25/10/2013
Itaú: bancários aprovam e PCR será paga junto com PLR nesta sexta
Conforme levantamento preliminar da Contraf-CUT, os funcionários do Itaú, reunidos em assembleias na noite de terça-feira (22) em todo país, aprovaram a proposta feita pela direção do banco para a PCR (Participação Complementar de Resultados). Com isso, os bancários receberão R$ 1.950 neste ano e R$ 2.080 em 2014, ambos sem desconto da PLR (Participação nos Lucros e Resultados) da categoria.
O montante deste ano será pago nesta sexta-feira (25), junto com a antecipação da regra básica (54% do salário mais valor fixo de R$ 1.016,40, limitado a R$ 5.452,49) e da parcela adicional (distribuição linear de 2,2% do lucro do primeiro semestre, com teto de R$ 1.694,00) da PLR.
O novo valor representa um reajuste de 8,33% sobre o valor de 2012, quando os bancários receberam R$ 1.800. Já o total a ser pago em 2014 significa reajuste de 6,67% sobre o montante de 2013.
Pós e segunda graduação
A proposta aprovada, apresentada pelo banco em negociação com a Contraf-CUT, federações e sindicatos na última quinta-feira (17) em São Paulo, também amplia a abrangência das bolsas de estudo, que passam a contemplar, além da primeira graduação, a pós ou a segunda graduação.
São 5 mil bolsas no valor de R$ 320 ao mês cada, sendo 1 mil reservadas para pessoas com deficiência. "A mobilização e a participação dos trabalhadores sempre trazem conquistas. Primeiro com a nova Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), que conquistou novamente aumento real e valorização da categoria, e agora com o PCR", afirma a secretária-geral da Contraf-CUT e diretora executiva do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Ivone Silva, que participou da construção da proposta.
O montante deste ano será pago nesta sexta-feira (25), junto com a antecipação da regra básica (54% do salário mais valor fixo de R$ 1.016,40, limitado a R$ 5.452,49) e da parcela adicional (distribuição linear de 2,2% do lucro do primeiro semestre, com teto de R$ 1.694,00) da PLR.
O novo valor representa um reajuste de 8,33% sobre o valor de 2012, quando os bancários receberam R$ 1.800. Já o total a ser pago em 2014 significa reajuste de 6,67% sobre o montante de 2013.
Pós e segunda graduação
A proposta aprovada, apresentada pelo banco em negociação com a Contraf-CUT, federações e sindicatos na última quinta-feira (17) em São Paulo, também amplia a abrangência das bolsas de estudo, que passam a contemplar, além da primeira graduação, a pós ou a segunda graduação.
São 5 mil bolsas no valor de R$ 320 ao mês cada, sendo 1 mil reservadas para pessoas com deficiência. "A mobilização e a participação dos trabalhadores sempre trazem conquistas. Primeiro com a nova Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), que conquistou novamente aumento real e valorização da categoria, e agora com o PCR", afirma a secretária-geral da Contraf-CUT e diretora executiva do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Ivone Silva, que participou da construção da proposta.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Sindicato, empregados e demais entidades sindicais apoiam candidatura de Fabiana Uehara para o CA da Caixa
- Fique atento ao horário especial de funcionamento do Sindicato no Carnaval
- Banco Mercantil pagará segunda parcela da PLR no dia 4 de março
- PLR do Bradesco será paga no dia 27 de fevereiro
- Conquista do Sindicato: Mais 310 mulheres se formam com bolsas do projeto Mais Mulheres na TI
- Atendendo a pedido dos Sindicatos, Banco do Brasil antecipa pagamento da PLR para 3 de março
- ContrafCast aborda os impactos positivos da isenção do Imposto de Renda sobre o PIB
- COE Bradesco solicita o pagamento do PRB e banco nega
- Confira como vão funcionar os bancos durante o carnaval
- Cobranças levam Caixa a corrigir distorções no Super Caixa
- Fim da escala 6x1 avança na Câmara e reforça pauta histórica do Sindicato
- Participe da enquete sobre o PL 581/2019 que trata da isenção de IR sobre a PLR
- Associações representativas e Sindicato orientam voto na AGO da Cabesp
- Reforma do Imposto de Renda amplia isenção e avança na justiça tributária para trabalhadores
- Bradesco lucra R$ 24,6 bilhões em 2025, mas fecha quase 2 mil postos e reduz rede de atendimento