29/08/2025
Representantes do GT Banco do Futuro definem pautas da próxima reunião com a Caixa
O Grupo de Trabalho (GT) Banco do Futuro se reuniu na última quarta-feira (27/08) para discutir e organizar as pautas que serão apresentadas à Caixa na próxima reunião, prevista para a próxima semana.
Entre os principais pontos debatidos está o acompanhamento do projeto Teia, migração digital e a materialização de conceitos como super caixa e Caixa Verso. O grupo também ressaltou os apontamentos durante o 40º Congresso Nacional das Empregadas e Empregados da Caixa Econômica Federal (Conecef).
Sobre os impactos do projeto Teia, os participantes vão cobrar da Caixa informações sobre o andamento e os resultados da iniciativa, as entregas realizadas e como a direção avalia os próximos passos. “É preciso que a Caixa se posicione sobre como foram esses dois anos de projeto e o que se espera daqui para frente. É bastante razoável que tanto investimento traga retorno e é isso que queremos saber’. afirmou Rafael de Castro, diretor da Fenae, membro da CEE/Caixa e do GT Banco do Futuro.
Os representantes também têm como prioridade pautar a direção da empresa sobre sistemas de mensuração de resultado, que compara unidades internas e estimula disputas entre agências. Para os representantes, esse modelo gera clima de competição excessiva, prejudica a saúde dos empregados e não contribui para o papel social da Caixa.
“Queremos construir com a Caixa e seu conjunto de empregados um método para competir com o mercado externo, fortalecendo o banco como instrumento de crédito, bancarização, inclusão e desenvolvimento social e não esse ambiente acirrado internamente, adoecendo e favorecendo o ambiente de terror, que vai na contramão do que a Caixa é: o banco do povo!”, argumentou Rafael.
A migração digital, a criação de novos modelos de agência e a materialização de conceitos como super caixa e Caixa Verso foram outros assuntos debatidos. O GT entende que a inovação precisa estar conectada às demandas reais da população e dos trabalhadores.
Sobre o modelo das agências digitais, o grupo refletiu que o movimento tem preocupado, sobretudo pela forma como a Caixa vem conduzindo a realocação e redistribuição repentina de empregados. “Muitos clientes já haviam migrado de agências físicas para digitais há menos de 30 dias e agora se deparam com novas mudanças de unidades ou de gerentes responsáveis pelo atendimento, sem qualquer aviso prévio”, destacou Joana Lustosa, integrante do GT e diretora da Apcef/AP.
Joana acrescenta que a falta de comunicação pode gerar insatisfação e comprometer a relação com os clientes. “Além disso, a ausência de planejamento estratégico afeta a motivação dos empregados, reforçando a urgência de repensar o modelo de atuação das agências digitais”, ressaltou.
O grupo enfatizou a relevância de trazer o debate para o aspecto humano, abordando tanto o impacto das mudanças tecnológicas no atendimento social quanto a necessidade de novas soluções digitais. A reunião também trouxe reflexões sobre a implementação do atendimento digital na Caixa.
O debate sobre inovação incluiu ainda a possibilidade de desenvolver aplicativos semelhantes aos de instituições digitais, que ampliem a competitividade da Caixa no mercado e ofereçam novas formas de relacionamento com clientes.
Conecef
O grupo reforçou a discussão feita durante o Conecef, sobre o uso da Inteligência Artificial (IA) nos processos do banco, e reiterou a visão de que a Caixa do Futuro deve permanecer como instrumento de transformação social, equilibrando tecnologia, inovação e compromisso com o atendimento humano.
Entre os principais pontos debatidos está o acompanhamento do projeto Teia, migração digital e a materialização de conceitos como super caixa e Caixa Verso. O grupo também ressaltou os apontamentos durante o 40º Congresso Nacional das Empregadas e Empregados da Caixa Econômica Federal (Conecef).
Sobre os impactos do projeto Teia, os participantes vão cobrar da Caixa informações sobre o andamento e os resultados da iniciativa, as entregas realizadas e como a direção avalia os próximos passos. “É preciso que a Caixa se posicione sobre como foram esses dois anos de projeto e o que se espera daqui para frente. É bastante razoável que tanto investimento traga retorno e é isso que queremos saber’. afirmou Rafael de Castro, diretor da Fenae, membro da CEE/Caixa e do GT Banco do Futuro.
Os representantes também têm como prioridade pautar a direção da empresa sobre sistemas de mensuração de resultado, que compara unidades internas e estimula disputas entre agências. Para os representantes, esse modelo gera clima de competição excessiva, prejudica a saúde dos empregados e não contribui para o papel social da Caixa.
“Queremos construir com a Caixa e seu conjunto de empregados um método para competir com o mercado externo, fortalecendo o banco como instrumento de crédito, bancarização, inclusão e desenvolvimento social e não esse ambiente acirrado internamente, adoecendo e favorecendo o ambiente de terror, que vai na contramão do que a Caixa é: o banco do povo!”, argumentou Rafael.
A migração digital, a criação de novos modelos de agência e a materialização de conceitos como super caixa e Caixa Verso foram outros assuntos debatidos. O GT entende que a inovação precisa estar conectada às demandas reais da população e dos trabalhadores.
Sobre o modelo das agências digitais, o grupo refletiu que o movimento tem preocupado, sobretudo pela forma como a Caixa vem conduzindo a realocação e redistribuição repentina de empregados. “Muitos clientes já haviam migrado de agências físicas para digitais há menos de 30 dias e agora se deparam com novas mudanças de unidades ou de gerentes responsáveis pelo atendimento, sem qualquer aviso prévio”, destacou Joana Lustosa, integrante do GT e diretora da Apcef/AP.
Joana acrescenta que a falta de comunicação pode gerar insatisfação e comprometer a relação com os clientes. “Além disso, a ausência de planejamento estratégico afeta a motivação dos empregados, reforçando a urgência de repensar o modelo de atuação das agências digitais”, ressaltou.
O grupo enfatizou a relevância de trazer o debate para o aspecto humano, abordando tanto o impacto das mudanças tecnológicas no atendimento social quanto a necessidade de novas soluções digitais. A reunião também trouxe reflexões sobre a implementação do atendimento digital na Caixa.
O debate sobre inovação incluiu ainda a possibilidade de desenvolver aplicativos semelhantes aos de instituições digitais, que ampliem a competitividade da Caixa no mercado e ofereçam novas formas de relacionamento com clientes.
Conecef
O grupo reforçou a discussão feita durante o Conecef, sobre o uso da Inteligência Artificial (IA) nos processos do banco, e reiterou a visão de que a Caixa do Futuro deve permanecer como instrumento de transformação social, equilibrando tecnologia, inovação e compromisso com o atendimento humano.
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