25/04/2025
COE Itaú negocia PCR nesta sexta-feira (25)
O Itaú convocou a Comissão de Organização dos Empregados (COE Itaú) para uma negociação nesta sexta-feira, dia 25, às 15h, com o tema Programa Complementar de Resultados (PCR).
Na última proposta apresentada pelo Itaú, o reajuste do PCR foi limitado à reposição da inflação de fevereiro, o que gerou frustração entre os bancários. A expectativa agora é que o banco apresente uma proposta que, de fato, valorize seus trabalhadores — aqueles que são diretamente responsáveis pelos resultados crescentes da instituição.
“Esperamos que o Itaú traga uma proposta que reconheça o esforço dos trabalhadores e vá além da reposição inflacionária”, afirma a coordenadora da COE Itaú, Valeska Pincovai.
“Mais do que melhorar a PCR, queremos uma proposta que vá no mesmo sentido do que o banco prega, que é a valorização dos esforços de seus trabalhadores. São eles que constroem os lucros bilionários da instituição, muitas vezes às custas da própria saúde, adoecendo em função das metas, do assédio e da pressão no ambiente de trabalho. É possível avançar e oferecer, de fato, o que os trabalhadores merecem”, reforça o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Ricardo Jorge Nassar Jr.
Na última proposta apresentada pelo Itaú, o reajuste do PCR foi limitado à reposição da inflação de fevereiro, o que gerou frustração entre os bancários. A expectativa agora é que o banco apresente uma proposta que, de fato, valorize seus trabalhadores — aqueles que são diretamente responsáveis pelos resultados crescentes da instituição.
“Esperamos que o Itaú traga uma proposta que reconheça o esforço dos trabalhadores e vá além da reposição inflacionária”, afirma a coordenadora da COE Itaú, Valeska Pincovai.
“Mais do que melhorar a PCR, queremos uma proposta que vá no mesmo sentido do que o banco prega, que é a valorização dos esforços de seus trabalhadores. São eles que constroem os lucros bilionários da instituição, muitas vezes às custas da própria saúde, adoecendo em função das metas, do assédio e da pressão no ambiente de trabalho. É possível avançar e oferecer, de fato, o que os trabalhadores merecem”, reforça o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Ricardo Jorge Nassar Jr.
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