28/06/2024
Coletivo Estadual da Caixa debate reestruturação de agências
O Coletivo Estadual Caixa, da FETEC-CUT/SP, reuniu-se nesta sexta (28) para tratar da extensa reestruturação apresentada pelo banco.
Com a presença dos sindicatos da base da FETEC/SP, o encontro abordou o chamado "reposicionamento estratégico da rede de varejo" da Caixa que deve impactar, pelo menos, 128 agências, com 117 delas sendo convertidas em unidades digitais e 11 fechadas de forma permanente.
Empregados e empregadas de Catanduva e região estiveram representados no debate pelo diretor do Sindicato, Antônio Júlio Gonçalves Neto (Tony).
A diretora de bancos públicos da FETEC/SP, Tamara Siqueira, disse ser de suma importância os sindicatos da base terem conhecimento dessa reestruturação que, sem dúvida, deixa os empregados em alerta. "A transformação das agências tem previsão de ocorrer nos próximos meses, com impacto direto no atendimento aos usuários em todo o país".
Para o Coletivo, é fundamental esclarecer como serão distribuídas as carteiras de clientes, se os empregados das agências terão liberdade de escolha e como será a movimentação dos outros empregados da rede.
"Nosso objetivo é consultar os empregados para determinar a melhor forma de encaminhar esse processo para as mesas de negociação na Campanha Nacional", disse Tamara, destacando que o papel dos sindicatos é lutar para garantir a defesa do emprego e das condições de trabalho.
Cidades afetadas
Com a medida, a Caixa vai aumentar o número de agências digitais de 60 para 177. A reestruturação vai impactar mais de mil empregados.
Só na base da FETEC/SP, 63 agências serão afetadas, incluindo as as cidades de Guarulhos, Jundiaí, ABC, Bragança e a capital paulista.
Há também o cálculo a ser feito com os trabalhadores que aderiram ao PDV, os novos concursados e os trabalhadores terceirizados.
"Não somos contra a adaptação ao mercado, mas é crucial respeitar o caráter social do banco", afirmou Tamara. "Compreendemos a importância das agências digitais no contexto atual, especialmente diante das taxas abusivas. No entanto, é crucial lembrar que a Caixa atende a uma ampla gama de públicos, desde grandes empresas até pessoas sem vivência com novas tecnologias. Portanto, a presença das agências de tijolo ainda é de extrema importância."
A Caixa ainda não disponibilizou a lista oficial das agências que farão parte da reposição de varejo. Nos próximos dias o banco informa que irá se reunir com os superintendes regionais e os gerentes gerais. Em seguida, deve fornecer os dados e a lista das unidades a serem atingidas, e o regramento da transição para que o movimento sindical possa acompanhar o processo.
Funcef
O Coletivo abordou o equacionamento e o pagamento do contencioso que afeta um grande número de participantes. A situação tem levado muitos ao desespero financeiro, enfrentando emergências sem recursos disponíveis. "É necessária uma solução rápida e eficaz porque não queremos que a Caixa e a Funcef aproveitem da situação para impor propostas com perdas para os participantes", alerta o Coletivo.
A primeira reunião para discutir o assunto está marcada para o dia 2 de julho. O objetivo do movimento sindical é construir uma proposta de forma colaborativa, de forma a alcançar uma solução que beneficie todos os envolvidos.
Com a presença dos sindicatos da base da FETEC/SP, o encontro abordou o chamado "reposicionamento estratégico da rede de varejo" da Caixa que deve impactar, pelo menos, 128 agências, com 117 delas sendo convertidas em unidades digitais e 11 fechadas de forma permanente.
Empregados e empregadas de Catanduva e região estiveram representados no debate pelo diretor do Sindicato, Antônio Júlio Gonçalves Neto (Tony).
A diretora de bancos públicos da FETEC/SP, Tamara Siqueira, disse ser de suma importância os sindicatos da base terem conhecimento dessa reestruturação que, sem dúvida, deixa os empregados em alerta. "A transformação das agências tem previsão de ocorrer nos próximos meses, com impacto direto no atendimento aos usuários em todo o país".
Para o Coletivo, é fundamental esclarecer como serão distribuídas as carteiras de clientes, se os empregados das agências terão liberdade de escolha e como será a movimentação dos outros empregados da rede.
"Nosso objetivo é consultar os empregados para determinar a melhor forma de encaminhar esse processo para as mesas de negociação na Campanha Nacional", disse Tamara, destacando que o papel dos sindicatos é lutar para garantir a defesa do emprego e das condições de trabalho.
Cidades afetadas
Com a medida, a Caixa vai aumentar o número de agências digitais de 60 para 177. A reestruturação vai impactar mais de mil empregados.
Só na base da FETEC/SP, 63 agências serão afetadas, incluindo as as cidades de Guarulhos, Jundiaí, ABC, Bragança e a capital paulista.
Há também o cálculo a ser feito com os trabalhadores que aderiram ao PDV, os novos concursados e os trabalhadores terceirizados.
"Não somos contra a adaptação ao mercado, mas é crucial respeitar o caráter social do banco", afirmou Tamara. "Compreendemos a importância das agências digitais no contexto atual, especialmente diante das taxas abusivas. No entanto, é crucial lembrar que a Caixa atende a uma ampla gama de públicos, desde grandes empresas até pessoas sem vivência com novas tecnologias. Portanto, a presença das agências de tijolo ainda é de extrema importância."
A Caixa ainda não disponibilizou a lista oficial das agências que farão parte da reposição de varejo. Nos próximos dias o banco informa que irá se reunir com os superintendes regionais e os gerentes gerais. Em seguida, deve fornecer os dados e a lista das unidades a serem atingidas, e o regramento da transição para que o movimento sindical possa acompanhar o processo.
Funcef
O Coletivo abordou o equacionamento e o pagamento do contencioso que afeta um grande número de participantes. A situação tem levado muitos ao desespero financeiro, enfrentando emergências sem recursos disponíveis. "É necessária uma solução rápida e eficaz porque não queremos que a Caixa e a Funcef aproveitem da situação para impor propostas com perdas para os participantes", alerta o Coletivo.
A primeira reunião para discutir o assunto está marcada para o dia 2 de julho. O objetivo do movimento sindical é construir uma proposta de forma colaborativa, de forma a alcançar uma solução que beneficie todos os envolvidos.
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