13/06/2023
Trabalhador da Caixa sofre agressão física em agência de São Paulo
Entidades sindicais representativas dos empregados da Caixa estão acompanhando o caso de um empregado agredido por cliente em uma agência na zona oeste da capital paulista, na segunda-feira (12).
A falta empregados, suporte, infraestrutura e segurança que são frequentes em muitas unidades fazem com que os empregados sejam submetidos a diversas situações limite quase que diariamente, e fazem com que agressões verbais e até físicas se repitam por todo o país. Em especial nas agências super lotadas das periferias.
A Apcef/SP e o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região orientaram a abertura de CAT e acompanham a necessidade de transferência do empregado agredido.
“Os trabalhadores das agências estão jogados à própria sorte, não há trabalhadores suficientes, suporte e nem segurança. Muitas vezes nem infraestrutura adequada. Não à toa casos de ameaças e agressões físicas e verbais acontecem em agências de todo o país. A Caixa precisa dar uma resposta para que os empregados possam estar seguros nos locais de trabalho” apontou Luiza Hansen, diretora da Apcef/SP.
O Coletivo Nacional de Segurança Bancária da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), representando o Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, reuniu-se na tarde de segunda-feira (12) com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) para dar continuidade à instalação do Grupo de Trabalho (GT) bipartite para avaliar os dados estatísticos, bem como a possibilidade de acordo acerca de adoção de dispositivos de segurança bancária.
Na ocasião, a Fenaban repetiu a postura apresentada na Campanha Nacional e, com a afirmação de que houve redução no número de assaltos a agências e postos bancários de 2000 a 2021, propôs que a representação dos trabalhadores se junte aos bancos e atue contra as normas estaduais e municipais de segurança, que exigem aparatos de segurança além dos previstos na Lei 7.102/1983, que regulamenta a segurança bancária.
"O ocorrido na agência localizada em São Paulo vem, infelizmente, para reafirmar o que já defendemos em mesa com a Fenaban, de que as modalidades de violência contra a categoria bancária não têm a ver somente com os assaltos. Trabalhadores também são vítimas de agressões, seja por causa do estresse devido ao tempo de espera nas filas, seja por outro motivo, como se fossem os empregados os responsáveis pelos problemas de atendimento gerados pela falta de estrutura física ou de pessoal. Não podemos nos ater apenas às estatísticas, é preciso levar em conta, sobretudo, as condições de trabalho para garantir a segurança de bancários, clientes e usuários", reforça o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região e da Apcef/SP, Antônio Júlio Gonçalves Neto.
A falta empregados, suporte, infraestrutura e segurança que são frequentes em muitas unidades fazem com que os empregados sejam submetidos a diversas situações limite quase que diariamente, e fazem com que agressões verbais e até físicas se repitam por todo o país. Em especial nas agências super lotadas das periferias.
A Apcef/SP e o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região orientaram a abertura de CAT e acompanham a necessidade de transferência do empregado agredido.
“Os trabalhadores das agências estão jogados à própria sorte, não há trabalhadores suficientes, suporte e nem segurança. Muitas vezes nem infraestrutura adequada. Não à toa casos de ameaças e agressões físicas e verbais acontecem em agências de todo o país. A Caixa precisa dar uma resposta para que os empregados possam estar seguros nos locais de trabalho” apontou Luiza Hansen, diretora da Apcef/SP.
O Coletivo Nacional de Segurança Bancária da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), representando o Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, reuniu-se na tarde de segunda-feira (12) com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) para dar continuidade à instalação do Grupo de Trabalho (GT) bipartite para avaliar os dados estatísticos, bem como a possibilidade de acordo acerca de adoção de dispositivos de segurança bancária.
Na ocasião, a Fenaban repetiu a postura apresentada na Campanha Nacional e, com a afirmação de que houve redução no número de assaltos a agências e postos bancários de 2000 a 2021, propôs que a representação dos trabalhadores se junte aos bancos e atue contra as normas estaduais e municipais de segurança, que exigem aparatos de segurança além dos previstos na Lei 7.102/1983, que regulamenta a segurança bancária.
"O ocorrido na agência localizada em São Paulo vem, infelizmente, para reafirmar o que já defendemos em mesa com a Fenaban, de que as modalidades de violência contra a categoria bancária não têm a ver somente com os assaltos. Trabalhadores também são vítimas de agressões, seja por causa do estresse devido ao tempo de espera nas filas, seja por outro motivo, como se fossem os empregados os responsáveis pelos problemas de atendimento gerados pela falta de estrutura física ou de pessoal. Não podemos nos ater apenas às estatísticas, é preciso levar em conta, sobretudo, as condições de trabalho para garantir a segurança de bancários, clientes e usuários", reforça o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região e da Apcef/SP, Antônio Júlio Gonçalves Neto.
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