24/03/2015
Comissão de Empresa dos Funcionários se reúne com BB
A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil vai se reunir com a direção da instituição financeira na terça-feira 24, em Brasília, para discutir uma série de questões que afligem os trabalhadores.
Na pauta estarão problemas como os 15 minutos de pausa obrigatória e não remunerada para bancárias, que tem causado revolta entre as funcionárias; manutenção do pagamento de horas extras aos trabalhadores que passaram para seis horas no Plano de Funções Gratificadas (PFG); a situação dos atingidos pelas reestruturações na Diretoria de Governo (Digov) e nas Gerências Regionais de Comércio Exterior (Gecexs); e a ação do Ministério Público do Trabalho (MPT) determinando o retorno ao cargo de escriturário de funcionários que atingiram por processo interno cargos de nível superior, como engenheiros, arquitetos e advogados.
Serão debatidas ainda as medidas adotadas pelo banco e que discriminam e desrespeitam clientes e usuários, como a negativa de fazer transações com valor menor que R$ 800 nos caixas e a recusa de abrir contas correntes de quem ganha menos de R$ 2 mil mensais.
A Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB) foi instituída graças à luta e mobilização dos trabalhadores. Ela é composta por representantes de federações de bancários, indicados pelos sindicatos, que representam os bancários em todo o país. “É inviável organizar uma mesa com um representante por sindicato. Portanto, esta é a forma encontrada para que essas entidades tenham representatividade nacional, refletindo assim a opinião dos bancários de todo o Brasil, que elegeram as direções de seus sindicatos”, explica o diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo e membro da CEBB, Claudio Luiz de Souza.
O dirigente explica ainda que é a CEBB que representa os trabalhadores nas mesas de negociação permanente com o banco, que ocorrem durante todo o ano, e também assessora o Comando Nacional dos Bancários, que negocia com a federação dos bancos (Fenaban) a pauta de reivindicações da categoria durante as campanhas nacionais unificadas. “O Comando, por sua vez, é composto por federações e grandes sindicados. Para o Comando são convidados representantes de todas as matizes ideológicos e correntes políticas do movimento sindical, embora nem todos aceitem essa unidade”, esclarece. Ele acrescenta que o Comando Nacional é organizado pela Confederação dos Trabalhadores do Ramos Financeiro (Contraf), filiada à Central Única dos Trabalhadores (CUT).
Outra atribuição da comissão de empresa é organizar o congresso específico dos funcionários do BB, que ocorre anualmente para debater e preparar a pauta de reivindicações específica dos funcionários do banco para a Campanha Nacional Unificada.
“É também a comissão que representa os funcionários nessas negociações extraordinárias, como a que vai ocorrer na terça”, acrescenta o dirigente. “Esperamos avanços nessa reunião, pois estaremos discutindo questões importantes para todo o funcionalismo”, ressalta Claudio Luiz.
Na pauta estarão problemas como os 15 minutos de pausa obrigatória e não remunerada para bancárias, que tem causado revolta entre as funcionárias; manutenção do pagamento de horas extras aos trabalhadores que passaram para seis horas no Plano de Funções Gratificadas (PFG); a situação dos atingidos pelas reestruturações na Diretoria de Governo (Digov) e nas Gerências Regionais de Comércio Exterior (Gecexs); e a ação do Ministério Público do Trabalho (MPT) determinando o retorno ao cargo de escriturário de funcionários que atingiram por processo interno cargos de nível superior, como engenheiros, arquitetos e advogados.
Serão debatidas ainda as medidas adotadas pelo banco e que discriminam e desrespeitam clientes e usuários, como a negativa de fazer transações com valor menor que R$ 800 nos caixas e a recusa de abrir contas correntes de quem ganha menos de R$ 2 mil mensais.
A Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB) foi instituída graças à luta e mobilização dos trabalhadores. Ela é composta por representantes de federações de bancários, indicados pelos sindicatos, que representam os bancários em todo o país. “É inviável organizar uma mesa com um representante por sindicato. Portanto, esta é a forma encontrada para que essas entidades tenham representatividade nacional, refletindo assim a opinião dos bancários de todo o Brasil, que elegeram as direções de seus sindicatos”, explica o diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo e membro da CEBB, Claudio Luiz de Souza.
O dirigente explica ainda que é a CEBB que representa os trabalhadores nas mesas de negociação permanente com o banco, que ocorrem durante todo o ano, e também assessora o Comando Nacional dos Bancários, que negocia com a federação dos bancos (Fenaban) a pauta de reivindicações da categoria durante as campanhas nacionais unificadas. “O Comando, por sua vez, é composto por federações e grandes sindicados. Para o Comando são convidados representantes de todas as matizes ideológicos e correntes políticas do movimento sindical, embora nem todos aceitem essa unidade”, esclarece. Ele acrescenta que o Comando Nacional é organizado pela Confederação dos Trabalhadores do Ramos Financeiro (Contraf), filiada à Central Única dos Trabalhadores (CUT).
Outra atribuição da comissão de empresa é organizar o congresso específico dos funcionários do BB, que ocorre anualmente para debater e preparar a pauta de reivindicações específica dos funcionários do banco para a Campanha Nacional Unificada.
“É também a comissão que representa os funcionários nessas negociações extraordinárias, como a que vai ocorrer na terça”, acrescenta o dirigente. “Esperamos avanços nessa reunião, pois estaremos discutindo questões importantes para todo o funcionalismo”, ressalta Claudio Luiz.
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