12/03/2026
Pela vida das mulheres: Sindicato mobiliza agências e reforça combate à violência de gênero
Nesta quinta-feira (12), o Sindicato dos Bancários de Catanduva e região esteve nas agências da base para marcar o Dia Nacional de Luta em Defesa da Vida das Mulheres, reforçando o compromisso da categoria com o enfrentamento à violência de gênero. A mobilização levou dirigentes sindicais aos locais de trabalho para dialogar diretamente com as bancárias sobre a importância de combater a violência doméstica e familiar, fortalecer a rede de apoio e reafirmar que nenhuma mulher está sozinha nessa luta.
Durante as visitas, os diretores conversaram com trabalhadoras e trabalhadores sobre a importância de romper o silêncio diante de situações de violência, além de divulgar os instrumentos de acolhimento e proteção conquistados pela categoria por meio da organização sindical. Os dirigentes também distribuíram um Infopress com informações sobre os canais do programa “Basta! Não Irão nos Calar” em todo o país, além de orientações sobre os primeiros sinais de comportamentos abusivos e os diferentes tipos de violência que podem afetar as mulheres.
Durante as visitas, os diretores conversaram com trabalhadoras e trabalhadores sobre a importância de romper o silêncio diante de situações de violência, além de divulgar os instrumentos de acolhimento e proteção conquistados pela categoria por meio da organização sindical. Os dirigentes também distribuíram um Infopress com informações sobre os canais do programa “Basta! Não Irão nos Calar” em todo o país, além de orientações sobre os primeiros sinais de comportamentos abusivos e os diferentes tipos de violência que podem afetar as mulheres.
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O Basta! Não Irão nos Calar é uma iniciativa da Contraf-CUT, implementada pelo Sindicato que oferece acolhimento, orientação e encaminhamento para serviços públicos e para a Justiça. Por meio do canal, mulheres vítimas de violência podem buscar apoio para solicitar medidas protetivas, romper o vínculo com o agressor e garantir a responsabilização de quem comete esses crimes.
Para as bancárias de Catanduva e região, o atendimento é realizado de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h, exclusivamente pelo WhatsApp (11) 99591-7733. Após o contato, uma advogada do escritório Crivelli Advogados, parceiro do projeto, retorna rapidamente para prestar orientação jurídica e indicar os caminhos necessários para garantir a proteção da vítima.
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“A violência contra a mulher é uma realidade que muitas vezes começa dentro de casa, mas seus impactos chegam também ao ambiente de trabalho. O papel do Sindicato é estar presente, informar e garantir que as trabalhadoras saibam que existe uma rede de apoio preparada para acolher e orientar. Nenhuma mulher precisa enfrentar isso sozinha”, destacou o diretor Ricardo Jorge Nassar Jr.
Além da divulgação do canal de acolhimento, os dirigentes também destacaram avanços importantes conquistados pela categoria na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), como as cláusulas 117 e 125, que integram o programa de prevenção à violência contra a mulher bancária.
Essas cláusulas estabelecem o compromisso dos bancos em repudiar qualquer forma de violência de gênero, promover campanhas de informação, manter canais de acolhimento e garantir medidas de proteção às trabalhadoras vítimas de violência doméstica.
Entre as medidas previstas estão apoio especializado, possibilidade de mudança de local de trabalho, alteração de horário ou regime laboral, sempre com sigilo e proteção à bancária. São conquistas fruto da luta do movimento sindical e que hoje servem de referência para outras categorias.
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O secretário-geral do Sindicato, Júlio César Trigo, destacou que essas garantias representam avanços importantes, mas que o enfrentamento à violência exige mobilização permanente.
“Essas cláusulas mostram que a luta sindical também é uma luta pela vida das mulheres. Cada direito conquistado representa mais proteção e mais condições para que a trabalhadora possa romper o ciclo da violência. Mas esse enfrentamento precisa envolver toda a sociedade. Por isso, essa mobilização é uma convocação também aos homens. Violência contra a mulher não é um problema individual. É uma questão social que precisa ser enfrentada com informação, acolhimento e luta coletiva”, concluiu Trigo.
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