14/05/2015
Agências do Bradesco de Catanduva ‘expulsam’ clientes e dificultam operações no caixa
Clientes e usuários estão sendo impedidos de realizar operações nos caixas físicos das agências do Bradesco de Catanduva. A constatação foi feita pelo Sindicato dos Bancários, a partir de denúncias feitas pelos usuários. Na prática, o público está sendo “expulso” do interior da agência e direcionado ao autoatendimento e a outros canais - como o telefone ou o site.
Em um dos casos relatados nesta quinta-feira (14) por um correntista do Bradesco, ele foi barrado ao tentar pagar uma duplicata do Banco do Brasil. A intenção era utilizar dinheiro, mas recebeu a justificativa de que o sistema não estaria funcionando – impedindo contato entre Bradesco e BB. A desculpa, entretanto, não o convenceu.
“Ele compreendeu que o sistema na bateria de caixas e no autoatendimento é exatamente o mesmo. Se não estivesse funcionando no interior da agência, também não estaria nos equipamentos disponibilizados ao público”, explica o dirigente sindical Roberto Carlos Vicentim – que registrou a denúncia no Sindicato e orientou o cidadão.
Outro correntista do Bradesco contou ao sindicalista que teve problemas na leitura biométrica dos caixas eletrônicos e, mesmo assim, teve dificuldade para acessar a agência e obter solução para o problema. “O banco quer apenas o dinheiro dos correntistas, mas não faz o serviço que ele tem obrigação de realizar”, protesta.
Denúncias
Clientes e usuários que se sentirem lesados devem procurar o Sindicato dos Bancários para denunciar os abusos dos gestores do Bradesco. O caso, segundo Roberto Vicentim, foi constatado nas duas agências existentes na cidade. As denúncias também podem ser feitas ao Procon e na Ouvidoria da própria instituição financeira.
Entenda
O chamado “Projeto Atendimento”, implantado pelo Bradesco, está perturbando a paz de clientes e bancários. A iniciativa pretende reduzir autenticações na boca do caixa por meio da triagem de usuários. Com isso, muitos correntistas e funcionários, revoltados, têm procurado o Sindicato para denunciar que o tempo de fila aumentou.
Ao tirar parte dos funcionários da bateria de caixa para fazer a triagem do lado de fora da agência, os que ficam dentro não conseguem dar conta do volume de clientes que “superam” a triagem. Para piorar, os caixas eletrônicos nem sempre conseguem suprir a demanda do lado de fora. O resultado, constatado pelo Sindicato, é o completo caos.
Fonte: Seeb Catanduva
Em um dos casos relatados nesta quinta-feira (14) por um correntista do Bradesco, ele foi barrado ao tentar pagar uma duplicata do Banco do Brasil. A intenção era utilizar dinheiro, mas recebeu a justificativa de que o sistema não estaria funcionando – impedindo contato entre Bradesco e BB. A desculpa, entretanto, não o convenceu.
“Ele compreendeu que o sistema na bateria de caixas e no autoatendimento é exatamente o mesmo. Se não estivesse funcionando no interior da agência, também não estaria nos equipamentos disponibilizados ao público”, explica o dirigente sindical Roberto Carlos Vicentim – que registrou a denúncia no Sindicato e orientou o cidadão.
Outro correntista do Bradesco contou ao sindicalista que teve problemas na leitura biométrica dos caixas eletrônicos e, mesmo assim, teve dificuldade para acessar a agência e obter solução para o problema. “O banco quer apenas o dinheiro dos correntistas, mas não faz o serviço que ele tem obrigação de realizar”, protesta.
Denúncias
Clientes e usuários que se sentirem lesados devem procurar o Sindicato dos Bancários para denunciar os abusos dos gestores do Bradesco. O caso, segundo Roberto Vicentim, foi constatado nas duas agências existentes na cidade. As denúncias também podem ser feitas ao Procon e na Ouvidoria da própria instituição financeira.
Entenda
O chamado “Projeto Atendimento”, implantado pelo Bradesco, está perturbando a paz de clientes e bancários. A iniciativa pretende reduzir autenticações na boca do caixa por meio da triagem de usuários. Com isso, muitos correntistas e funcionários, revoltados, têm procurado o Sindicato para denunciar que o tempo de fila aumentou.
Ao tirar parte dos funcionários da bateria de caixa para fazer a triagem do lado de fora da agência, os que ficam dentro não conseguem dar conta do volume de clientes que “superam” a triagem. Para piorar, os caixas eletrônicos nem sempre conseguem suprir a demanda do lado de fora. O resultado, constatado pelo Sindicato, é o completo caos.
Fonte: Seeb Catanduva
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