26/02/2015
Manifesto por Caixa 100% pública mobiliza trabalhadores de Catanduva e região
A mobilização dos trabalhadores da Caixa Econômica Federal contra a proposta de abertura de capital do banco será fortalecida na região no Dia Nacional de Luta em Defesa da Caixa 100% Pública, realizado nesta sexta-feira, 27 de fevereiro. A ação será liderada pelo Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, que percorrerá as principais agências regionais da instituição.
A iniciativa, estimulada nacionalmente pela Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa - Contraf/CUT), também sugere que os próprios trabalhadores realizem ações nas agências e postem fotos nas redes sociais segurando o cartaz com a frase "Eu defendo a Caixa 100% pública".
De acordo com o dirigente sindical Antônio Júlio Gonçalves Neto, o Tony, a abertura de capital da Caixa iria enfraquecer a atuação do banco e afetar os programas sociais do governo. O consenso, explica ele, é que a abertura de capital, que estaria sendo estudado, não interessa aos brasileiros.
“Ano após ano, a Caixa avança no mercado e reforça seu papel social, e esse processo precisa continuar. Toda a população brasileira será prejudicada com a abertura de capital. Isso só interessa ao setor privado, que quer se apropriar da Caixa para atender aos seus interesses, em detrimento das necessidades do povo. Queremos a Caixa 100% pública e vamos lutar por isso”, ressalta Tony.
Como parte dos manifestos, uma audiência pública reuniu representantes das principais centrais sindicais do país na quarta-feira (25), na Câmara dos Deputados. Após o encontro, a Contraf-CUT, Fenae, CUT, CTB, Intersindical e CSP-Conlutas criaram um comitê em defesa da manutenção da Caixa 100% pública para elaborar um calendário com novas mobilizações e fortalecer o movimento.
No evento, a vice-presidente da CUT, Carmem Helena Foro, afirmou: "Essa é uma luta da classe trabalhadora, que deve ganhar as ruas para mostrar o papel da Caixa na vida dos brasileiros". Emanoel Sousa de Jesus, representante da CTB, destacou: "Não somos apenas o maior banco pública do país. Somos a única possibilidade do Estado brasileiro intervir no mercado financeiro".
Jaury Luiz Chagas, representante da CSP-Conlutas, defendeu a unidade de todos os segmentos sociais para evitar a abertura de capital da Caixa. "Não podemos permitir que o banco do povo brasileiro seja entregue ao capital internacional". Já Idelmar Casagrande, da Intersindical, acrescentou em seu pronunciamento que “defender a empresa significa defender o Brasil".
Frente Parlamentar
O deputado federal Daniel Almeida (PCdoB-BA) anunciou que está coletando assinaturas para formar uma Frente Parlamentar em Defesa da Caixa 100% Pública. "Não é tolerável se tente abrir o capital no momento em que o banco está em ampla expansão. A Caixa já sofreu outros ataques, e os empregados e a sociedade resistiram. Seremos capazes, mais uma vez, de evitar esse risco".
Também participaram do ato a senadora Fátima Bezerra (PT-RN) e os deputados federais Luiz Couto (PT-PB), Assis Carvalho (PT-PI), Chico Lopes (PCdoB-CE), Daivdson Magalhães (PCdoB-BA) e Luciana Santos (PCdoB-PE). Todos foram unânimes em defender a importância da Caixa continuar 100% pública, a serviço do Brasil e dos brasileiros, e devem integrar a Frente Parlamentar.
Vamos à luta!
O Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região orienta o empregado, sozinho ou com colegas, a tirar fotos segurando o cartaz, mostrando posição favorável à manutenção da Caixa como banco 100% público. Outra opção é fazer postagens nas redes sociais com a hashtag #acaixaédopovo.
O Dia Nacional de Luta tem um claro objetivo: barrar qualquer proposta de abertura de capital da empresa. O entendimento é de que a Caixa é um patrimônio de todos os brasileiros e deve continuar pública e a serviço do Brasil, atuando todos os dias para melhorar a vida das pessoas.
Fonte: Seeb Catanduva, com informações da Contraf-CUT
A iniciativa, estimulada nacionalmente pela Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa - Contraf/CUT), também sugere que os próprios trabalhadores realizem ações nas agências e postem fotos nas redes sociais segurando o cartaz com a frase "Eu defendo a Caixa 100% pública".
De acordo com o dirigente sindical Antônio Júlio Gonçalves Neto, o Tony, a abertura de capital da Caixa iria enfraquecer a atuação do banco e afetar os programas sociais do governo. O consenso, explica ele, é que a abertura de capital, que estaria sendo estudado, não interessa aos brasileiros.
“Ano após ano, a Caixa avança no mercado e reforça seu papel social, e esse processo precisa continuar. Toda a população brasileira será prejudicada com a abertura de capital. Isso só interessa ao setor privado, que quer se apropriar da Caixa para atender aos seus interesses, em detrimento das necessidades do povo. Queremos a Caixa 100% pública e vamos lutar por isso”, ressalta Tony.
Como parte dos manifestos, uma audiência pública reuniu representantes das principais centrais sindicais do país na quarta-feira (25), na Câmara dos Deputados. Após o encontro, a Contraf-CUT, Fenae, CUT, CTB, Intersindical e CSP-Conlutas criaram um comitê em defesa da manutenção da Caixa 100% pública para elaborar um calendário com novas mobilizações e fortalecer o movimento.
No evento, a vice-presidente da CUT, Carmem Helena Foro, afirmou: "Essa é uma luta da classe trabalhadora, que deve ganhar as ruas para mostrar o papel da Caixa na vida dos brasileiros". Emanoel Sousa de Jesus, representante da CTB, destacou: "Não somos apenas o maior banco pública do país. Somos a única possibilidade do Estado brasileiro intervir no mercado financeiro".
Jaury Luiz Chagas, representante da CSP-Conlutas, defendeu a unidade de todos os segmentos sociais para evitar a abertura de capital da Caixa. "Não podemos permitir que o banco do povo brasileiro seja entregue ao capital internacional". Já Idelmar Casagrande, da Intersindical, acrescentou em seu pronunciamento que “defender a empresa significa defender o Brasil".
Frente Parlamentar
O deputado federal Daniel Almeida (PCdoB-BA) anunciou que está coletando assinaturas para formar uma Frente Parlamentar em Defesa da Caixa 100% Pública. "Não é tolerável se tente abrir o capital no momento em que o banco está em ampla expansão. A Caixa já sofreu outros ataques, e os empregados e a sociedade resistiram. Seremos capazes, mais uma vez, de evitar esse risco".
Também participaram do ato a senadora Fátima Bezerra (PT-RN) e os deputados federais Luiz Couto (PT-PB), Assis Carvalho (PT-PI), Chico Lopes (PCdoB-CE), Daivdson Magalhães (PCdoB-BA) e Luciana Santos (PCdoB-PE). Todos foram unânimes em defender a importância da Caixa continuar 100% pública, a serviço do Brasil e dos brasileiros, e devem integrar a Frente Parlamentar.
Vamos à luta!
O Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região orienta o empregado, sozinho ou com colegas, a tirar fotos segurando o cartaz, mostrando posição favorável à manutenção da Caixa como banco 100% público. Outra opção é fazer postagens nas redes sociais com a hashtag #acaixaédopovo.
O Dia Nacional de Luta tem um claro objetivo: barrar qualquer proposta de abertura de capital da empresa. O entendimento é de que a Caixa é um patrimônio de todos os brasileiros e deve continuar pública e a serviço do Brasil, atuando todos os dias para melhorar a vida das pessoas.
Fonte: Seeb Catanduva, com informações da Contraf-CUT
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