06/09/2023
Empregados da Caixa querem um Saúde Caixa melhor e viável pra todos
A Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT) e a Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) realizaram, no último sábado (2), uma reunião para debater a situação das negociações sobre o Saúde Caixa com o banco. A reunião contou com a participação de mais de 200 pessoas, entre empregados ativos e aposentados.
O Acordo Coletivo específico sobre o plano garante o atual modelo até dezembro de 2023; para o próximo ano, porém, a Caixa projeta uma necessidade de reajuste médio de 85% nas contribuições dos empregados, já que o estatuto do banco prevê que a participação da empresa no custeio do plano está limitada ao percentual de 6,5% de sua folha de pagamento.
Como a tendência é que as despesas do plano continuem crescendo mais que a folha - tanto pelo crescimento na utilização do plano quanto pelo aumento dos custos médicos - o congelamento da participação da Caixa acaba transferindo cada vez mais custos para os empregados, o que tornará o plano financeiramente inviável para muitos, como ocorreu em outras estatais.
Sabendo dos efeitos da aplicação deste teto para o custeio do Saúde Caixa, os participantes da reunião engajaram-se na divulgação de um abaixo-assinado que cobra da direção do banco a reformulação de seu estatuto, com a exclusão do limitador para o financiamento do plano. Clique aqui para assinar.
Outro ponto de acordo entre os participantes é a descentralização do atendimento do Saúde Caixa e retorno das estruturas regionais de gestão de pessoas (Gipes) – essenciais para tratar de casos específicos nos estados, como estabelecimentos e profissionais credenciados.
A gente tem vários estados com descredenciamento de hospitais, clínicas e profissionais. Isso é um absurdo. Existem colegas que não têm onde serem atendidos e precisam se deslocar até outra cidade para conseguirem atendimento pelo plano. Estamos discutindo custeio e este é um fator que também gera impacto. A eficiência de gestão é essencial para reduzir os custos", ressaltou o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região e também da Apcef/SP, Antônio Júlio Gonçalves Neto.
As entidades farão outros encontros e serão divulgados com antecedência para que mais empregados possam participar, conhecer as condições atuais do plano e ter conhecimento do andamento dos debates com a direção da empresa.
"A atuação dos representantes dos empregados tem sido fundamental para defender que o Saúde Caixa continue um plano de excelência e viável para os trabalhadores do banco, mas é importante destacar que essa luta é de todos nós. É fundamental que os empregados da ativa e aposentados também acompanhem esse debate e se mobilizem", reforçou o diretor.
O Acordo Coletivo específico sobre o plano garante o atual modelo até dezembro de 2023; para o próximo ano, porém, a Caixa projeta uma necessidade de reajuste médio de 85% nas contribuições dos empregados, já que o estatuto do banco prevê que a participação da empresa no custeio do plano está limitada ao percentual de 6,5% de sua folha de pagamento.
Como a tendência é que as despesas do plano continuem crescendo mais que a folha - tanto pelo crescimento na utilização do plano quanto pelo aumento dos custos médicos - o congelamento da participação da Caixa acaba transferindo cada vez mais custos para os empregados, o que tornará o plano financeiramente inviável para muitos, como ocorreu em outras estatais.
Sabendo dos efeitos da aplicação deste teto para o custeio do Saúde Caixa, os participantes da reunião engajaram-se na divulgação de um abaixo-assinado que cobra da direção do banco a reformulação de seu estatuto, com a exclusão do limitador para o financiamento do plano. Clique aqui para assinar.
Outro ponto de acordo entre os participantes é a descentralização do atendimento do Saúde Caixa e retorno das estruturas regionais de gestão de pessoas (Gipes) – essenciais para tratar de casos específicos nos estados, como estabelecimentos e profissionais credenciados.
A gente tem vários estados com descredenciamento de hospitais, clínicas e profissionais. Isso é um absurdo. Existem colegas que não têm onde serem atendidos e precisam se deslocar até outra cidade para conseguirem atendimento pelo plano. Estamos discutindo custeio e este é um fator que também gera impacto. A eficiência de gestão é essencial para reduzir os custos", ressaltou o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região e também da Apcef/SP, Antônio Júlio Gonçalves Neto.
As entidades farão outros encontros e serão divulgados com antecedência para que mais empregados possam participar, conhecer as condições atuais do plano e ter conhecimento do andamento dos debates com a direção da empresa.
"A atuação dos representantes dos empregados tem sido fundamental para defender que o Saúde Caixa continue um plano de excelência e viável para os trabalhadores do banco, mas é importante destacar que essa luta é de todos nós. É fundamental que os empregados da ativa e aposentados também acompanhem esse debate e se mobilizem", reforçou o diretor.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Os Erros de Fiscalização do Banco Central no Caso Master
- Autoritarismo da Cabesp marca assembleia. Votação encerrou na segunda-feira (23); confira o resultado!
- Mulheres conquistaram há 94 anos o direito ao voto no Brasil. Luta por direitos é permanente!
- Fabi Uehara: experiência e compromisso para manter a voz dos empregados no CA
- CNBB lança Campanha da Fraternidade 2026. Tema deste ano é o direito à moradia digna
- Reforma Administrativa perde força, dificultando a votação da PEC 38/2025 em 2026
- AGO Cabesp: Últimas horas para registrar seu voto; votação acaba às 12h desta segunda-feira (23)!
- SantanderPrevi abre prazo para alteração do perfil de investimento até 24 de março
- PLR 2025: bancos confirmam datas de pagamento da segunda parcela
- AGO judicializada acarreta em mudança na orientação de voto das entidades
- Nota de Solidariedade da CUT às Centrais Sindicais da Argentina
- AGO: Presidente da Cabesp faz manobra descabida, confronta Estatuto, e impede voto sobre prestação de contas
- Nova NR-1 passa a valer em maio; mudança é avanço, mas erra ao não prever participação dos trabalhadores
- Conquista do Sindicato: Mais 310 mulheres se formam com bolsas do projeto Mais Mulheres na TI
- Fique atento ao horário especial de funcionamento do Sindicato no Carnaval