14/08/2015
Empregados cobram de Miriam Belchior compromisso de diálogo
A presidenta da Caixa Federal, Miriam Belchior, recebeu de representantes dos trabalhadores documento cobrando mais diálogo com o movimento sindical e abaixo-assinado com cerca de 1,5 mil adesões pela revogação do corte do ponto de quem participou do dia de luta contra o PL da Terceirização, em 29 de maio. A entrega ocorreu na manhã desta quinta 13, durante ato de dirigentes sindicais na Superintendência Regional Campinas da Caixa.
Dionísio Reis, integrante da Comissão Executiva dos Empregados (CEE), enfatizou à presidenta que a interlocução com o banco público está cada vez mais difícil, mesmo após compromissos assumidos por ela em duas ocasiões – no Feirão da Casa Própria na capital paulista e em reunião com sindicalistas –, de que manteria espaço de diálogo aberto com os trabalhadores.
Na carta entregue a Miriam Belchior (leia aqui) são elencados diversos problemas ocasionados pela direção do banco e que não foram solucionados em negociações: suspensão das contratações, fim do adiantamento de pagamento para tratamento odontológico, não disponibilização de funções de quem saiu por meio do Programa de Apoia à Aposentadoria (PAA), entre outros.
A presidenta da Caixa reiterou o compromisso e informou que tomará medidas para melhorar a interlocução entre a estatal e os bancários.
“Consideramos essa intenção positiva e reforçamos que as questões podem e devem ser resolvidas em negociação. Temos disposição para isso, mas tem de haver o mesmo empenho da instituição”, disse Dionísio.
Sobre o tema contratações, Miriam Belchior disse que desde o ano passado foram empossadas cerca de duas mil pessoas. “Lembramos que, mesmo assim, houve a redução de quase 3 mil postos de trabalho, ou seja, saíram cerca de 5 mil empregados. Assim, deixamos claro que nossa preocupação é com o bom atendimento à população e também o fortalecimento da Caixa como banco público. E isso passa necessariamente pelo aumento do número de bancários por setor.”
Prática antissindical
Sobre o corte de ponto de 29 de maio, dia de luta contra o PL da Terceirização, os sindicalistas reforçaram que a medida constitui prática antissindical e ainda que a instituição foi o único banco a punir quem aderiu ao movimento. “Também queremos resolver essa questão por meio do entendimento. Se não for possível, tomaremos medidas para que o direito constitucional dos empregados seja respeitado”, conclui Dionísio.
Participaram do protesto representantes do Sindicato, da Apcef-SP e das duas federações do estado, a Fetec/CUT-SP e a Feeb-SP/MS.
Dionísio Reis, integrante da Comissão Executiva dos Empregados (CEE), enfatizou à presidenta que a interlocução com o banco público está cada vez mais difícil, mesmo após compromissos assumidos por ela em duas ocasiões – no Feirão da Casa Própria na capital paulista e em reunião com sindicalistas –, de que manteria espaço de diálogo aberto com os trabalhadores.
Na carta entregue a Miriam Belchior (leia aqui) são elencados diversos problemas ocasionados pela direção do banco e que não foram solucionados em negociações: suspensão das contratações, fim do adiantamento de pagamento para tratamento odontológico, não disponibilização de funções de quem saiu por meio do Programa de Apoia à Aposentadoria (PAA), entre outros.
A presidenta da Caixa reiterou o compromisso e informou que tomará medidas para melhorar a interlocução entre a estatal e os bancários.
“Consideramos essa intenção positiva e reforçamos que as questões podem e devem ser resolvidas em negociação. Temos disposição para isso, mas tem de haver o mesmo empenho da instituição”, disse Dionísio.
Sobre o tema contratações, Miriam Belchior disse que desde o ano passado foram empossadas cerca de duas mil pessoas. “Lembramos que, mesmo assim, houve a redução de quase 3 mil postos de trabalho, ou seja, saíram cerca de 5 mil empregados. Assim, deixamos claro que nossa preocupação é com o bom atendimento à população e também o fortalecimento da Caixa como banco público. E isso passa necessariamente pelo aumento do número de bancários por setor.”
Prática antissindical
Sobre o corte de ponto de 29 de maio, dia de luta contra o PL da Terceirização, os sindicalistas reforçaram que a medida constitui prática antissindical e ainda que a instituição foi o único banco a punir quem aderiu ao movimento. “Também queremos resolver essa questão por meio do entendimento. Se não for possível, tomaremos medidas para que o direito constitucional dos empregados seja respeitado”, conclui Dionísio.
Participaram do protesto representantes do Sindicato, da Apcef-SP e das duas federações do estado, a Fetec/CUT-SP e a Feeb-SP/MS.
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