11/01/2016
Bancários cobram respeito a direitos na Dinop em reunião com o BB
Pagamento de Verba de Caráter Pessoal (VCP) pelo prazo de um ano, manutenção dos bancários em suas cidades e preservação de todos os direitos dos trabalhadores atingidos pela reestruturação que começa a ser feita na Dinop (Diretoria de Apoio a Negócios e Operações) do Banco do Brasil. Essas foram as principais reivindicações feitas pela comissão de empresa dos funcionários aos representantes do BB durante reunião na quinta-feira 7.
Conforme exposição feita pelo banco, a Dinop deixa de existir e passa a ter a nomenclatura de Visin (Vice-Presidência de Serviços, Infraestrutura e Operações), com a criação de sete novos centros.
“Essa alteração, segundo o banco, vai envolver a geração de mais vagas em alguns locais e a redução em outros. Reivindicamos mais detalhes sobre essas mudanças e garantias de que os funcionários não serão prejudicados”, destaca João Fukunaga, integrante da comissão de empresa. “Como a Visin se ramificará em vários estados, propusemos que, onde houver extinção de vaga, as pessoas possam se transferir para outros locais de trabalho em sua cidade. Isso evitaria transtornos ao funcionário e à sua família.”
Os dirigentes sindicais solicitaram mais prazo para discutir o tema e propuseram nova reunião no dia 20 de janeiro. O BB não se posicionou sobre o novo encontro nem em relação às reivindicações do movimento sindical.
As cidades mais atingidas, de acordo com a exposição do BB, serão São Paulo, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Campo Grande, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, Manaus, Porto Alegre, Recife, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro e Salvador. Além disso, será criado um centro que cuidará especificamente das PSOs (Plataformas de Suporte Operacional).
“São centenas de trabalhadores envolvidos e é imprescindível aprofundar essa discussão para que ninguém seja prejudicado”, acrescenta Fukunaga.
Conforme exposição feita pelo banco, a Dinop deixa de existir e passa a ter a nomenclatura de Visin (Vice-Presidência de Serviços, Infraestrutura e Operações), com a criação de sete novos centros.
“Essa alteração, segundo o banco, vai envolver a geração de mais vagas em alguns locais e a redução em outros. Reivindicamos mais detalhes sobre essas mudanças e garantias de que os funcionários não serão prejudicados”, destaca João Fukunaga, integrante da comissão de empresa. “Como a Visin se ramificará em vários estados, propusemos que, onde houver extinção de vaga, as pessoas possam se transferir para outros locais de trabalho em sua cidade. Isso evitaria transtornos ao funcionário e à sua família.”
Os dirigentes sindicais solicitaram mais prazo para discutir o tema e propuseram nova reunião no dia 20 de janeiro. O BB não se posicionou sobre o novo encontro nem em relação às reivindicações do movimento sindical.
As cidades mais atingidas, de acordo com a exposição do BB, serão São Paulo, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Campo Grande, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, Manaus, Porto Alegre, Recife, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro e Salvador. Além disso, será criado um centro que cuidará especificamente das PSOs (Plataformas de Suporte Operacional).
“São centenas de trabalhadores envolvidos e é imprescindível aprofundar essa discussão para que ninguém seja prejudicado”, acrescenta Fukunaga.
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