30/04/2015
Contraf-CUT e entidades vão se reunir com presidenta da Caixa dia 6 de maio
A presidenta da Caixa Econômica Federal, Miriam Belchior, convidou os representantes dos trabalhadores para uma reunião em Brasília, no dia 6 de maio, próxima quarta-feira. O convite foi encaminhado à Contraf-CUT, CUT Nacional, Fenae, Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), sindicatos dos bancários de São Paulo e de Brasília e representantes dos empregados no Conselho de Administração.
Para o presidente da Contraf-CUT, Roberto von der Osten, é o primeiro passo para melhorar o diálogo do banco com seus empregados.
"É uma reunião importante para que Miriam Belchior apresente ao movimento sindical seus projetos à frente de um dos bancos mais importantes do país. É preciso avaliar os canais de comunicação com os trabalhadores, para que rumores, que favorecem apenas o mercado financeiro, como a venda da Caixa, não afetem e preocupem os empregados", avalia Roberto von der Osten.
No início de abril, durante coletiva em Brasília, Miriam Belchior e o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, garantiram que a Caixa continuará a ser uma empresa 100% pública e que o governo pretende realizar a oferta pública inicial de ações da Caixa Seguradora, reforçando que a medida não atingirá as demais atividades do banco.
"Os bancários foram às ruas com grandes mobilizações em defesa da Caixa. O banco tem papel fundamental no desenvolvimento econômico e social do país e para continuar assim também precisa ampliar o número de empregados, efetuando novas contratações e proporcionando melhores condições de trabalho", ressalta o presidente da Contraf-CUT.
Fonte: Contraf-CUT
Para o presidente da Contraf-CUT, Roberto von der Osten, é o primeiro passo para melhorar o diálogo do banco com seus empregados.
"É uma reunião importante para que Miriam Belchior apresente ao movimento sindical seus projetos à frente de um dos bancos mais importantes do país. É preciso avaliar os canais de comunicação com os trabalhadores, para que rumores, que favorecem apenas o mercado financeiro, como a venda da Caixa, não afetem e preocupem os empregados", avalia Roberto von der Osten.
No início de abril, durante coletiva em Brasília, Miriam Belchior e o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, garantiram que a Caixa continuará a ser uma empresa 100% pública e que o governo pretende realizar a oferta pública inicial de ações da Caixa Seguradora, reforçando que a medida não atingirá as demais atividades do banco.
"Os bancários foram às ruas com grandes mobilizações em defesa da Caixa. O banco tem papel fundamental no desenvolvimento econômico e social do país e para continuar assim também precisa ampliar o número de empregados, efetuando novas contratações e proporcionando melhores condições de trabalho", ressalta o presidente da Contraf-CUT.
Fonte: Contraf-CUT
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Lucro do Banco do Brasil despenca 53,5% no 1º trimestre de 2026
- Comando Nacional irá à mesa com Fenaban para exigir ambiente de trabalho saudável
- COE Bradesco debate renovação do Supera para 2026 e garante avanço para gestantes
- Fechamento de agências e sobrecarga de trabalho dominam reunião entre COE Santander e direção do banco
- Pela Vida das Mulheres, a Luta é de todos: CUT lança campanha permanente de combate ao feminicídio
- Após cobrança, reunião sobre a Cassi é marcada para essa quinta-feira (14)
- 13 de Maio reforça luta antirracista e mobiliza categoria bancária para a Campanha Nacional
- Dieese realiza jornada de debates nacionais pelo fim da 6x1: confira locais e datas
- Bancários do Itaú fazem assembleia virtual sobre acordo de CCV nesta sexta-feira (15). Participe!
- Escala 6x1 e jornada de 44h contribuem para a desigualdade de renda no Brasil
- Burnout explode 823% e novo decreto fará empresas pagarem caro por metas absurdas: escala 6×1 é próximo alvo
- Oficina de Formação da Rede UNI Mulheres aborda desafios para igualdade de gênero no país, com aulas práticas de autodefesa
- Sindicato participa de lançamento de livro que celebra legado político e sindical de Augusto Campos
- Santander reduz lucro no 1º trimestre de 2026 e mantém cortes de empregos e fechamento de unidades
- Movimento sindical cobra retomada imediata da mesa de negociação da Cassi