20/04/2015
Caixa restringe substituição e revolta empregados
Os bancários estão indignados com a decisão da direção da Caixa Federal de interromper de forma unilateral o pagamento das substituições “em cascata” de empregados que executam temporariamente funções gratificadas durante a ausência de colegas. O Sindicato dos Bancários de São Paulo reivindicou, por meio da Comissão Executiva dos Empregados (CEE), que o banco público revogue a medida, mas ainda não obteve resposta.
Dionísio Reis, diretor executivo do Sindicato e integrante da CEE, destaca que a determinação consta em comunicado interno da estatal de 13 de abril, estabelecendo que não será mais paga a substituição a todos os envolvidos no processo.
Pela nova regra, quando o gerente-geral se afastar, o gerente de relacionamento passa a ser o responsável pelas tarefas e continua a receber por isso. Já o assistente, que herda as atribuições do gerente de relacionamento, não vai mais receber como ocorria anteriormente. Também fica a ver navios o técnico bancário que substituir o assistente.
“A ausência da pessoa no serviço não faz com que seu trabalho desapareça. Então quem assume a responsabilidade da função tem de receber. É o que vinha acontecendo e é o que consideramos justo. Por isso estamos exigindo que a instituição reveja sua decisão”, destaca o dirigente, acrescentando que muitos afastamentos decorrem da sobrecarga de trabalho.
“As pessoas estão no limite devido ao aumento da demanda e número limitado de bancários nas agências e nos departamentos. Se ocorrem ausências, muitas são provocadas pela estrutura extremamente ‘enxuta’ do banco. Isso é inadmissível e, ainda por cima, a Caixa não quer mais remunerar as pessoas adequadamente. Todos estão revoltados”, completa.
Fonte: Seeb SP
Dionísio Reis, diretor executivo do Sindicato e integrante da CEE, destaca que a determinação consta em comunicado interno da estatal de 13 de abril, estabelecendo que não será mais paga a substituição a todos os envolvidos no processo.
Pela nova regra, quando o gerente-geral se afastar, o gerente de relacionamento passa a ser o responsável pelas tarefas e continua a receber por isso. Já o assistente, que herda as atribuições do gerente de relacionamento, não vai mais receber como ocorria anteriormente. Também fica a ver navios o técnico bancário que substituir o assistente.
“A ausência da pessoa no serviço não faz com que seu trabalho desapareça. Então quem assume a responsabilidade da função tem de receber. É o que vinha acontecendo e é o que consideramos justo. Por isso estamos exigindo que a instituição reveja sua decisão”, destaca o dirigente, acrescentando que muitos afastamentos decorrem da sobrecarga de trabalho.
“As pessoas estão no limite devido ao aumento da demanda e número limitado de bancários nas agências e nos departamentos. Se ocorrem ausências, muitas são provocadas pela estrutura extremamente ‘enxuta’ do banco. Isso é inadmissível e, ainda por cima, a Caixa não quer mais remunerar as pessoas adequadamente. Todos estão revoltados”, completa.
Fonte: Seeb SP
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