11/04/2023
Movimento sindical cobra do Santander o agendamento de perícias junto ao INSS
O movimento sindical tem recebido denúncias de que bancários do Santander estão com dificuldades com a marcação de perícias médicas junto ao INSS, uma vez que o banco espanhol tem se esquivado da sua obrigação de realizar o agendamento.
Cabe lembrar que, por força da cláusula 45 da Convenção Coletiva de Trabalho dos bancários, a obrigação da marcação das perícias junto ao INSS é dos bancos, e não dos trabalhadores. O bancário tem a prerrogativa de marcar a perícia por iniciativa própria se assim ele desejar, até o 20º dia do afastamento, avisando ao banco que houve a marcação. Caso não faça, a obrigação de marcar a perícia segue com o empregador.
Representantes dos trabalhadores procuraram pelo Santander para esclarecimentos e para cobrar que respeite o que está acordado na CCT, assumindo a responsabilidade pelo agendamento das perícias, uma vez que os bancários, já fragilizados, estão encontrando muitas dificuldades. As entidades aguardam que o banco dê um retorno com urgência, solucionando esta questão.
"Caso o bancário esteja encontrando dificuldades na marcação da perícia e o banco se recuse a realizar o agendamento da perícia, como determina a CCT, ele deve entrar em contato com o Sindicato. O sigilo é garantido", destaca Luiz Eduardo Campolungo, diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região.
O bancário deve entrar em contado por meio do telefone (17) 3522-2409, via WhatsApp (17) 99259-1987 ou falar diretamente com um dirigente sindical em visita periódica às agências da base.
Cabe lembrar que, por força da cláusula 45 da Convenção Coletiva de Trabalho dos bancários, a obrigação da marcação das perícias junto ao INSS é dos bancos, e não dos trabalhadores. O bancário tem a prerrogativa de marcar a perícia por iniciativa própria se assim ele desejar, até o 20º dia do afastamento, avisando ao banco que houve a marcação. Caso não faça, a obrigação de marcar a perícia segue com o empregador.
Representantes dos trabalhadores procuraram pelo Santander para esclarecimentos e para cobrar que respeite o que está acordado na CCT, assumindo a responsabilidade pelo agendamento das perícias, uma vez que os bancários, já fragilizados, estão encontrando muitas dificuldades. As entidades aguardam que o banco dê um retorno com urgência, solucionando esta questão.
"Caso o bancário esteja encontrando dificuldades na marcação da perícia e o banco se recuse a realizar o agendamento da perícia, como determina a CCT, ele deve entrar em contato com o Sindicato. O sigilo é garantido", destaca Luiz Eduardo Campolungo, diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região.
O bancário deve entrar em contado por meio do telefone (17) 3522-2409, via WhatsApp (17) 99259-1987 ou falar diretamente com um dirigente sindical em visita periódica às agências da base.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- BB anuncia mais de 1.100 novas funções comissionadas e mudanças no atendimento especializado
- Sindicato protesta contra fechamento de agência do Santander e denuncia exclusão financeira pelo banco em José Bonifácio
- Aproveite as férias e o carnaval na Colônia da Afubesp, com desconto para sindicalizados!
- Mercado financeiro reduz para 4% projeção de inflação para 2026
- Vale-alimentação e vale-refeição: novas regras passam a valer a partir de fevereiro
- Promotor denuncia uso de fintechs pelo crime organizado e movimento sindical cobra maior regulação
- Sindicato parabeniza Contraf-CUT pelos 20 anos de conquistas!
- Dia Nacional do Aposentado reafirma luta por direitos, dignidade e valorização de quem construiu o país
- Santander abre inscrições para bolsas de estudos a funcionários ativos
- Representação dos empregados entrega abaixo-assinado solicitando mudanças no Super Caixa
- Itaú inicia 2026 com demissões: movimento sindical cobra explicações do banco
- Qual a data de pagamento da PLR em 2026?
- Conheça os direitos das grávidas, mães e pais contratados no regime CLT
- Após negociação com o Sindicato, Itaú abre inscrições para bolsa auxílio educação
- Os 12 mais ricos do mundo concentram mais riqueza que os 4 bilhões mais pobres