30/06/2015
Sindicatos exigem documento que garanta manutenção de emprego no HSBC
Em reunião com o HSBC nesta segunda-feira (29), no Hotel Transamérica, em São Paulo, dirigentes da Contraf-CUT, das federações de Bancários de São Paulo e Mato Grosso do Sul e da Bahia e Sergipe - além dos sindicatos dos bancários de São Paulo e da Bahia e da Comissão de Organização dos Empregados (COE) -, reafirmaram o pedido para que seja firmado um documento a fim de garantir a manutenção do emprego aos trabalhadores. O banco decidiu encerrar suas atividades no Brasil e há riscos de demissão.
"Queremos um documento assinado que traga a segurança para o lado mais frágil desse processo de venda, que é o emprego. Esta é uma pauta permanente nos encontros quinzenais com o banco", afirmou o presidente da Contraf-CUT, Roberto von der Osten. "O banco está tranquilo porque sabe que vai vender sua mercadoria. O cliente sabe que não vai perder, pois existem mecanismos que lhe garantem. Quanto ao trabalhador, esse não tem nada e é o mais desprotegido", acrescentou.
"Devemos debater maneiras criativas de evitar demissões", defendeu. O presidente da Contraf-CUT disse esperar também que seja incluído no canal de diálogo (as reuniões quinzenais) o novo comprador do banco.
O banco informou que não poderá assinar documento agora garantindo o emprego. E garantiu que não haverá PDV nem demissão fora do turn over normal.
Participaram do encontro, pelo HSBC, Juliano Marcílio, diretor de Recursos Humanos, e Marino Rodilla, diretor de Relações Sindicais.
Além de Roberto von der Ostem, estiveram na reunião os seguintes dirigentes sindicais: Cristiane Zacarias, coordenadora da Comissão de Organização de Empregados (COE) do HSBC; Liliane Fiuza, diretora do Sindicato dos Bancários de São Paulo; Elder Fontes, do Sindicato dos Bancários da Bahia e representante da Federação da Bahia e Sergipe; e Danilo Anderson Castilho, diretor do Sindicato de Campinas e representante da Federação de São Paulo e Mato Grosso do Sul.
Garantias
Para Liliane Fiuza, a maior preocupação é a manutenção de emprego. "Estamos acompanhando cuidadosamente, também, casos de demissões que já ocorreram para saber o motivo". Cristiane Zacarias, do COE, disse esperar que os bancários não sejam esquecidos. "Foram eles que trabalharam nestes 18 anos e garantiram bons resultados ao banco, que devem ser apresentados nesse primeiro semestre", concluiu.
O dirigente Elder Fontes também ressaltou a necessidade de manutenção do emprego, "além da garantia de que nossas conquistas específicas têm de ser preservadas". A preocupação de Danilo Castilho não é diferente. "Estamos atentos a essa questão do emprego e a reunião de 15 em 15 dias, um pedido e uma conquista nossa, ajuda a acompanhar o processo", observou.
"Queremos um documento assinado que traga a segurança para o lado mais frágil desse processo de venda, que é o emprego. Esta é uma pauta permanente nos encontros quinzenais com o banco", afirmou o presidente da Contraf-CUT, Roberto von der Osten. "O banco está tranquilo porque sabe que vai vender sua mercadoria. O cliente sabe que não vai perder, pois existem mecanismos que lhe garantem. Quanto ao trabalhador, esse não tem nada e é o mais desprotegido", acrescentou.
"Devemos debater maneiras criativas de evitar demissões", defendeu. O presidente da Contraf-CUT disse esperar também que seja incluído no canal de diálogo (as reuniões quinzenais) o novo comprador do banco.
O banco informou que não poderá assinar documento agora garantindo o emprego. E garantiu que não haverá PDV nem demissão fora do turn over normal.
Participaram do encontro, pelo HSBC, Juliano Marcílio, diretor de Recursos Humanos, e Marino Rodilla, diretor de Relações Sindicais.
Além de Roberto von der Ostem, estiveram na reunião os seguintes dirigentes sindicais: Cristiane Zacarias, coordenadora da Comissão de Organização de Empregados (COE) do HSBC; Liliane Fiuza, diretora do Sindicato dos Bancários de São Paulo; Elder Fontes, do Sindicato dos Bancários da Bahia e representante da Federação da Bahia e Sergipe; e Danilo Anderson Castilho, diretor do Sindicato de Campinas e representante da Federação de São Paulo e Mato Grosso do Sul.
Garantias
Para Liliane Fiuza, a maior preocupação é a manutenção de emprego. "Estamos acompanhando cuidadosamente, também, casos de demissões que já ocorreram para saber o motivo". Cristiane Zacarias, do COE, disse esperar que os bancários não sejam esquecidos. "Foram eles que trabalharam nestes 18 anos e garantiram bons resultados ao banco, que devem ser apresentados nesse primeiro semestre", concluiu.
O dirigente Elder Fontes também ressaltou a necessidade de manutenção do emprego, "além da garantia de que nossas conquistas específicas têm de ser preservadas". A preocupação de Danilo Castilho não é diferente. "Estamos atentos a essa questão do emprego e a reunião de 15 em 15 dias, um pedido e uma conquista nossa, ajuda a acompanhar o processo", observou.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- A direita e o centrão querem adiar o fim da 6x1 e criar benefícios fiscais para os empresários!
- CUSC cobra transparência e reunião urgente para debater problemas no Saúde Caixa
- Consulta Nacional mobiliza a categoria bancária em todo o país
- O que é jornada de trabalho, por que é preciso reduzi-la e acabar com a escala 6x1
- Fim da escala 6x1 sem redução salarial beneficiará metade dos trabalhadores do país
- Empregados da Caixa em SP debatem pautas e elegem representantes para o Conecef
- Comando Nacional propõe “Pacto pela saúde dos bancários"
- Lucro contábil da Caixa é de R$ 3,469 bilhões no primeiro trimestre de 2026
- STF confirma constitucionalidade da Lei da Igualdade Salarial e reforça obrigação de transparência das empresas
- Lucro do Banco do Brasil despenca 53,5% no 1º trimestre de 2026
- COE Bradesco debate renovação do Supera para 2026 e garante avanço para gestantes
- Comando Nacional irá à mesa com Fenaban para exigir ambiente de trabalho saudável
- Após cobrança, reunião sobre a Cassi é marcada para essa quinta-feira (14)
- Pela Vida das Mulheres, a Luta é de todos: CUT lança campanha permanente de combate ao feminicídio
- Fechamento de agências e sobrecarga de trabalho dominam reunião entre COE Santander e direção do banco