07/04/2021
Seguridade precificada em R$ 6,5 bi respondeu por R$ 5,9 bi do resultado da Caixa em 2020
.jpg)
Na terça-feira (6), a imprensa especializada em informações do mercado financeiro noticiou que o sindicato de bancos responsável pela oferta das ações da Caixa Seguridade na Bolsa de Valores protocolou o pedido na CVM e teria estabelecido a data de 27/4 para a precificação das ações.
De acordo com as publicações, a expectativa seria alcançar um valor entre R$ 9,33 e R$ 12,67 por ação. No topo da faixa, a avaliação é que a oferta possa movimentar R$ 6,5 bilhões de reais, caso a Caixa venda 15% além das 450 milhões de ações previstas. As informações são do InfoMoney, Reuters e Agência Estado.
A cifra esperada pela direção do banco e pelo governo federal com a venda das ações é próxima dos R$ 5,968 bilhões do resultado de equivalência patrimonial (REP) que a Caixa Seguridade representou no resultado global da Caixa em 2020, conforme balanço publicado pela instituição.
“Não faz sentido vender por R$ 6,5 bilhões um negócio que proporcionou o resultado de R$ 5,968 bilhões em um ano”, explica o diretor-presidente da Apcef/SP, Leonardo Quadros.
O Brasil precisa da Caixa inteira e 100% pública. O único banco que vendeu sua seguradora depois se arrependeu, pois a venda afetou sua rentabilidade. Itaú, Santander e Bradesco não têm as ações de sua seguradora listadas em bolsa. Por que fazer isso com a Caixa?
Campanha contra a venda das estatais e ação judicial – liminar concedida pelo Supremo Tribunal Federal, em ação movida pela Fenae e pela Contraf-CU-, impedia a privatização de empresas públicas sem o aval do Congresso Nacional. No julgamento do mérito da ação, porém, a decisão foi modificada.
As entidades avaliam novas ações para barrar a venda do patrimônio público e seguem na campanha em defesa das empresas públicas, dialogando com a população, parlamentares e prefeitos para buscar ampliar os apoios.
"Em 2020, mesmo com crise e pandemia, bancos públicos, como a Caixa e o BB, se mostrarm muito lucrativos e comprovaram mais uma vez ser fundamentais para o país. Grande parte do lucro dessas instituições é revertida em políticas que ajudam toda a população. Mas, o governo Bolsonaro está comprometendo sua atuação e prejudicando toda sociedade ao desmantelar e tentar privatizar essas empresas. Vamos juntos impedir que isso aconteça! Clique e mande sua mensagem para os deputados e senadores mostrando sua indignação. É hora de somar forças na luta em defesa do patrimônio que é de todos nós!" ressalta o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Antônio Júlio Gonçalves Neto.
> Clique aqui e participe também.
De acordo com as publicações, a expectativa seria alcançar um valor entre R$ 9,33 e R$ 12,67 por ação. No topo da faixa, a avaliação é que a oferta possa movimentar R$ 6,5 bilhões de reais, caso a Caixa venda 15% além das 450 milhões de ações previstas. As informações são do InfoMoney, Reuters e Agência Estado.
A cifra esperada pela direção do banco e pelo governo federal com a venda das ações é próxima dos R$ 5,968 bilhões do resultado de equivalência patrimonial (REP) que a Caixa Seguridade representou no resultado global da Caixa em 2020, conforme balanço publicado pela instituição.
“Não faz sentido vender por R$ 6,5 bilhões um negócio que proporcionou o resultado de R$ 5,968 bilhões em um ano”, explica o diretor-presidente da Apcef/SP, Leonardo Quadros.
O Brasil precisa da Caixa inteira e 100% pública. O único banco que vendeu sua seguradora depois se arrependeu, pois a venda afetou sua rentabilidade. Itaú, Santander e Bradesco não têm as ações de sua seguradora listadas em bolsa. Por que fazer isso com a Caixa?
Campanha contra a venda das estatais e ação judicial – liminar concedida pelo Supremo Tribunal Federal, em ação movida pela Fenae e pela Contraf-CU-, impedia a privatização de empresas públicas sem o aval do Congresso Nacional. No julgamento do mérito da ação, porém, a decisão foi modificada.
As entidades avaliam novas ações para barrar a venda do patrimônio público e seguem na campanha em defesa das empresas públicas, dialogando com a população, parlamentares e prefeitos para buscar ampliar os apoios.
"Em 2020, mesmo com crise e pandemia, bancos públicos, como a Caixa e o BB, se mostrarm muito lucrativos e comprovaram mais uma vez ser fundamentais para o país. Grande parte do lucro dessas instituições é revertida em políticas que ajudam toda a população. Mas, o governo Bolsonaro está comprometendo sua atuação e prejudicando toda sociedade ao desmantelar e tentar privatizar essas empresas. Vamos juntos impedir que isso aconteça! Clique e mande sua mensagem para os deputados e senadores mostrando sua indignação. É hora de somar forças na luta em defesa do patrimônio que é de todos nós!" ressalta o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Antônio Júlio Gonçalves Neto.
> Clique aqui e participe também.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Novas regras do VA e VR ampliam opções de uso; bancários têm benefícios acima da média nacional
- Santander: Assembleia virtual nesta sexta-feira (6) delibera sobre ACT e Acordo de PPRS
- Saúde Caixa começa a compartilhar rede credenciada com a Cassi nesta quarta-feira (4)
- Copom decide nesta quarta-feira (4) se reduz ou mantém Selic em 13,75% ao ano
- Sindicato entrega mais de 200 kg de alimentos ao projeto social Prateleira Solidária
- Festa dos Bancários 2026 reúne categoria em dia de confraternização, premiações e solidariedade
- COE cobra avanços do Bradesco em PPR, banco de horas e condições de trabalho
- Brasil bate recorde de pessoas com trabalho desde 2012
- A eleição acabou, mas a participação continua: saiba quem e pelo que cobrar
- Santander lucra R$ 9,7 bilhões, mas fecha quase 6 mil postos de trabalho
- Negociação da Cassi avança com proposta de aporte de R$ 2,288 bilhões
- Em assembleia, bancários do Mercantil aprovam renovação do acordo de PLR
- Mercantil antecipa pagamento da 13ª cesta-alimentação para esta sexta (30)
- Consumo de alimentos cresce após proibição das bets no país, diz Abras
- INSS alerta para golpes que usam informação falsa sobre biometria