19/01/2018
Dia de Luta: Sindicato promove atividade contra reestruturação e em defesa do banco 100% público
O Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região esteve, na manhã desta sexta-feira (19), em atividade na agência do BB Higienópolis, em Catanduva, para debater com os trabalhadores e a população os males trazidos pela reestruturação a bancários e clientes, além de mostrar a importância da defesa do banco público.
A ação reforça o Dia Nacional de Luta no BB e faz parte de uma frente ampla do movimento sindical em prol das empresas públicas, que estão na mira privatista do governo Temer.
O Banco do Brasil anunciou no dia 05 de janeiro uma reestruturação que atinge todo o país com corte de mais de cerca de 1.200 caixas, além de mudanças nos cargos de assistentes, escriturários e gerentes de relacionamento. No pacote de medidas há ainda a previsão de desligamento por demissão consensual e aposentadoria incentivada para quem estiver excedente.
O BB também lançou o Programa de Adequação de Quadros (PAQ), por meio do qual pretende transferir seus funcionários, inclusive de forma compulsória. Houve crescimento de vagas em alguns locais e abertura de novos setores, mas não atende a necessidade de realocação de todos.
Durante a atividade, diretores do Sindicato entregaram uma carta aberta, denunciando o impacto do fechamento de agências, como redução do quadro de funcionários, sobrecarga de trabalho aos que permanecerem na instituição, precarização do atendimento, obrigando o cliente a migrar para correspondentes bancários, que muitas vezes não dispõem de todos os serviços nem da segurança necessária. Os dirigentes também exibiram uma faixa em defesa do banco e de todos os benefícios trazidos por ele à sociedade, como fomentador de políticas públicas sociais.

“Nossa luta não é apenas contra o desemprego de milhares de bancários, mas é também um alerta aos brasileiros sobre o desmonte de um dos principais patrimônios do país. Os bancos públicos têm um papel diferenciado dos demais, eles são encarregados de executar políticas que garantam crescimento e desenvolvimento ao Brasil. Com o desmonte do BB, programas fundamentais nas áreas de habitação, saneamento básico, educação, crédito agrícola ficarão ameaçados”, destaca Roberto Carlos Vicentim, presidente do Sindicato.
BB em números:
Somente em Catanduva, o Banco do Brasil é responsável por 30% de todo crédito bancário disponível no município, com uma carteira de mais de R$ 350 milhões. É responsável por R$ 45 milhões investidos em financiamentos imobiliários e mais de R$ 80 milhões em crédito destinado à agricultura e pecuária, o que corresponde a quase 60% de todo o crédito rural ofertado.
A ação reforça o Dia Nacional de Luta no BB e faz parte de uma frente ampla do movimento sindical em prol das empresas públicas, que estão na mira privatista do governo Temer.
O Banco do Brasil anunciou no dia 05 de janeiro uma reestruturação que atinge todo o país com corte de mais de cerca de 1.200 caixas, além de mudanças nos cargos de assistentes, escriturários e gerentes de relacionamento. No pacote de medidas há ainda a previsão de desligamento por demissão consensual e aposentadoria incentivada para quem estiver excedente.
O BB também lançou o Programa de Adequação de Quadros (PAQ), por meio do qual pretende transferir seus funcionários, inclusive de forma compulsória. Houve crescimento de vagas em alguns locais e abertura de novos setores, mas não atende a necessidade de realocação de todos.
Durante a atividade, diretores do Sindicato entregaram uma carta aberta, denunciando o impacto do fechamento de agências, como redução do quadro de funcionários, sobrecarga de trabalho aos que permanecerem na instituição, precarização do atendimento, obrigando o cliente a migrar para correspondentes bancários, que muitas vezes não dispõem de todos os serviços nem da segurança necessária. Os dirigentes também exibiram uma faixa em defesa do banco e de todos os benefícios trazidos por ele à sociedade, como fomentador de políticas públicas sociais.

“Nossa luta não é apenas contra o desemprego de milhares de bancários, mas é também um alerta aos brasileiros sobre o desmonte de um dos principais patrimônios do país. Os bancos públicos têm um papel diferenciado dos demais, eles são encarregados de executar políticas que garantam crescimento e desenvolvimento ao Brasil. Com o desmonte do BB, programas fundamentais nas áreas de habitação, saneamento básico, educação, crédito agrícola ficarão ameaçados”, destaca Roberto Carlos Vicentim, presidente do Sindicato.
BB em números:
Somente em Catanduva, o Banco do Brasil é responsável por 30% de todo crédito bancário disponível no município, com uma carteira de mais de R$ 350 milhões. É responsável por R$ 45 milhões investidos em financiamentos imobiliários e mais de R$ 80 milhões em crédito destinado à agricultura e pecuária, o que corresponde a quase 60% de todo o crédito rural ofertado.

Leia a íntegra da Carta Aberta à População:

SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Em assembleia, bancários do Mercantil aprovam renovação do acordo de PLR
- Negociação da Cassi avança com proposta de aporte de R$ 2,288 bilhões
- Santander lucra R$ 9,7 bilhões, mas fecha quase 6 mil postos de trabalho
- INSS alerta para golpes que usam informação falsa sobre biometria
- Consumo de alimentos cresce após proibição das bets no país, diz Abras
- Mercantil antecipa pagamento da 13ª cesta-alimentação para esta sexta (30)
- COE Itaú cobra avanços em teletrabalho, monitoramento digital e condições de trabalho na renovação do Acordo Coletivo
- Caixa pública é patrimônio do Brasil e instrumento estratégico de desenvolvimento
- Itaú anuncia compra de startup de inteligência artificial por R$ 2,925 bilhões
- Bradesco lucra R$ 20,9 bilhões e fecha 3,2 mil postos de trabalho bancário em um ano
- Sindicato convoca bancários do Mercantil para deliberar ACT da PLR. Confira o edital
- NOTA DE PESAR: Rosângela de Farias Silva Lorenzetti
- A esperança venceu com a energia das ruas para construir o futuro
- Nota de Pesar: Sindicato dos Bancários de Catanduva e região lamenta a morte de Maria Heloísa Pereira Marcos
- "Tesouraço" de Flávio eliminaria até 2,2 milhões de empregos e impactaria PIB negativamente em 1,55%, diz Dieese