20/02/2026
Nota de Solidariedade da CUT às Centrais Sindicais da Argentina
A CUT Brasil enviou, na última terça-feira (16), uma Nota de Solidariedade às centrais sindicais argentinas Confederação Geral do Trabalho (CGT), Central dos Trabalhadores da Argentina (CTA-T) e Central dos Trabalhadores da Argentina Autônoma (CTA-A). No documento, a CUT manifesta apoio irrestrito à classe trabalhadora argentina diante das políticas de arrocho e da proposta de reforma trabalhista apresentada pelo governo de Javier Milei. O Sindicato se soma à CUT no apoio aos trabalhadores argentinos.
Leia abaixo a nota na íntegra:
Nota de Solidariedade da CUT Brasil às Centrais Sindicais da Argentina
Para:
Confederação Geral do Trabalho (CGT)
Central dos Trabalhadores da Argentina (CTA-T)
Central dos Trabalhadores da Argentina Autônoma (CTA-A)
Companheiras e Companheiros,
A Central Única dos Trabalhadores (CUT Brasil) vem, por meio desta nota, manifestar sua mais irrestrita e fraternal solidariedade à classe trabalhadora argentina e suas centrais sindicais – CGT, CTA-T e CTA-A – na firme luta contra o projeto de reforma trabalhista e a política de arrocho do governo de Javier Milei.
Tomamos conhecimento com profunda indignação da confirmação, por parte do Ministério da Segurança, da implementação do chamado “protocolo de força” ou “antipiquetes” para reprimir a mobilização convocada pelas centrais sindicais contra o desmonte dos direitos.
Consideramos inaceitável e antidemocrático o uso de medidas de força e intimidação para cercear o direito constitucional à manifestação, à livre organização e à greve. O direito de protestar contra reformas que precarizam a vida e o trabalho não é negociável e constitui a essência da liberdade sindical e da democracia. Repudiamos veementemente a ameaça de violência estatal contra os trabalhadores que se levantarão em defesa de seus direitos.
A proposta de reforma trabalhista, que visa a flexibilização para contratar e demitir, a limitação do direito de greve e a redução de indenizações, representa um ataque brutal aos pilares da justiça social e um retrocesso civilizatório.
Neste momento crucial, a CUT Brasil reafirma seu compromisso histórico com a unidade e a solidariedade internacionalista entre os povos. A luta das trabalhadoras e dos trabalhadores argentinos é a nossa luta. Estaremos vigilantes e dispostos a denunciar em todos os fóruns internacionais qualquer violação dos direitos humanos e sindicais que venha a ocorrer na Argentina.
Força e honra na resistência!
Saudações Sindicais,
Sergio Nobre
Presidente da CUT Brasil
Antonio Lisboa
Secretário de Relações Internacionais da CUT Brasil
Leia abaixo a nota na íntegra:
Nota de Solidariedade da CUT Brasil às Centrais Sindicais da Argentina
Para:
Confederação Geral do Trabalho (CGT)
Central dos Trabalhadores da Argentina (CTA-T)
Central dos Trabalhadores da Argentina Autônoma (CTA-A)
Companheiras e Companheiros,
A Central Única dos Trabalhadores (CUT Brasil) vem, por meio desta nota, manifestar sua mais irrestrita e fraternal solidariedade à classe trabalhadora argentina e suas centrais sindicais – CGT, CTA-T e CTA-A – na firme luta contra o projeto de reforma trabalhista e a política de arrocho do governo de Javier Milei.
Tomamos conhecimento com profunda indignação da confirmação, por parte do Ministério da Segurança, da implementação do chamado “protocolo de força” ou “antipiquetes” para reprimir a mobilização convocada pelas centrais sindicais contra o desmonte dos direitos.
Consideramos inaceitável e antidemocrático o uso de medidas de força e intimidação para cercear o direito constitucional à manifestação, à livre organização e à greve. O direito de protestar contra reformas que precarizam a vida e o trabalho não é negociável e constitui a essência da liberdade sindical e da democracia. Repudiamos veementemente a ameaça de violência estatal contra os trabalhadores que se levantarão em defesa de seus direitos.
A proposta de reforma trabalhista, que visa a flexibilização para contratar e demitir, a limitação do direito de greve e a redução de indenizações, representa um ataque brutal aos pilares da justiça social e um retrocesso civilizatório.
Neste momento crucial, a CUT Brasil reafirma seu compromisso histórico com a unidade e a solidariedade internacionalista entre os povos. A luta das trabalhadoras e dos trabalhadores argentinos é a nossa luta. Estaremos vigilantes e dispostos a denunciar em todos os fóruns internacionais qualquer violação dos direitos humanos e sindicais que venha a ocorrer na Argentina.
Força e honra na resistência!
Saudações Sindicais,
Sergio Nobre
Presidente da CUT Brasil
Antonio Lisboa
Secretário de Relações Internacionais da CUT Brasil
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