01/11/2023
“Santander deve contribuir com retomada da economia brasileira”, afirma coordenadora da COE
A presidenta mundial do grupo Santander afirmou que o crescimento econômico é mais importante que o ajuste fiscal. A declaração foi em resposta às últimas declarações do presidente Lula, indicando que a meta fiscal de 2024 não precisa ser zero, e que esse resultado dificilmente será atingido porque, inclusive, não quer reduzir investimentos e obras no ano que vem.
“O mais importante é que voltemos a crescer. As contas fiscais vão se equilibrar se formos capazes de crescer”, disse Ana Botín, em entrevista a jornalistas em Madri.
Para Wanessa de Queiroz, coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander, a redução dos juros é fundamental para a economia do país voltar a crescer.
“Não só a taxa Selic, definida pelo Banco Central, mas também a praticada pelos bancos, para que o crédito se torne mais acessível a fim de dinamizar a economia”, afirmou ao lembrar que o movimento sindical segue em campanha, nas ruas e nas redes sociais, para cobrar do Banco Central a redução da Selic.
Wanessa acrescenta que os bancos também devem contribuir com o crescimento da economia, não só por meio da redução dos juros, mas interrompendo as demissões e também as terceirizações, que reduzem salários e direitos.
“O setor financeiro é um dos mais lucrativos do país e, como uma concessão pública, têm o dever de contribuir com o crescimento da economia, por meio da redução dos juros e da geração de empregos. Crescimento do país que a própria presidente global do Santander disse ser prioridade. Por isso, cabe a pergunta: o Santander vai contribuir com o desenvolvimento do país ou seguir favorecendo os rentistas, seja por meio da cobrança de juros ou tarifas bancárias, que são altíssimas e estrangulam a economia e a população?”, questionou Wanessa.
“O mais importante é que voltemos a crescer. As contas fiscais vão se equilibrar se formos capazes de crescer”, disse Ana Botín, em entrevista a jornalistas em Madri.
Para Wanessa de Queiroz, coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander, a redução dos juros é fundamental para a economia do país voltar a crescer.
“Não só a taxa Selic, definida pelo Banco Central, mas também a praticada pelos bancos, para que o crédito se torne mais acessível a fim de dinamizar a economia”, afirmou ao lembrar que o movimento sindical segue em campanha, nas ruas e nas redes sociais, para cobrar do Banco Central a redução da Selic.
Wanessa acrescenta que os bancos também devem contribuir com o crescimento da economia, não só por meio da redução dos juros, mas interrompendo as demissões e também as terceirizações, que reduzem salários e direitos.
“O setor financeiro é um dos mais lucrativos do país e, como uma concessão pública, têm o dever de contribuir com o crescimento da economia, por meio da redução dos juros e da geração de empregos. Crescimento do país que a própria presidente global do Santander disse ser prioridade. Por isso, cabe a pergunta: o Santander vai contribuir com o desenvolvimento do país ou seguir favorecendo os rentistas, seja por meio da cobrança de juros ou tarifas bancárias, que são altíssimas e estrangulam a economia e a população?”, questionou Wanessa.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Bancários do Bradesco aprovam acordos de PPR e PRB
- Santander paga antecipação da PLR 2026 até 30 de setembro
- Após cobrança da Contraf-CUT e mobilização dos empregados, Caixa marca mesa de negociação para quarta-feira (16)
- Bradesco antecipa pagamento da PLR para sexta-feira (18)
- Bradesco: Assembleia nesta terça-feira (15) vai deliberar sobre acordo de PPR
- Nota de Pesar: Morre Artur Henrique da Silva, referência do movimento sindical brasileiro
- Caixa reabre negociação com entidades e suspende medidas sobre direitos
- Maioria das bases rejeita proposta da Caixa e greve continua
- Trabalhadores assinam ACT do BB com vigência até 2028
- Bancários de Catanduva e região rejeitam proposta de ACT da Caixa
- Banco Mercantil pagará primeira parcela da PLR em 25 de setembro
- Bancários de Catanduva e região aprovam ACT do Banco do Brasil
- Empregados da Caixa iniciam greve por tempo indeterminado em Catanduva e região
- CCT 2026-2028 assinada: com aumento real sobre todas cláusulas econômicas e novas conquistas
- Assembleia: empregados da Caixa votam proposta de ACT nesta sexta-feira (11)