26/06/2026
COE Itaú entrega pauta de reivindicações ao banco no dia 1º de julho
A Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú e a direção do banco irão se reunir no dia 1º de julho para a entrega da pauta específica de reivindicações dos funcionários da instituição. Inicialmente prevista para o dia 2 de julho, a reunião foi antecipada em razão da realização da primeira rodada de negociações entre o Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), que ocorrerá no mesmo dia.
A pauta de reivindicações foi aprovada durante o Encontro Nacional dos Funcionários do Itaú Unibanco, realizado em São Paulo, com a participação de representantes dos trabalhadores de todas as regiões do país. O documento reúne as principais demandas dos bancários e bancárias do banco para a Campanha Nacional dos Bancários 2026.
Além da entrega da pauta de reivindicações, os representantes dos trabalhadores pretendem discutir com a direção do Itaú as mudanças anunciadas pelo banco no regime de trabalho híbrido. Em comunicado feito ao movimento sindical no último dia 23 de junho, o Itaú informou que passará a exigir quatro dias presenciais por semana para superintendentes a partir de janeiro de 2027 e três dias presenciais por semana para os demais cargos a partir do primeiro trimestre de 2028.
Para a coordenadora nacional da COE Itaú, Valeska Pincovai, o encontro nacional demonstrou a unidade dos trabalhadores em torno dos principais desafios enfrentados pelos bancários e bancárias do banco. “Nosso encontro foi muito positivo, principalmente por aprovar uma pauta de reivindicações bastante completa, com propostas para enfrentar os principais problemas que estamos vivenciando no Itaú. A união demonstrada aqui vai fazer a diferença, e tenho certeza de que saímos ainda mais fortalecidos para continuar a luta e a defesa dos nossos direitos”, afirmou.
Entre as principais preocupações da categoria está a questão da saúde. Segundo Valeska, o aumento dos casos de adoecimento entre os funcionários é consequência da pressão por metas, do assédio moral e da insegurança provocada pelo fechamento de agências. “A cobrança pelo cumprimento das metas, o assédio moral e o medo de perder o emprego diante do fechamento de tantas agências têm adoecido os funcionários. E o banco demonstra um descaso total em relação a isso, ao dificultar o afastamento dos trabalhadores que necessitam de tratamento de saúde”, destacou.
A entrega da pauta marca o início das negociações específicas com o Itaú e faz parte do calendário da Campanha Nacional dos Bancários 2026. No dia seguinte, 2 de julho, o Comando Nacional dos Bancários e a Fenaban realizam a primeira rodada de negociações da campanha nacional, dando início ao processo de debate das reivindicações de toda a categoria bancária.
A pauta de reivindicações foi aprovada durante o Encontro Nacional dos Funcionários do Itaú Unibanco, realizado em São Paulo, com a participação de representantes dos trabalhadores de todas as regiões do país. O documento reúne as principais demandas dos bancários e bancárias do banco para a Campanha Nacional dos Bancários 2026.
Além da entrega da pauta de reivindicações, os representantes dos trabalhadores pretendem discutir com a direção do Itaú as mudanças anunciadas pelo banco no regime de trabalho híbrido. Em comunicado feito ao movimento sindical no último dia 23 de junho, o Itaú informou que passará a exigir quatro dias presenciais por semana para superintendentes a partir de janeiro de 2027 e três dias presenciais por semana para os demais cargos a partir do primeiro trimestre de 2028.
Para a coordenadora nacional da COE Itaú, Valeska Pincovai, o encontro nacional demonstrou a unidade dos trabalhadores em torno dos principais desafios enfrentados pelos bancários e bancárias do banco. “Nosso encontro foi muito positivo, principalmente por aprovar uma pauta de reivindicações bastante completa, com propostas para enfrentar os principais problemas que estamos vivenciando no Itaú. A união demonstrada aqui vai fazer a diferença, e tenho certeza de que saímos ainda mais fortalecidos para continuar a luta e a defesa dos nossos direitos”, afirmou.
Entre as principais preocupações da categoria está a questão da saúde. Segundo Valeska, o aumento dos casos de adoecimento entre os funcionários é consequência da pressão por metas, do assédio moral e da insegurança provocada pelo fechamento de agências. “A cobrança pelo cumprimento das metas, o assédio moral e o medo de perder o emprego diante do fechamento de tantas agências têm adoecido os funcionários. E o banco demonstra um descaso total em relação a isso, ao dificultar o afastamento dos trabalhadores que necessitam de tratamento de saúde”, destacou.
A entrega da pauta marca o início das negociações específicas com o Itaú e faz parte do calendário da Campanha Nacional dos Bancários 2026. No dia seguinte, 2 de julho, o Comando Nacional dos Bancários e a Fenaban realizam a primeira rodada de negociações da campanha nacional, dando início ao processo de debate das reivindicações de toda a categoria bancária.
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