08/12/2023
Seminário aborda caminhos para enfrentar a invisibilidade do trabalho de cuidados
O trabalho doméstico e de cuidados não remunerado, também chamados de “trabalho invisível” das mulheres, foi o tema central de seminário realizado pelo Ministério da Mulher, entre esta quarta (6) e quinta-feira (7), em Brasília (DF), que contou com a presença de cerca de 200 pessoas, entre representantes do governo, movimentos sociais e pessoas da academia.
“O objetivo do evento foi trazer propostas para a Política Nacional de Cuidados, para o qual um grupo de trabalho interministerial, com a participação de várias entidades, foi criado, e conta com representantes do movimento sindical bancário”, destacou a secretária da Mulher da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Fernanda Lopes, que representa o movimento sindical bancário no GTI, como suplente de Neiva Ribeiro, a vice-presidenta da Uni Américas Mulheres e presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.
As pautas do seminário foram divididas nos seguintes painéis de discussão:
“O objetivo do evento foi trazer propostas para a Política Nacional de Cuidados, para o qual um grupo de trabalho interministerial, com a participação de várias entidades, foi criado, e conta com representantes do movimento sindical bancário”, destacou a secretária da Mulher da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Fernanda Lopes, que representa o movimento sindical bancário no GTI, como suplente de Neiva Ribeiro, a vice-presidenta da Uni Américas Mulheres e presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.
As pautas do seminário foram divididas nos seguintes painéis de discussão:
- Divisão sexual do trabalho no Brasil: desafios para uma política nacional de cuidados
- O trabalho reprodutivo: impactos e significados na vida das mulheres
- Demandas por cuidado: desafios na elaboração de uma política nacional
Segundo o Comitê de Oxford para o Alívio da Fome (Oxfam), as mulheres realizam mais de três quartos do trabalho de cuidado não remunerado – com a casa, os filhos, idosos e outros familiares e pessoas doentes –, totalizando cerca de 12,5 bilhões de horas todos os dias. “O trabalho de prestação de cuidados é o ‘motor oculto’ que mantém em movimento as rodas das nossas economias, empresas e sociedades”, destaca a entidade em relatório.
“De certa forma, nós estamos falando de uma espécie de ‘indústria’ muito valiosa no mundo, mas esquecida, que é o trabalho de cuidado, tão fundamental para o bem-estar humano e social. Então, essa reflexão foi aprofundada neste evento que não terminou em si mesmo, mas faz parte de um projeto mais amplo para que o país encontre saídas para equalizar essa questão, reduzindo desigualdades”, pontuou Fernanda Lopes.
“De certa forma, nós estamos falando de uma espécie de ‘indústria’ muito valiosa no mundo, mas esquecida, que é o trabalho de cuidado, tão fundamental para o bem-estar humano e social. Então, essa reflexão foi aprofundada neste evento que não terminou em si mesmo, mas faz parte de um projeto mais amplo para que o país encontre saídas para equalizar essa questão, reduzindo desigualdades”, pontuou Fernanda Lopes.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Sindicato alerta para uso correto do vale-transporte após demissões por justa causa no Bradesco
- COE cobra avanços ao Bradesco e conquista retorno do registro de ponto para gerentes de relacionamento empresas
- Eleições Banesprev serão de 23 a 29 de julho; Sindicato apoia chapa "Em Defesa do Banesprev"
- Julho das Pretas destaca políticas públicas e luta por direitos das mulheres negras
- Dados apresentados pela Caixa reforçam necessidade do fim do teto do Saúde Caixa
- Campanha Nacional no BB: Movimento sindical reivindica abertura de concursos públicos e valorização dos funcionários
- Anamatra orienta trabalhador a não esperar decisão final do STF sobre pejotização
- Balanço Funcef: Até maio, planos superam meta atuarial
- Movimento sindical entrega minuta específica de reivindicações ao Mercantil
- Comando Nacional exige suspensão das demissões e do fechamento de agências
- Inscrições abertas para turma de julho do curso “Paternidade e Maternidade com Relações Compartilhadas”
- Movimento sindical cobra do Banco do Brasil solução para o custeio da Cassi
- Trabalhadores vão à negociação com a Fenaban nesta terça-feira (7) para defender emprego bancário, combate à precarização e fechamento de agências
- Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados debate volta da ultratividade dos acordos coletivos
- Campanha Nacional: Movimento sindical pleiteia mais vagas para PCDs, jornada 4x3 e garantia do direito à desconexão