12/02/2026
COE Bradesco solicita o pagamento do PRB e banco nega
Em reunião online realizada na tarde desta quinta-feira (12), a Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Bradesco solicitou ao banco o pagamento da parcela fixa do Programa de Remuneração Bradesco (PRB). O encontro foi fruto do pedido enviado pela Contraf-CUT no dia 6 de fevereiro, um dia após a divulgação do balanço do banco.
Apesar do pedido e dos argumentos apresentados pelo movimento sindical, o Bradesco manteve a negativa e informou que não tem alterativa para o tema, alegando insegurança fiscal e jurídica para não realizar o pagamento.
A cobrança ocorre porque a ROE anualizada do banco fechou em 14,8%, ligeiramente abaixo do primeiro gatilho de 15,5% exigido para o pagamento automático da parcela fixa do programa. A diferença foi inferior a 1 ponto percentual, o que, na avaliação dos trabalhadores, não justificaria a exclusão do pagamento.
Para a Erica de Oliveira, coordenadora da COE Bradesco, a postura do banco não reconhece o esforço dos trabalhadores e penaliza quem construiu os resultados ao longo do ano. “A diferença para o gatilho foi mínima, mas o impacto para os trabalhadores é grande. O Bradesco apresentou seus argumentos para negar o pagamento e encerrou o debate, desconsiderando o empenho dos funcionários que ajudaram a sustentar os resultados do banco”, critica Erica.
Ela também destacou que o movimento sindical apresentou alternativas para viabilizar o pagamento sem ferir questões fiscais, como realizar o pagamento do PRB ainda em 2025 ou incorporar o valor ao vale-alimentação, mas todas foram rejeitadas pelo banco. “Apresentamos caminhos possíveis, mas não obtivemos sucesso.”
O PRB seria no valor de mil reais e pago aos trabalhadores que não são da força de vendas e para os elegíveis ao supera que não bateram suas metas.
Apesar do pedido e dos argumentos apresentados pelo movimento sindical, o Bradesco manteve a negativa e informou que não tem alterativa para o tema, alegando insegurança fiscal e jurídica para não realizar o pagamento.
A cobrança ocorre porque a ROE anualizada do banco fechou em 14,8%, ligeiramente abaixo do primeiro gatilho de 15,5% exigido para o pagamento automático da parcela fixa do programa. A diferença foi inferior a 1 ponto percentual, o que, na avaliação dos trabalhadores, não justificaria a exclusão do pagamento.
Para a Erica de Oliveira, coordenadora da COE Bradesco, a postura do banco não reconhece o esforço dos trabalhadores e penaliza quem construiu os resultados ao longo do ano. “A diferença para o gatilho foi mínima, mas o impacto para os trabalhadores é grande. O Bradesco apresentou seus argumentos para negar o pagamento e encerrou o debate, desconsiderando o empenho dos funcionários que ajudaram a sustentar os resultados do banco”, critica Erica.
Ela também destacou que o movimento sindical apresentou alternativas para viabilizar o pagamento sem ferir questões fiscais, como realizar o pagamento do PRB ainda em 2025 ou incorporar o valor ao vale-alimentação, mas todas foram rejeitadas pelo banco. “Apresentamos caminhos possíveis, mas não obtivemos sucesso.”
O PRB seria no valor de mil reais e pago aos trabalhadores que não são da força de vendas e para os elegíveis ao supera que não bateram suas metas.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Anamatra orienta trabalhador a não esperar decisão final do STF sobre pejotização
- Campanha Nacional no BB: Movimento sindical reivindica abertura de concursos públicos e valorização dos funcionários
- Movimento sindical entrega minuta específica de reivindicações ao Mercantil
- Balanço Funcef: Até maio, planos superam meta atuarial
- Comando Nacional exige suspensão das demissões e do fechamento de agências
- Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados debate volta da ultratividade dos acordos coletivos
- Trabalhadores vão à negociação com a Fenaban nesta terça-feira (7) para defender emprego bancário, combate à precarização e fechamento de agências
- Movimento sindical cobra do Banco do Brasil solução para o custeio da Cassi
- Inscrições abertas para turma de julho do curso “Paternidade e Maternidade com Relações Compartilhadas”
- Campanha Nacional: Movimento sindical pleiteia mais vagas para PCDs, jornada 4x3 e garantia do direito à desconexão
- Movimento sindical cobra da Caixa informações sobre implementação das novas regras da NR-1
- Caravana da FETEC-CUT/SP percorre Catanduva com mobilização por direitos e mais agências
- COE e Comando Nacional dos Bancários entregam pauta de reivindicações ao Itaú e cobram valorização das negociações diante da reestruturação do banco
- Campanha Nacional dos Bancários 2026 ganha ainda mais visibilidade na fachada do Sindicato
- Cliente ameaça funcionários do Mercantil em agência de Belo Horizonte e movimento sindical cobra reforço na segurança