16/06/2017
Empregados denunciam ao Sindicato práticas de assédio moral em Superintendência do BB
Parece que o Banco do Brasil não aprende. Embora seja constantemente condenado pela Justiça do Trabalho pela prática de assédio moral contra seus empregados, o banco insiste em continuar com esse modelo de gestão baseado no medo, na coação e no desrespeito ao trabalhador.
Dessa vez, as denúncias são contra a atuação da Superintendência Estadual de Ribeirão Preto, responsável por algumas regionais da base do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região.
Realizadas por bancários que preferiram não se identificar por medo de retaliações, as denúncias revelam uma série de casos de assédio moral por cobrança de metas e todo tipo de pressão, trazendo graves consequências, como sofrimento psicológico e adoecimento dos funcionários.
“Apesar das consequências negativas, o banco muitas vezes promove o assediador e estimula o assédio, afim de obter ganhos financeiros, em detrimento da saúde do trabalhador”, diz Aparecido Augusto Marcelo, diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região.
O dirigente informou que o Sindicato irá realizar uma reunião para debater o assunto e que tomará todas as ações políticas e jurídicas necessárias para combater a prática promovida pela instituição.
“É importante que os bancários que estiverem sofrendo com assédio moral, cobrança excessiva pelo cumprimento de metas ou qualquer outro tipo de irregularidade praticada pelos bancos denunciem imediatamente ao Sindicato”, ressalta Marcelo.
Dessa vez, as denúncias são contra a atuação da Superintendência Estadual de Ribeirão Preto, responsável por algumas regionais da base do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região.
Realizadas por bancários que preferiram não se identificar por medo de retaliações, as denúncias revelam uma série de casos de assédio moral por cobrança de metas e todo tipo de pressão, trazendo graves consequências, como sofrimento psicológico e adoecimento dos funcionários.
“Apesar das consequências negativas, o banco muitas vezes promove o assediador e estimula o assédio, afim de obter ganhos financeiros, em detrimento da saúde do trabalhador”, diz Aparecido Augusto Marcelo, diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região.
O dirigente informou que o Sindicato irá realizar uma reunião para debater o assunto e que tomará todas as ações políticas e jurídicas necessárias para combater a prática promovida pela instituição.
“É importante que os bancários que estiverem sofrendo com assédio moral, cobrança excessiva pelo cumprimento de metas ou qualquer outro tipo de irregularidade praticada pelos bancos denunciem imediatamente ao Sindicato”, ressalta Marcelo.
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