20/07/2015
APCEF/SP denuncia problemas na perícia médica e validação de atestados na Caixa
A APCEF/SP enviará ofício à vice-presidência da Caixa (Vipes) com questionamentos ao tratamento adotado pela Gipes em licenças-médicas. Em diversos casos acompanhados pela APCEF/SP, nos afastamentos superiores a 15 dias em que é necessária a marcação da perícia pelo INSS, o agendamento é feito pela própria Caixa por meio de convênio com o Instituto. O empregado, porém, nem sempre recebe informações sobre o procedimento.
“O prejuízo pela falha da empresa recai todo sobre o empregado que, além de não ter o benefício concedido, tem problemas funcionais por conta das faltas decorrentes do não processamento do afastamento”, explica o diretor da APCEF/SP Leonardo dos Santos Quadros.
Outro questionamento que será feito à Caixa no ofício diz respeito à avaliação clínica dos empregados afastados pelo médico do trabalho do banco. Os empregados em licença médica estão sendo convocados, pela área de Recursos Humanos do banco, para se submeterem à avaliação de um médico do trabalho do próprio banco para validação da atestado. Mesmo sem o histórico clínico do trabalhador, o médico contratado pelo banco tem alterado o período de afastamento estabelecido pelo profissional responsável pelo tratamento.
“A Caixa Econômica Federal é o único banco a adotar esta prática absurda. Mesmo em casos complexos, como tratamentos psicológicos, em uma simples consulta, o médico altera o afastamento, em uma atitude que beira a arbitrariedade”, comenta o diretor da APCEF/SP, que tem acompanhado diversos casos.
“O prejuízo pela falha da empresa recai todo sobre o empregado que, além de não ter o benefício concedido, tem problemas funcionais por conta das faltas decorrentes do não processamento do afastamento”, explica o diretor da APCEF/SP Leonardo dos Santos Quadros.
Outro questionamento que será feito à Caixa no ofício diz respeito à avaliação clínica dos empregados afastados pelo médico do trabalho do banco. Os empregados em licença médica estão sendo convocados, pela área de Recursos Humanos do banco, para se submeterem à avaliação de um médico do trabalho do próprio banco para validação da atestado. Mesmo sem o histórico clínico do trabalhador, o médico contratado pelo banco tem alterado o período de afastamento estabelecido pelo profissional responsável pelo tratamento.
“A Caixa Econômica Federal é o único banco a adotar esta prática absurda. Mesmo em casos complexos, como tratamentos psicológicos, em uma simples consulta, o médico altera o afastamento, em uma atitude que beira a arbitrariedade”, comenta o diretor da APCEF/SP, que tem acompanhado diversos casos.
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