29/01/2026
Dia da Visibilidade Trans: Sindicato reforça luta por respeito, dignidade e direitos em ano de Campanha Nacional
O dia 29 de janeiro é um marco na luta da comunidade trans brasileira. Reconhecida como Dia Nacional da Visibilidade Trans, a data foi escolhida em função da campanha "Travesti e Respeito", lançada no ano de 2004 com um grande ato no Congresso Nacional, em Brasília.
Historicamente, o Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região luta pelos direitos da população trans na categoria. Essa atuação será ainda mais intensa em 2026, ano de Campanha Nacional dos Bancários.
A pauta de reivindicações para as negociações com os bancos será preparada na Conferência Nacional dos Bancários, que reúne delegados de todo o país. Entretanto, sua construção é feita a partir da Consulta Nacional à categoria, na qual os bancários e as bancárias trans poderão enviar suas sugestões. O início da consulta está previsto para abril deste ano.
"O apoio à diversidade sempre fez parte da história do Sindicato. A luta pela igualdade e pela defesa do direito à vida, à educação e ao trabalho decente podem ser observadas não só nas conquistas da CCT da categoria bancária, mas em ações diretas envolvendo a sociedade”, ressalta o presidente do Sindicato, Roberto Vicentim.
Falar sobre transexualidade se torna cada vez mais complexo quando se vive numa sociedade ainda guiada por discursos de ódio. Porém, a criação de projetos voltados à esta questão e de acolhimento às pessoas LGBTQIA+ aumentam cada vez mais a visibilidade do tema, contribuem para o combate à violência e para a construção de um país mais inclusivo, igualitário e com oportunidades para todos.
“Apesar de importantes avanços, existem grupos fundamentalistas construindo uma pauta conservadora para retirá-los. Ou seja, ainda há muito enfrentamento para combater o preconceito e a discriminação, e é preciso sensibilizar a todos. Precisamos do comprometimento do setor empresarial, de políticas públicas consistentes de combate à violação de direitos, mas também de proteção social e bem estar dessa população. Neste ano de eleições é fundamental eleger candidaturas compromissadas com estas pautas para avançarmos na construção de um mundo mais justo, igual, com respeito e oportunidades para todos", acrescenta Vicentim, que também representa a FETEC/SP no Coletivo LGBTQIA+ da CUT e da Contraf-CUT.
Histórico de luta
Na última Campanha Nacional, o Sindicato assegurou o uso do nome social nos crachás e nos sistemas dos bancos, mesmo que o direito ainda não tenha sido reconhecido pelo Estado. O respeito ao uso do banheiro adequado foi outro compromisso importante assumido pelos bancos na negociação, bem como a maior presença e a ascensão das pessoas trans no mercado financeiro.
“Nosso compromisso segue sendo criar um ambiente seguro, inclusivo e acolhedor para todas as pessoas LGBTIA+, onde possam ser verdadeiramente quem são, sem medo de julgamentos, discriminação e principalmente sem medo da violência. Celebramos as pequenas conquistas alcançadas até aqui e seguimos com esperança de futuro melhor para todas as identidades”, reitera o presidente do Sindicato.
Historicamente, o Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região luta pelos direitos da população trans na categoria. Essa atuação será ainda mais intensa em 2026, ano de Campanha Nacional dos Bancários.
A pauta de reivindicações para as negociações com os bancos será preparada na Conferência Nacional dos Bancários, que reúne delegados de todo o país. Entretanto, sua construção é feita a partir da Consulta Nacional à categoria, na qual os bancários e as bancárias trans poderão enviar suas sugestões. O início da consulta está previsto para abril deste ano.
"O apoio à diversidade sempre fez parte da história do Sindicato. A luta pela igualdade e pela defesa do direito à vida, à educação e ao trabalho decente podem ser observadas não só nas conquistas da CCT da categoria bancária, mas em ações diretas envolvendo a sociedade”, ressalta o presidente do Sindicato, Roberto Vicentim.
Falar sobre transexualidade se torna cada vez mais complexo quando se vive numa sociedade ainda guiada por discursos de ódio. Porém, a criação de projetos voltados à esta questão e de acolhimento às pessoas LGBTQIA+ aumentam cada vez mais a visibilidade do tema, contribuem para o combate à violência e para a construção de um país mais inclusivo, igualitário e com oportunidades para todos.
“Apesar de importantes avanços, existem grupos fundamentalistas construindo uma pauta conservadora para retirá-los. Ou seja, ainda há muito enfrentamento para combater o preconceito e a discriminação, e é preciso sensibilizar a todos. Precisamos do comprometimento do setor empresarial, de políticas públicas consistentes de combate à violação de direitos, mas também de proteção social e bem estar dessa população. Neste ano de eleições é fundamental eleger candidaturas compromissadas com estas pautas para avançarmos na construção de um mundo mais justo, igual, com respeito e oportunidades para todos", acrescenta Vicentim, que também representa a FETEC/SP no Coletivo LGBTQIA+ da CUT e da Contraf-CUT.
Histórico de luta
Na última Campanha Nacional, o Sindicato assegurou o uso do nome social nos crachás e nos sistemas dos bancos, mesmo que o direito ainda não tenha sido reconhecido pelo Estado. O respeito ao uso do banheiro adequado foi outro compromisso importante assumido pelos bancos na negociação, bem como a maior presença e a ascensão das pessoas trans no mercado financeiro.
“Nosso compromisso segue sendo criar um ambiente seguro, inclusivo e acolhedor para todas as pessoas LGBTIA+, onde possam ser verdadeiramente quem são, sem medo de julgamentos, discriminação e principalmente sem medo da violência. Celebramos as pequenas conquistas alcançadas até aqui e seguimos com esperança de futuro melhor para todas as identidades”, reitera o presidente do Sindicato.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Anamatra orienta trabalhador a não esperar decisão final do STF sobre pejotização
- Campanha Nacional no BB: Movimento sindical reivindica abertura de concursos públicos e valorização dos funcionários
- Movimento sindical entrega minuta específica de reivindicações ao Mercantil
- Balanço Funcef: Até maio, planos superam meta atuarial
- Comando Nacional exige suspensão das demissões e do fechamento de agências
- Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados debate volta da ultratividade dos acordos coletivos
- Trabalhadores vão à negociação com a Fenaban nesta terça-feira (7) para defender emprego bancário, combate à precarização e fechamento de agências
- Movimento sindical cobra do Banco do Brasil solução para o custeio da Cassi
- Inscrições abertas para turma de julho do curso “Paternidade e Maternidade com Relações Compartilhadas”
- Campanha Nacional: Movimento sindical pleiteia mais vagas para PCDs, jornada 4x3 e garantia do direito à desconexão
- Movimento sindical cobra da Caixa informações sobre implementação das novas regras da NR-1
- Caravana da FETEC-CUT/SP percorre Catanduva com mobilização por direitos e mais agências
- COE e Comando Nacional dos Bancários entregam pauta de reivindicações ao Itaú e cobram valorização das negociações diante da reestruturação do banco
- Campanha Nacional dos Bancários 2026 ganha ainda mais visibilidade na fachada do Sindicato
- Cliente ameaça funcionários do Mercantil em agência de Belo Horizonte e movimento sindical cobra reforço na segurança