20/05/2024
Comitê de crise discute medidas de apoio aos bancários atingidos pelas enchentes no RS
Nesta segunda-feira (20), o Comitê de Crise, formado por representantes sindicais da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), da Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro do Rio Grande do Sul (Fetrafi-RS) e do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre (SindBancários/PoA), além de membros da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), se reuniu pela quarta vez para avaliar a situação das enchentes que assolam a região. A reunião foi realizada em formato digital.
Os representantes dos bancários destacaram a necessidade de manter medidas de acolhimento aos trabalhadores afetados, apesar do recuo das águas em algumas áreas. Entre as medidas estão o abono dos dias de trabalho para aqueles impossibilitados de comparecer, a não abertura de agências sem água ou luz, a suspensão de metas e a garantia de auxílio moradia até que os bancários possam retornar às suas casas.
Os bancos, por sua vez, apresentaram um panorama das ações implementadas, informando que aproximadamente 150 agências permanecem fechadas e que há dificuldades logísticas na entrega de numerário. Contudo, destacaram que a situação está em processo de melhora. Também foi manifestada a preocupação com o aumento do fluxo de acesso às agências e com os potenciais problemas de saúde decorrentes do contato com as águas contaminadas.
A dificuldade de mapear precisamente os impactos sobre os bancários foi ressaltada, uma vez que o acesso às moradias depende do recuo das águas. Os bancos estão oferecendo atendimento médico e psicológico, cientes das possíveis complicações de saúde entre os funcionários.
Os representantes sindicais enfatizaram a importância de avançar nas medidas de reconstrução, garantindo auxílio moradia, especialmente em casos em que a volta para casa dependerá de reformas significativas ou da necessidade de mudança de imóvel. A redução da pressão por metas até a normalização da situação econômica foi solicitada, assim como o apoio na limpeza das moradias, com a disponibilização de materiais de limpeza, EPIs, e a reposição de móveis e eletrodomésticos.
A comunicação com os bancários atingidos foi apontada como essencial. O movimento sindical reivindicou que os bancos informem os trabalhadores sobre as medidas em curso e os canais de contato com as entidades sindicais.
Mauro Salles, secretário de Saúde da Contraf-CUT, afirmou que a entidade está “atenta e solidária aos bancários neste momento difícil. Os sindicatos estão organizados para ajudar quem precisa. Qualquer dificuldade, não vacile, entre em contato com teu sindicato.”
Uma nova reunião do Comitê de Crise está agendada para a próxima semana, com o objetivo de dar continuidade às discussões e avaliar os progressos das medidas implementadas.
Os representantes dos bancários destacaram a necessidade de manter medidas de acolhimento aos trabalhadores afetados, apesar do recuo das águas em algumas áreas. Entre as medidas estão o abono dos dias de trabalho para aqueles impossibilitados de comparecer, a não abertura de agências sem água ou luz, a suspensão de metas e a garantia de auxílio moradia até que os bancários possam retornar às suas casas.
Os bancos, por sua vez, apresentaram um panorama das ações implementadas, informando que aproximadamente 150 agências permanecem fechadas e que há dificuldades logísticas na entrega de numerário. Contudo, destacaram que a situação está em processo de melhora. Também foi manifestada a preocupação com o aumento do fluxo de acesso às agências e com os potenciais problemas de saúde decorrentes do contato com as águas contaminadas.
A dificuldade de mapear precisamente os impactos sobre os bancários foi ressaltada, uma vez que o acesso às moradias depende do recuo das águas. Os bancos estão oferecendo atendimento médico e psicológico, cientes das possíveis complicações de saúde entre os funcionários.
Os representantes sindicais enfatizaram a importância de avançar nas medidas de reconstrução, garantindo auxílio moradia, especialmente em casos em que a volta para casa dependerá de reformas significativas ou da necessidade de mudança de imóvel. A redução da pressão por metas até a normalização da situação econômica foi solicitada, assim como o apoio na limpeza das moradias, com a disponibilização de materiais de limpeza, EPIs, e a reposição de móveis e eletrodomésticos.
A comunicação com os bancários atingidos foi apontada como essencial. O movimento sindical reivindicou que os bancos informem os trabalhadores sobre as medidas em curso e os canais de contato com as entidades sindicais.
Mauro Salles, secretário de Saúde da Contraf-CUT, afirmou que a entidade está “atenta e solidária aos bancários neste momento difícil. Os sindicatos estão organizados para ajudar quem precisa. Qualquer dificuldade, não vacile, entre em contato com teu sindicato.”
Uma nova reunião do Comitê de Crise está agendada para a próxima semana, com o objetivo de dar continuidade às discussões e avaliar os progressos das medidas implementadas.
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