecidos no alcance.caixa, NS e CSAT, o bloco Sinergia (que representa as comissões pela venda de produtos, que a gestão Carlos Vieira insiste em chamar de “premiação”) prevê um novo item: os produtos da Asset. Já ao bloco “Conexão” (que representa o que seria o Bônus Caixa) serão acrescentados dois módulos: experiência do cliente e resultado financeiro.
Além disso, a direção da Caixa elaborou uma forma criativa de reduzir as comissões pela venda de produtos, com a classificação dos empregados em níveis, de acordo com a quantidade de “dimensões core” atingidas por cada empregado. Caso o empregado não alcance todas as dimensões previstas, na pratica a empresa aplicará um deflator no pagamento das comissões.
“A capacidade que a direção da Caixa tem de piorar o que já estava ruim é impressionante. Além de dilatar o prazo de pagamento das comissões, ao impor estas regras adicionais o programa se tornará ainda mais restritivo. A outra novidade, que é o deflator, só demonstra que todo o discurso da empresa de alinhar o programa à cultura organizacional que a direção pretende implementar não passa de retórica, já que, na prática, ao invés de criar um incentivo para motivar os empregados, a direção elaborou uma forma de pagar uma comissão menor pela venda de produtos, ganhando com esta economia”, critica o diretor-presidente da Apcef/SP, Leonardo Quadros.
Boca no trombone
“É necessário dizer em alto e bom som para a direção da Caixa o que pensamos sobre o programa. Sempre insistimos que o assunto fosse levado à mesa de negociação, e levamos propostas objetivas para que fosse implementado um modelo que reconhecesse de fato o trabalho dos empregados. Vamos abrir um canal para que os empregados possam expressar sua opinião em relação às mudanças, e levar ao conhecimento da direção, de forma anonimizada. A gestão Carlos Vieira precisa receber este apontamento de condutas”, conclama Leonardo.
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