07/07/2025
Negociações sobre ACT do Saúde Caixa começam ainda neste mês
Além de falar sobre questões do momento, que estão esquentando a cabeça das empregadas e empregados da Caixa em todo o país, a reunião de negociação entre a representação dos trabalhadores e do banco, ocorrida na última quinta-feira (3), trouxe uma definição superimportante para todo o pessoal da Caixa: as negociações para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), específico do Saúde Caixa começarão ainda neste mês.
Após insistentes cobranças da representação dos empregados, ficou acertado que a primeira reunião acontecerá na terceira semana de julho. A data somente não foi definida devido a acertos necessários na agenda.
“Este talvez seja o principal tema a ser tratado neste ano. As negociações que se aproximam serão determinantes para assegurar e ampliar os direitos dos empregados da Caixa. Precisamos pressionar a direção da empresa para assumir sua responsabilidade, gerir o plano com seriedade e para garantir que nenhum trabalhador perca o direito ao benefício e assistência à saúde, conquista da categoria. E para isso, precisaremos, cada vez mais, nos unir. Empregados ativos, aposentados, pensionistas, dependentes, todos sabemos a relevância do Saúde Caixa e não podemos renunciar a isso", destacou o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Antônio Júlio Gonçalves Neto.
“O Saúde Caixa é uma das maiores conquistas que nós, empregadas e empregados da Caixa, obtivemos em toda a história. Nosso plano de saúde tem muitas coberturas que outros planos não têm. E ainda somos permitidos participar, mesmo que parcialmente, da gestão do plano. E isso é muito bom, pois podemos ajudar a controlar os gastos e os reajustes das mensalidades”, completou a dirigente da Contraf-CUT, Eliana Brasil,que coordenou a representação das empregadas e empregados na negociação de quinta-feira.
Reajuste Zero!
E, por falar em controle dos reajustes das mensalidades... As empregadas e empregados estão em campanha contra qualquer reajuste nos valores cobrados dos usuários do plano de saúde.
“Não suportamos mais reajustes! Os valores pagos mês a mês já consomem boa parte dos nossos rendimentos. Não dá para pagar mais”, disse o coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Felipe Pacheco, ao explicar que a inflação dos custos médicos é maior do que os reajustes salariais dos empregados e que o custeio pela Caixa já chegou ao limite de gastos que o próprio banco definiu para ter com a saúde do seu quadro de pessoal (fixado no Estatuto Social do banco em 6,5% da folha de pagamentos).
“Por isso, reivindicamos o fim do teto de gastos da Caixa com a Saúde dos empregados e empregadas. Se este teto não cair, os usuários do plano terão que arcar com os aumentos impostos pela inflação médica. Como eles não têm mais condições de absorver estes custos, há o risco de haver uma grande debandada”, explicou. “Não é isso o que a gente quer. A gente defende que quem sempre ajudou o banco a ter bons resultados e ser respeitado, ‘quem sempre cuidou do Brasil, merece ser cuidado’”, disse. “Por isso, defendemos e vamos lutar pela extinção do teto de gastos da Caixa com a saúde de seus empregados”, concluiu.
Leia também:
> SuperCaixa, problemas no VPN e Saúde Caixa foram pauta em reunião com a Caixa
Após insistentes cobranças da representação dos empregados, ficou acertado que a primeira reunião acontecerá na terceira semana de julho. A data somente não foi definida devido a acertos necessários na agenda.
“Este talvez seja o principal tema a ser tratado neste ano. As negociações que se aproximam serão determinantes para assegurar e ampliar os direitos dos empregados da Caixa. Precisamos pressionar a direção da empresa para assumir sua responsabilidade, gerir o plano com seriedade e para garantir que nenhum trabalhador perca o direito ao benefício e assistência à saúde, conquista da categoria. E para isso, precisaremos, cada vez mais, nos unir. Empregados ativos, aposentados, pensionistas, dependentes, todos sabemos a relevância do Saúde Caixa e não podemos renunciar a isso", destacou o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Antônio Júlio Gonçalves Neto.
“O Saúde Caixa é uma das maiores conquistas que nós, empregadas e empregados da Caixa, obtivemos em toda a história. Nosso plano de saúde tem muitas coberturas que outros planos não têm. E ainda somos permitidos participar, mesmo que parcialmente, da gestão do plano. E isso é muito bom, pois podemos ajudar a controlar os gastos e os reajustes das mensalidades”, completou a dirigente da Contraf-CUT, Eliana Brasil,que coordenou a representação das empregadas e empregados na negociação de quinta-feira.
Reajuste Zero!
E, por falar em controle dos reajustes das mensalidades... As empregadas e empregados estão em campanha contra qualquer reajuste nos valores cobrados dos usuários do plano de saúde.
“Não suportamos mais reajustes! Os valores pagos mês a mês já consomem boa parte dos nossos rendimentos. Não dá para pagar mais”, disse o coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Felipe Pacheco, ao explicar que a inflação dos custos médicos é maior do que os reajustes salariais dos empregados e que o custeio pela Caixa já chegou ao limite de gastos que o próprio banco definiu para ter com a saúde do seu quadro de pessoal (fixado no Estatuto Social do banco em 6,5% da folha de pagamentos).
“Por isso, reivindicamos o fim do teto de gastos da Caixa com a Saúde dos empregados e empregadas. Se este teto não cair, os usuários do plano terão que arcar com os aumentos impostos pela inflação médica. Como eles não têm mais condições de absorver estes custos, há o risco de haver uma grande debandada”, explicou. “Não é isso o que a gente quer. A gente defende que quem sempre ajudou o banco a ter bons resultados e ser respeitado, ‘quem sempre cuidou do Brasil, merece ser cuidado’”, disse. “Por isso, defendemos e vamos lutar pela extinção do teto de gastos da Caixa com a saúde de seus empregados”, concluiu.
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