31/05/2024
Em parceria com Governo Federal, BB apresenta iniciativa de inclusão LGBTQIA+
O Banco do Brasil e a Secretaria Nacional dos Direitos das Pessoas de pessoas LGBTQIA+, do Governo Federal, lançaram, na última quarta-feira (29), em parceria, a marca “LGBTQIA+ Cidadania”, para reunir ações estratégias e prioritárias no enfrentamento às desigualdades que afetam a este público.
A secretária da Juventude da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Bianca Garbelini, que também é militante LGBTQIA+, participou do evento representando a Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB). “A iniciativa responde ao Movimento Salário Digno do Pacto Global, iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU), e que inclui a população LGBTQIA+, para que também tenha acesso a um emprego digno e competitividade igual para concorrer aos cargos de liderança”, explicou.
A funcionária do BB e coordenadora da CEBB, Fernanda Lopes, completou que, além de estar nos debates da mesa Igualdade de Oportunidade, conquistada pelos trabalhadores em 2000, o tema faz parte da minuta específica de reivindicações dos funcionários do Banco do Brasil. “Nosso compromisso, como movimento sindical bancário, no combate às desigualdades contra a população LGBTQIA+ é histórico. E avaliamos que esses compromissos, divulgados entre BB e o governo, dialogam diretamente com nossas pautas”, ressaltou.
Iniciativa
A iniciativa parte de um investimento inicial de R$ 1 milhão, do Banco do Brasil, por meio da Fundação BB. O recurso será voltado para a estruturação de projetos sociais para a causa LGBTQIA+, em 2024. O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), por meio da Secretaria Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, é quem ficará responsável por definir as entidades que irão receber os recursos.
Cassi
Outro anúncio relevante anunciado pelo Banco do Brasil é a criação de um núcleo de atenção à saúde da população LGBTQIA+ dentro da Cassi, a Caixa de Assistência de Saúde dos funcionários do BB.
“É fundamental que haja uma política específica para a população LGBTQIA+, que leve em consideração as questões de cada grupo contemplado na sigla, tanto nos aspectos de saúde física quanto de saúde mental”, explicou Bia Garbelini. “E essa política de saúde deve ser pensada entendendo como as vulnerabilidades, às quais estamos expostos, impactam nossa saúde, para um atendimento mais acolhedor e humanizado e que viabilize tudo o que for necessário para garantir o acesso à saúde integral”, completou.
Fernanda Lopes, que também é conselheira da Cassi, lembrou que o núcleo de atenção à saúde para pessoas LGBTQIA+ atende a pautas dos funcionários entregues ao BB e à Caixa de Assistência de Saúde dos funcionários do BB. “A partir de agora, vamos acompanhar a implementação da proposta, para que o atendimento se inicie o mais breve possível”, destacou.
A secretária da Juventude da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Bianca Garbelini, que também é militante LGBTQIA+, participou do evento representando a Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB). “A iniciativa responde ao Movimento Salário Digno do Pacto Global, iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU), e que inclui a população LGBTQIA+, para que também tenha acesso a um emprego digno e competitividade igual para concorrer aos cargos de liderança”, explicou.
A funcionária do BB e coordenadora da CEBB, Fernanda Lopes, completou que, além de estar nos debates da mesa Igualdade de Oportunidade, conquistada pelos trabalhadores em 2000, o tema faz parte da minuta específica de reivindicações dos funcionários do Banco do Brasil. “Nosso compromisso, como movimento sindical bancário, no combate às desigualdades contra a população LGBTQIA+ é histórico. E avaliamos que esses compromissos, divulgados entre BB e o governo, dialogam diretamente com nossas pautas”, ressaltou.
Iniciativa
A iniciativa parte de um investimento inicial de R$ 1 milhão, do Banco do Brasil, por meio da Fundação BB. O recurso será voltado para a estruturação de projetos sociais para a causa LGBTQIA+, em 2024. O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), por meio da Secretaria Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, é quem ficará responsável por definir as entidades que irão receber os recursos.
Cassi
Outro anúncio relevante anunciado pelo Banco do Brasil é a criação de um núcleo de atenção à saúde da população LGBTQIA+ dentro da Cassi, a Caixa de Assistência de Saúde dos funcionários do BB.
“É fundamental que haja uma política específica para a população LGBTQIA+, que leve em consideração as questões de cada grupo contemplado na sigla, tanto nos aspectos de saúde física quanto de saúde mental”, explicou Bia Garbelini. “E essa política de saúde deve ser pensada entendendo como as vulnerabilidades, às quais estamos expostos, impactam nossa saúde, para um atendimento mais acolhedor e humanizado e que viabilize tudo o que for necessário para garantir o acesso à saúde integral”, completou.
Fernanda Lopes, que também é conselheira da Cassi, lembrou que o núcleo de atenção à saúde para pessoas LGBTQIA+ atende a pautas dos funcionários entregues ao BB e à Caixa de Assistência de Saúde dos funcionários do BB. “A partir de agora, vamos acompanhar a implementação da proposta, para que o atendimento se inicie o mais breve possível”, destacou.

Papel da marca “LGBTQIA+ Cidadania”
A secretária de políticas sociais da Contraf-CUT, Elaine Cutis, avaliou que a marca “LGBTQIA+ Cidadania”, é fundamental na construção estratégica de políticas para a redução de desigualdades sociais. “Ao melhorar a representatividade desse grupo nas empresa, para que possam competir, em igualdade de oportunidade, aos cargos de liderança, combatemos a discriminação e caminhamos para uma sociedade justa”, completou.
Fernanda Lopes reforçou a importância da “participação do BB, como banco público, junto ao ministério, para ajudar o país a corrigir essas distorções”, ao lembrar que, em anos recentes, de governos anti-democráticos no país, a então direção do banco chegou cancelar propagada marcada pela diversidade, com atores e atrizes negros e jovens tatuados.
A secretária de políticas sociais da Contraf-CUT, Elaine Cutis, avaliou que a marca “LGBTQIA+ Cidadania”, é fundamental na construção estratégica de políticas para a redução de desigualdades sociais. “Ao melhorar a representatividade desse grupo nas empresa, para que possam competir, em igualdade de oportunidade, aos cargos de liderança, combatemos a discriminação e caminhamos para uma sociedade justa”, completou.
Fernanda Lopes reforçou a importância da “participação do BB, como banco público, junto ao ministério, para ajudar o país a corrigir essas distorções”, ao lembrar que, em anos recentes, de governos anti-democráticos no país, a então direção do banco chegou cancelar propagada marcada pela diversidade, com atores e atrizes negros e jovens tatuados.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Sindicato recebe lançamento do livro “Vai pra Cuba!... E eu fui!” com presença do autor e roda de conversa
- Eleições da Funcef: Participantes escolhem novos representantes para a Diretoria de Benefícios e conselhos
- Governo Lula prepara programa para renegociação de dívidas, que pode prever descontos de até 80%
- STF publica acórdão que inviabiliza a tese da “Revisão da Vida Toda”
- Representação dos empregados cobra diálogo e mudanças no Super Caixa em reunião com Vice-Presidência de Pessoas
- VAI ROLAR! Vem aí o Torneio de Futebol Society dos Bancários
- Eleições na Previ: conheça as propostas da Chapa 2 "Previ para os Associados"
- Funcef fecha 2025 com resultado positivo e alívio para os participantes
- Trabalhadores ocuparão Brasília pela redução da jornada e fim da 6x1, no dia 15
- GT de Saúde cobra respostas do Itaú sobre práticas que afetam bancários afastados
- Bancária e bancário, já começou a Consulta Nacional 2026. Participe!
- Por trás do alto nível de endividamento no país: enquanto governo busca soluções, Bacen penaliza população com juros altos
- Eleições Previ: Reunião com candidatos da Chapa 2, em Catanduva, reforça papel do diálogo e da informação na defesa dos associados
- Cartões de marcas próprias: aliados do varejo, vilões do orçamento
- Sindicato e Contraf-CUT cobram mudanças no programa Super Caixa e alertam para possíveis prejuízos aos trabalhadores