21/05/2025
Coletivo Nacional de Saúde debate mudanças na NR-1 e junta médica
O Coletivo Nacional de Saúde da Confederação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) se reuniu na terça-feira (20), em Curitiba. O encontro foi realizado logo após a audiência pública “Medo, pressão e assédio: A saúde mental de bancários e financiários”, promovida pela Frente Parlamentar de Saúde Mental da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), em parceria com o Sindicato dos Bancários e Financiários de Curitiba e região.
“A audiência pública proposta pelos bancários de Curitiba e encaminhada pela deputada estadual Ana Júlia foi um excelente momento para dar visibilidade aos problemas enfrentados pela categoria em relação ao adoecimento, especialmente, por problemas psíquicos. Audiência muito representativa que lotou o auditório e propôs excelentes encaminhamentos”, avalia o secretário de Saúde da Contraf-CUT, Mauro Salles.
“Diante da tragédia que estamos vivenciando com o adoecimento da categoria, iniciativas como essa dão visibilidade ao problema, estabelecem diálogo com a sociedade e abrem portas para outras ações importantes”, acrescentou o dirigente, ao lembrar que a realização de audiências públicas nos diversos estados faz parte do planejamento do Coletivo Nacional.
A reunião avaliou ainda os desdobramentos da Mesa de Saúde entre o Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), realizada no dia 25 de abril. As cláusulas 29 e 65 da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) também integraram a pauta, com relatos dos principais problemas enfrentados nos diversos estados, sobretudo com relação à junta médica.
Após os debates, ficou definido que o Coletivo Nacional de Saúde fará um ofício, solicitando a Fenaban a suspensão do fluxo que envolve a junta médica, já que estão acontecendo inúmeros equívocos em todo o País. “É evidente que a junta médica, prevista na cláusula 29 de CCT, não pode caracterizar um processo de perseguição aos afastados. Por isso, precisamos de orientação e, assim, dar clareza ao processo”, explicou Mauro Salles.
Além disso, o Coletivo Nacional também apontou a necessidade de realizar formação sobre as mudanças na NR-1, para orientar todos os Sindicatos e criar diretrizes para fazer o debate com a categoria. Uma proposta de cartilha, com orientações sobre o fluxo necessários nos casos de afastamentos, também será elaborada para apresentar aos bancos.
“Nossa reunião debateu temas importantes, como a NR-1 e a questão da junta médica, que está sendo implantada pelo Itaú, além de temas que afetam diretamente os bancários, como a discriminação, perda da carteira e demissão daqueles que retornam da licença saúde e as dificuldades e prejuízos que estamos enfrentando com as perícias do INSS”, avalia a secretária de Saúde do Sindicato de Curitiba, Ana Fideli.
“Estas atividades mostram a força da ação coletiva do movimento sindical bancário e sua representatividade social. Acima de tudo, cobramos que os bancos cumpram a normas de saúde, desenvolvam efetivas políticas de prevenção e parem de perseguir os colegas adoecidos”, conclui Mauro Salles.
“A audiência pública proposta pelos bancários de Curitiba e encaminhada pela deputada estadual Ana Júlia foi um excelente momento para dar visibilidade aos problemas enfrentados pela categoria em relação ao adoecimento, especialmente, por problemas psíquicos. Audiência muito representativa que lotou o auditório e propôs excelentes encaminhamentos”, avalia o secretário de Saúde da Contraf-CUT, Mauro Salles.
“Diante da tragédia que estamos vivenciando com o adoecimento da categoria, iniciativas como essa dão visibilidade ao problema, estabelecem diálogo com a sociedade e abrem portas para outras ações importantes”, acrescentou o dirigente, ao lembrar que a realização de audiências públicas nos diversos estados faz parte do planejamento do Coletivo Nacional.
A reunião avaliou ainda os desdobramentos da Mesa de Saúde entre o Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), realizada no dia 25 de abril. As cláusulas 29 e 65 da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) também integraram a pauta, com relatos dos principais problemas enfrentados nos diversos estados, sobretudo com relação à junta médica.
Após os debates, ficou definido que o Coletivo Nacional de Saúde fará um ofício, solicitando a Fenaban a suspensão do fluxo que envolve a junta médica, já que estão acontecendo inúmeros equívocos em todo o País. “É evidente que a junta médica, prevista na cláusula 29 de CCT, não pode caracterizar um processo de perseguição aos afastados. Por isso, precisamos de orientação e, assim, dar clareza ao processo”, explicou Mauro Salles.
Além disso, o Coletivo Nacional também apontou a necessidade de realizar formação sobre as mudanças na NR-1, para orientar todos os Sindicatos e criar diretrizes para fazer o debate com a categoria. Uma proposta de cartilha, com orientações sobre o fluxo necessários nos casos de afastamentos, também será elaborada para apresentar aos bancos.
“Nossa reunião debateu temas importantes, como a NR-1 e a questão da junta médica, que está sendo implantada pelo Itaú, além de temas que afetam diretamente os bancários, como a discriminação, perda da carteira e demissão daqueles que retornam da licença saúde e as dificuldades e prejuízos que estamos enfrentando com as perícias do INSS”, avalia a secretária de Saúde do Sindicato de Curitiba, Ana Fideli.
“Estas atividades mostram a força da ação coletiva do movimento sindical bancário e sua representatividade social. Acima de tudo, cobramos que os bancos cumpram a normas de saúde, desenvolvam efetivas políticas de prevenção e parem de perseguir os colegas adoecidos”, conclui Mauro Salles.
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