08/07/2016
Em mesa temática, BB assume compromissos de saúde com funcionários
As principais causas de afastamento dos funcionários do Banco do Brasil por motivo de saúde são, pela ordem, as complicações respiratórias (gripe, resfriado e outras), doenças motoras (LER/Dort) e mentais. A informação foi passada por representantes da instituição financeira a dirigentes sindicais em negociação sobre saúde do trabalhador na terça-feira 5.
Ainda de acordo com o BB, devido às campanhas de vacinação, os casos de gripe têm reduzido a cada ano e, consequentemente, as ausências ao trabalho também. “A vacinação dos funcionários em todo o país é conquista da Campanha Nacional Unificada. Ou seja, um avanço importante para o qual, muitas vezes, não damos o devido valor”, afirma a diretora do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Silvia Muto.
A instituição financeira se comprometeu a fornecer dados de afastamentos em cada uma das situações, o que servirá para aprofundar as discussões.
Os dirigentes sindicais reforçaram que, além de medidas preventivas, é necessário haver um programa de reabilitação profissional que, conforme estabelecido em acordo aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), deve ser acompanhado pelos sindicatos. “As pessoas têm de ter sua condição respeitada, e devem ser colocadas em função e local adequados, evitando que voltem a adoecer”, destaca Silvia.
Também foi proposto que seja inserido no Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) um projeto destinado à saúde mental. Os representantes do BB ficaram de avaliar a proposta.
Ficou acertado que haverá uma nova negociação sobre saúde para continuar os debates, em data a ser definida.
Reuniões nos setores
Questionado sobre a falta de reuniões nos setores para avaliar os resultados dos exames médicos periódicos do PCMSO e debater medidas para prevenir adoecimento, o interlocutor da instituição disse que há gestores que alegam desconhecer como realizar esses debates. No entanto, a empresa assumiu compromisso de averiguar os locais considerados de maior risco ao bancário e acionar o Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT) para promover essas reuniões.
CAT para a Cassi
Também foi cobrado que toda Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) seja repassada com a máxima urgência à Caixa de Assistência dos Funcionários do BB (Cassi). Segundo os dirigentes sindicais, isso é essencial para identificar se o tratamento ao qual um funcionário se submete é relacionado ao trabalho. “Se for constatado que é devido às condições inadequadas de trabalho na instituição, queremos que o banco arque com todo o tratamento, sem ônus para a Cassi ou o funcionário”, diz a diretora do Sindicato.
O banco reconheceu a demora no repasse, mas informou que estão sendo tomadas medidas para apressar esse trâmite.
BB Digital
Os sindicalistas expuseram a preocupação em relação às condições de trabalho no BB Digital devido ao grande período em que os trabalhadores permanecem em contatos telefônicos. A instituição informou que esse projeto foi elaborado com muito critério, mas também se comprometeu a reavaliar a situação desses locais.
Check-up completo para todos
Anualmente todos os gerentes-gerais e integrantes do alto escalão têm direito a uma bateria de exames e consultas – um check-up completo – totalmente pago pelo banco e sem custos para a Cassi. Os dirigentes sindicais reivindicaram que todos os trabalhadores tenham acesso ao mesmo tipo de exames e tratamentos nos mesmos moldes.
Ainda de acordo com o BB, devido às campanhas de vacinação, os casos de gripe têm reduzido a cada ano e, consequentemente, as ausências ao trabalho também. “A vacinação dos funcionários em todo o país é conquista da Campanha Nacional Unificada. Ou seja, um avanço importante para o qual, muitas vezes, não damos o devido valor”, afirma a diretora do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Silvia Muto.
A instituição financeira se comprometeu a fornecer dados de afastamentos em cada uma das situações, o que servirá para aprofundar as discussões.
Os dirigentes sindicais reforçaram que, além de medidas preventivas, é necessário haver um programa de reabilitação profissional que, conforme estabelecido em acordo aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), deve ser acompanhado pelos sindicatos. “As pessoas têm de ter sua condição respeitada, e devem ser colocadas em função e local adequados, evitando que voltem a adoecer”, destaca Silvia.
Também foi proposto que seja inserido no Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) um projeto destinado à saúde mental. Os representantes do BB ficaram de avaliar a proposta.
Ficou acertado que haverá uma nova negociação sobre saúde para continuar os debates, em data a ser definida.
Reuniões nos setores
Questionado sobre a falta de reuniões nos setores para avaliar os resultados dos exames médicos periódicos do PCMSO e debater medidas para prevenir adoecimento, o interlocutor da instituição disse que há gestores que alegam desconhecer como realizar esses debates. No entanto, a empresa assumiu compromisso de averiguar os locais considerados de maior risco ao bancário e acionar o Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT) para promover essas reuniões.
CAT para a Cassi
Também foi cobrado que toda Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) seja repassada com a máxima urgência à Caixa de Assistência dos Funcionários do BB (Cassi). Segundo os dirigentes sindicais, isso é essencial para identificar se o tratamento ao qual um funcionário se submete é relacionado ao trabalho. “Se for constatado que é devido às condições inadequadas de trabalho na instituição, queremos que o banco arque com todo o tratamento, sem ônus para a Cassi ou o funcionário”, diz a diretora do Sindicato.
O banco reconheceu a demora no repasse, mas informou que estão sendo tomadas medidas para apressar esse trâmite.
BB Digital
Os sindicalistas expuseram a preocupação em relação às condições de trabalho no BB Digital devido ao grande período em que os trabalhadores permanecem em contatos telefônicos. A instituição informou que esse projeto foi elaborado com muito critério, mas também se comprometeu a reavaliar a situação desses locais.
Check-up completo para todos
Anualmente todos os gerentes-gerais e integrantes do alto escalão têm direito a uma bateria de exames e consultas – um check-up completo – totalmente pago pelo banco e sem custos para a Cassi. Os dirigentes sindicais reivindicaram que todos os trabalhadores tenham acesso ao mesmo tipo de exames e tratamentos nos mesmos moldes.
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