29/06/2015
Caixa fecha vagas com PAA e pressiona ainda mais os empregados
De janeiro a maio deste ano, a Caixa eliminou 1.961 vagas de emprego. No fim de dezembro, o banco tinha 100.520 empregados e no fim do mês passado o número caiu para 98.559. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho (Caged).
As demissões coincidem com o período de validade do Plano de Apoio à Aposentadoria (PAA). Lançado em fevereiro e encerrado em abril, o plano teve grande adesão.
“Antes do lançamento do PAA, a Caixa comprometeu-se na campanha salarial do ano passado a contratar mais 2 mil empregados até o fim de 2015 para reduzir a carência de pessoal nas unidades”, explica o diretor-presidente da APCEF/SP, Kardec de Jesus Bezerra. “O problema é que a carência agora é maior depois do PAA e a pressão sobre os trabalhadores que ficaram aumentou, já que os colegas saem, mas o trabalho não diminui”, explica o dirigente.
Desde o ínicio do ano, os representantes dos trabalhadores cobram da Caixa agilidade nas novas contratações, inclusive com realização de protesto nas unidades para pressioná-la. “Esta é uma das principais bandeiras de luta na campanha nacional deste ano. O empregado com sobrecarga de trabalho adoece mais, eleva o índice de absenteísmo e não pode oferecer um atendimento de qualidade à população e é isso que a Caixa precisa entender”, diz Kardec.
Campanha dos bancários
Entre os dias 31 de julho e 2 de agosto será realizada a 17ª Conferência Nacional dos Bancários, em São Paulo, que reúne empregados de todos os bancos, públicos e privados, para definir a pauta geral de reivindicações da campanha salarial de 2015. A instância define os índices de reajuste salarial e de Participação nos Lucros e Resultados (PLR), entre outros itens.
Para definir os eixos da campanha nacional, o Comando Nacional dos Bancários preparou um questionário de consulta à categoria. Ele servirá de base para elaborar a pauta que será entregue à Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).
As demissões coincidem com o período de validade do Plano de Apoio à Aposentadoria (PAA). Lançado em fevereiro e encerrado em abril, o plano teve grande adesão.
“Antes do lançamento do PAA, a Caixa comprometeu-se na campanha salarial do ano passado a contratar mais 2 mil empregados até o fim de 2015 para reduzir a carência de pessoal nas unidades”, explica o diretor-presidente da APCEF/SP, Kardec de Jesus Bezerra. “O problema é que a carência agora é maior depois do PAA e a pressão sobre os trabalhadores que ficaram aumentou, já que os colegas saem, mas o trabalho não diminui”, explica o dirigente.
Desde o ínicio do ano, os representantes dos trabalhadores cobram da Caixa agilidade nas novas contratações, inclusive com realização de protesto nas unidades para pressioná-la. “Esta é uma das principais bandeiras de luta na campanha nacional deste ano. O empregado com sobrecarga de trabalho adoece mais, eleva o índice de absenteísmo e não pode oferecer um atendimento de qualidade à população e é isso que a Caixa precisa entender”, diz Kardec.
Campanha dos bancários
Entre os dias 31 de julho e 2 de agosto será realizada a 17ª Conferência Nacional dos Bancários, em São Paulo, que reúne empregados de todos os bancos, públicos e privados, para definir a pauta geral de reivindicações da campanha salarial de 2015. A instância define os índices de reajuste salarial e de Participação nos Lucros e Resultados (PLR), entre outros itens.
Para definir os eixos da campanha nacional, o Comando Nacional dos Bancários preparou um questionário de consulta à categoria. Ele servirá de base para elaborar a pauta que será entregue à Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).
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