17/11/2025
COP 30: trabalhadores apoiam Plano de Ação em Saúde de adaptação às mudanças climáticas
Durante as atividades da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), dirigentes do movimento sindical bancário cutista participaram, na sexta-feira (14), do evento de lançamento do Plano Ação em Saúde de Belém, realizado pelo Ministério da Saúde (MS).
O documento reúne uma série de ações para que os países tenham seus sistemas de saúde preparados para os efeitos das mudanças climáticas, especialmente às populações mais vulneráveis. "Estamos convocando um mutirão mundial para proteger a saúde das pessoas mais vulneráveis, reforçando a preparação dos sistemas de saúde para enfrentar o calor extremo, enchentes, secas e outras emergências”, declarou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante a cerimônia.
Padilha também lembrou as mais de 540 mil mortes, no ano passado, como resultado das ondas de calor extremo em algumas regiões do planeta. Segundo o Ministério da Saúde, o projeto é o primeiro plano internacional de adaptação climática dedicado exclusivamente à saúde. Segundo MS, 80 países e organizações já aderiram Plano de Ação em Saúde de Belém.
O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, ressaltou que trazer a saúde para o centro dos debates tende a melhorar a mobilização mundial para enfrentar a crise climática. "A saúde é a razão mais convincente para agirmos em relação ao clima, mas, por muito tempo, ela foi relegada a um segundo plano nas negociações climáticas. O Plano de Belém muda isso, ao apresentar ações concretas que os países podem colocar em prática ao construir comunidades mais saudáveis e resilientes em um mundo em aquecimento", pontuou.
A delegação de dirigentes do movimento sindical cutista participou do evento. "Como destacou o presidente Lula, no discurso de abertura da COP30, a mudança climática já não é uma ameaça do futuro, é uma tragédia presente, e que atinge, especialmente, as populações mais desassistidas", explicou Elaine Cutis, a secretária de Políticas Sociais da Confederação Nacional dos Trabalhadores e das Trabalhadoras do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).
Ela observou ainda que os trabalhadores bancários marcaram presença no evento para lançar o Plano Ação em Saúde de Belém por se tratar de um tema diretamente relacionado aos interesses da categoria. "O movimento sindical está atento a todos os temas de interesse da classe trabalhadora e, apoiar esta iniciativa faz parte dessa estratégia", completou a dirigente.
Elaine Cutis reforçou ainda a participação em outros debates que vem ocorrendo desde o dia 12, tanto na COP30 quanto na Cúpula dos Povos, que está acontecendo em paralelo à Conferência do Clima.
"Não haverá futuro para humanidade, como a conhecemos hoje, nem para a Amazônia, sem trabalho decente e sem a defesa de um modelo de vida sustentável. E todos esses debates estão ocorrendo, agora, com lideranças sociais e políticas de vários países. Esperamos, portanto, sair da COP30 e da Cúpula dos Povos, com mais capacidade de atuação e articulação para alcançar o mundo que queremos e que precisamos", concluiu Elaine Cutis.
Além de representantes da Contraf-CUT, como Elaine Cutis (Secretaria de Políticas Sociais); Walcir Previtale (Secretaria de Assuntos Socioeconômicos); Rita Berlofa (Secretaria de Relações Internacionais); Jeferson Meira (Secretaria de Relações do Trabalho); e Katia Cadena (dirigente), a delegação de representantes sindicais bancários na Cúpula dos Povos ultrapassa, em número, 50 pessoas.
Na tarde da última sexta (14), a categoria bancária participou ainda do Lançamento da agenda estratégica Mais Saúde Amazônia Brasil, também do Ministério da Saúde, para fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) na região, com foco na adaptação das políticas públicas de saúde às mudanças climáticas.
O documento reúne uma série de ações para que os países tenham seus sistemas de saúde preparados para os efeitos das mudanças climáticas, especialmente às populações mais vulneráveis. "Estamos convocando um mutirão mundial para proteger a saúde das pessoas mais vulneráveis, reforçando a preparação dos sistemas de saúde para enfrentar o calor extremo, enchentes, secas e outras emergências”, declarou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante a cerimônia.
Padilha também lembrou as mais de 540 mil mortes, no ano passado, como resultado das ondas de calor extremo em algumas regiões do planeta. Segundo o Ministério da Saúde, o projeto é o primeiro plano internacional de adaptação climática dedicado exclusivamente à saúde. Segundo MS, 80 países e organizações já aderiram Plano de Ação em Saúde de Belém.
O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, ressaltou que trazer a saúde para o centro dos debates tende a melhorar a mobilização mundial para enfrentar a crise climática. "A saúde é a razão mais convincente para agirmos em relação ao clima, mas, por muito tempo, ela foi relegada a um segundo plano nas negociações climáticas. O Plano de Belém muda isso, ao apresentar ações concretas que os países podem colocar em prática ao construir comunidades mais saudáveis e resilientes em um mundo em aquecimento", pontuou.
A delegação de dirigentes do movimento sindical cutista participou do evento. "Como destacou o presidente Lula, no discurso de abertura da COP30, a mudança climática já não é uma ameaça do futuro, é uma tragédia presente, e que atinge, especialmente, as populações mais desassistidas", explicou Elaine Cutis, a secretária de Políticas Sociais da Confederação Nacional dos Trabalhadores e das Trabalhadoras do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).
Ela observou ainda que os trabalhadores bancários marcaram presença no evento para lançar o Plano Ação em Saúde de Belém por se tratar de um tema diretamente relacionado aos interesses da categoria. "O movimento sindical está atento a todos os temas de interesse da classe trabalhadora e, apoiar esta iniciativa faz parte dessa estratégia", completou a dirigente.
Elaine Cutis reforçou ainda a participação em outros debates que vem ocorrendo desde o dia 12, tanto na COP30 quanto na Cúpula dos Povos, que está acontecendo em paralelo à Conferência do Clima.
"Não haverá futuro para humanidade, como a conhecemos hoje, nem para a Amazônia, sem trabalho decente e sem a defesa de um modelo de vida sustentável. E todos esses debates estão ocorrendo, agora, com lideranças sociais e políticas de vários países. Esperamos, portanto, sair da COP30 e da Cúpula dos Povos, com mais capacidade de atuação e articulação para alcançar o mundo que queremos e que precisamos", concluiu Elaine Cutis.
Além de representantes da Contraf-CUT, como Elaine Cutis (Secretaria de Políticas Sociais); Walcir Previtale (Secretaria de Assuntos Socioeconômicos); Rita Berlofa (Secretaria de Relações Internacionais); Jeferson Meira (Secretaria de Relações do Trabalho); e Katia Cadena (dirigente), a delegação de representantes sindicais bancários na Cúpula dos Povos ultrapassa, em número, 50 pessoas.
Na tarde da última sexta (14), a categoria bancária participou ainda do Lançamento da agenda estratégica Mais Saúde Amazônia Brasil, também do Ministério da Saúde, para fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) na região, com foco na adaptação das políticas públicas de saúde às mudanças climáticas.
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