30/12/2021
Movimento sindical reivindica prorrogação do trabalho remoto na Caixa
A manutenção do trabalho remoto para pessoas com comorbidades na Caixa é fundamental para garantir a segurança e a saúde dos empregados e dos clientes. Para exigir essa medida preventiva, a Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/Caixa), representando o Sindicato, enviou e-mail, na quarta-feira (29), para a Geret (Gerência Nacional de Relações Trabalhistas), em que defende a manutenção do home office “para continuar protegendo a vida dos colegas e evitando a superlotação das unidades”.
“A continuidade do trabalho foi prorrogada para o dia 31 de dezembro, mas está claro que a pandemia não só não acabou, como já existem novas variantes e estamos vendo o número de casos aumentar, sem contar que nem existe espaço físico para todos os empregados retornarem”, afirmou a coordenadora da CEE/Caixa, Fabiana Uehara, ao defender a prorrogação.
"O número de casos, com a novas variantes, voltou a se elevar em todo o país e é a prova de que seguimos correndo muito risco. O trabalho remoto é uma das principais defesas do movimento sindical para proteção à saúde de empregados e da população, e é uma medida que tem demonstrado grande eficácia, não só na preservação dos trabalhadores da empresa, mas de seus familiares. Por isso, intensificamos nossas reivindicações junto à Caixa. Para a retomada das atividades, também pontuamos que planejamento e escalonamento se fazem necessários, bem como a definição e o cumprimento de protocolos de segurança. Garantir a saúde dos trabalhadores é a nossa prioridade!", acrescentou o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Antônio Júlio Gonçalves Neto.
O diretor também reforça a importância da contratação de mais empregados. Passados meses da promessa do presidente da Caixa, Pedro Guimaraes de contratar mais 4 mil trabalhadores, o ritmo das contratações segue lento, enquanto nas agências a categoria enfrenta sobrecarga de trabalho e adoecimento.
"A preocupação do Sindicato com o déficit funcional da Caixa não é de hoje. A contratação de mais empregados sempre foi uma reivindicação do movimento sindical. Além das condições precárias de trabalho, as metas desumanas vêm esgotando e adoecendo os bancários e bancárias. Apesar do esforço dos trabalhadores para fazer o seu melhor, as péssimas condições também sabotam o atendimento aos clientes e usuários do banco público. É um desrespeito com a população e com quem tanto contribui para os resultados positivos da Caixa. Não existe mágica a ser feita: para melhorar as condições de trabalho na empresa e a rede atender melhor a população, a solução é termos mais empregados”, emendou o diretor.
“A continuidade do trabalho foi prorrogada para o dia 31 de dezembro, mas está claro que a pandemia não só não acabou, como já existem novas variantes e estamos vendo o número de casos aumentar, sem contar que nem existe espaço físico para todos os empregados retornarem”, afirmou a coordenadora da CEE/Caixa, Fabiana Uehara, ao defender a prorrogação.
"O número de casos, com a novas variantes, voltou a se elevar em todo o país e é a prova de que seguimos correndo muito risco. O trabalho remoto é uma das principais defesas do movimento sindical para proteção à saúde de empregados e da população, e é uma medida que tem demonstrado grande eficácia, não só na preservação dos trabalhadores da empresa, mas de seus familiares. Por isso, intensificamos nossas reivindicações junto à Caixa. Para a retomada das atividades, também pontuamos que planejamento e escalonamento se fazem necessários, bem como a definição e o cumprimento de protocolos de segurança. Garantir a saúde dos trabalhadores é a nossa prioridade!", acrescentou o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Antônio Júlio Gonçalves Neto.
O diretor também reforça a importância da contratação de mais empregados. Passados meses da promessa do presidente da Caixa, Pedro Guimaraes de contratar mais 4 mil trabalhadores, o ritmo das contratações segue lento, enquanto nas agências a categoria enfrenta sobrecarga de trabalho e adoecimento.
"A preocupação do Sindicato com o déficit funcional da Caixa não é de hoje. A contratação de mais empregados sempre foi uma reivindicação do movimento sindical. Além das condições precárias de trabalho, as metas desumanas vêm esgotando e adoecendo os bancários e bancárias. Apesar do esforço dos trabalhadores para fazer o seu melhor, as péssimas condições também sabotam o atendimento aos clientes e usuários do banco público. É um desrespeito com a população e com quem tanto contribui para os resultados positivos da Caixa. Não existe mágica a ser feita: para melhorar as condições de trabalho na empresa e a rede atender melhor a população, a solução é termos mais empregados”, emendou o diretor.
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