30/09/2015
Denúncia aponta contingenciamento de trabalhadores no BB
Mesmo após ultimato do Ministério Público do Trabalho (MPT) exigir que o Banco do Brasil interrompa a contratação de Locais Alternativos de Continuidade (LAC) para o contingenciamento de trabalhadores, o Sindicato dos Bancários de São Paulo recebeu denúncias de que a prática continua. É comum, durante as greves, os bancos transferirem departamentos inteiros para outros prédios – o que é conhecido como contingenciamento – no intuito de enfraquecer o movimento.
“Esta é mais uma faceta da gestão temerária no Banco do Brasil”, afirma a dirigente sindical Fernanda Lopes. “Em um momento em que lutamos para ampliar direitos dos trabalhadores, os gestores preferem expor o patrimônio do banco correndo risco de levar multa por conta do processo do MPT, ao invés de investir em direitos e melhorias para a classe trabalhadora.”
Na audiência com o MPT, em abril, foi proposto ao banco a assinatura de um termo de ajuste de conduta no qual o BB se comprometeria a não mais fazer uso de LAC. A não assinatura do termo implicaria na abertura de uma ação civil pública contra a instituição e penalidade de R$ 100 milhões.
As denúncias que indicam movimentação para o LAC apontam aumento das verbas administrativas da unidade para os próximos meses, recebimento de grandes quantidades de crachás eletrônicos para ingresso em prédios comerciais e busca de informações para alteração de local de fornecimento de café da manhã e serviços de cantina.
“A greve é um direito constitucional, além de uma ferramenta de luta para melhorar as condições de trabalho”, ressalta Fernanda Lopes. “Ao contratar as contingências, o banco desrespeita esse direito, além de assediar os trabalhadores a se deslocar para esses locais” completa a dirigente, acrescentando que os trabalhadores de concentrações como SAC, Cenop Imobiliário e Edifício São João devem ficar atentos e não esmorecer frente ao assédio dos gestores.
“Esta é mais uma faceta da gestão temerária no Banco do Brasil”, afirma a dirigente sindical Fernanda Lopes. “Em um momento em que lutamos para ampliar direitos dos trabalhadores, os gestores preferem expor o patrimônio do banco correndo risco de levar multa por conta do processo do MPT, ao invés de investir em direitos e melhorias para a classe trabalhadora.”
Na audiência com o MPT, em abril, foi proposto ao banco a assinatura de um termo de ajuste de conduta no qual o BB se comprometeria a não mais fazer uso de LAC. A não assinatura do termo implicaria na abertura de uma ação civil pública contra a instituição e penalidade de R$ 100 milhões.
As denúncias que indicam movimentação para o LAC apontam aumento das verbas administrativas da unidade para os próximos meses, recebimento de grandes quantidades de crachás eletrônicos para ingresso em prédios comerciais e busca de informações para alteração de local de fornecimento de café da manhã e serviços de cantina.
“A greve é um direito constitucional, além de uma ferramenta de luta para melhorar as condições de trabalho”, ressalta Fernanda Lopes. “Ao contratar as contingências, o banco desrespeita esse direito, além de assediar os trabalhadores a se deslocar para esses locais” completa a dirigente, acrescentando que os trabalhadores de concentrações como SAC, Cenop Imobiliário e Edifício São João devem ficar atentos e não esmorecer frente ao assédio dos gestores.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Eleições no Economus começam 16 de abril; Sindicato apoia Lucas Lima e Rodrigo Leite
- Aposentados da Contraf-CUT realizam encontro nacional para balanço de 2025 e planejamento das ações para 2026
- Sindicato convoca assembleia para eleger delegados para o 7º Congresso Nacional da Contraf-CUT
- Após divulgação do lucro do Mercantil, COE solicita reunião para esclarecer valores da PLR
- Erro da Caixa altera eleição do CA: votação será retomada na sexta (6) e terá continuidade na segunda-feira (9)
- Lucro contábil da Caixa ultrapassa os R$ 16 bilhões em 2025
- Licença-paternidade de 20 dias é aprovada no Senado e vai à sanção presidencial
- Comando Nacional dos Bancários define eixos temáticos das conferências estaduais e regionais
- Votação da eleição do CA já começou: vote agora em Fabi Uehara (0001)
- 8 de Março: mulheres contra a violência, fim da escala 6x1 e por representação na política
- Rede do Conhecimento: cursos EAD gratuitos de tira-dúvidas sobre temas bancários começam nesta quarta-feira (4)
- Assembleia elege comissão para condução do processo de eleição da nova direção da Apcef/SP
- Caixa: Aniversariantes de março têm até o dia 31 para fazer a prova de vida na Funcef
- Sindicato recebe candidato da Chapa Cassi para os Associados e reforça importância da participação na eleição da entidade
- Igualdade de Oportunidades: bancárias avançam em pacto com bancos pelo fim da violência de gênero