10/10/2018
Especialistas defendem a continuidade da política de valorização do salário mínimo

Um dos primeiros desafios para o próximo presidente da República, já nos primeiros meses de 2019, será a escolha pela continuidade ou modificação da atual política de valorização do salário mínimo, garantida por lei até o ano que vem. Além de aumentar o poder de compra da população mais pobre, essa política também foi um dos fatores importantes para combater a má distribuição de renda.
“A gente precisa, urgentemente, retomar o nível de crescimento econômico, garantir na revisão da política de salário mínimo a sua continuidade e, principalmente, revogar a PEC dos gastos sociais”, pondera a economista, pesquisadora do Centro de Estudos Sindicais e Economia do Trabalho (Cesit) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Marilane Teixeira, em entrevista ao repórter Cosmo Silva, da Rádio Brasil Atual. Ela adverte que um governo sem compromisso social poderá corrigir o salário mínimo com base apenas na inflação do período.
> Clique aqui para ler a entrevista completa.
Pela Lei 13.152, de 2015, o salário mínimo além de ser reajustado pela inflação do ano anterior, que tem como parâmetro legal o INPC-IBGE, vem acrescido da variação do Produto Interno Bruto (PIB). Para o presidente da CUT em São Paulo, Douglas Izzo, isso garante o fomento da economia. "Eles tentam apontar para corte de direitos dos trabalhadores mas os privilégios que têm, mantêm de forma intocável."
O secretário geral do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, Júlio César Trigo, alerta sobre a importância dos eleitores analisarem as propostas dos candidatos à presidência neste segundo turno, para elegerem um projeto de governo que priorize a classe trabalhadora e que possibilite o país retornar ao caminho do desenvolvimento.
"Candidatos não comprometidos com direitos conquistados representam riscos de mais retrocessos contra os trabalhadores e a população em geral. A valorização do salário mínimo e o 13º salário foram temas abordados de forma distintas nestas eleições. Um dos candidatos a vice-presidente defendeu, durante o primeiro turno por exemplo, o fim do 13º salário. Neste cenário ameaçador, é fundamental elegermos um representante que tenha compromisso com a defesa dos interesses nacionais e do povo brasileiro, com a democracia, com a geração de emprego, distribuição de renda e que esteja a serviço da maioria do povo", destaca o dirigente.
“A gente precisa, urgentemente, retomar o nível de crescimento econômico, garantir na revisão da política de salário mínimo a sua continuidade e, principalmente, revogar a PEC dos gastos sociais”, pondera a economista, pesquisadora do Centro de Estudos Sindicais e Economia do Trabalho (Cesit) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Marilane Teixeira, em entrevista ao repórter Cosmo Silva, da Rádio Brasil Atual. Ela adverte que um governo sem compromisso social poderá corrigir o salário mínimo com base apenas na inflação do período.
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Pela Lei 13.152, de 2015, o salário mínimo além de ser reajustado pela inflação do ano anterior, que tem como parâmetro legal o INPC-IBGE, vem acrescido da variação do Produto Interno Bruto (PIB). Para o presidente da CUT em São Paulo, Douglas Izzo, isso garante o fomento da economia. "Eles tentam apontar para corte de direitos dos trabalhadores mas os privilégios que têm, mantêm de forma intocável."
O secretário geral do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, Júlio César Trigo, alerta sobre a importância dos eleitores analisarem as propostas dos candidatos à presidência neste segundo turno, para elegerem um projeto de governo que priorize a classe trabalhadora e que possibilite o país retornar ao caminho do desenvolvimento.
"Candidatos não comprometidos com direitos conquistados representam riscos de mais retrocessos contra os trabalhadores e a população em geral. A valorização do salário mínimo e o 13º salário foram temas abordados de forma distintas nestas eleições. Um dos candidatos a vice-presidente defendeu, durante o primeiro turno por exemplo, o fim do 13º salário. Neste cenário ameaçador, é fundamental elegermos um representante que tenha compromisso com a defesa dos interesses nacionais e do povo brasileiro, com a democracia, com a geração de emprego, distribuição de renda e que esteja a serviço da maioria do povo", destaca o dirigente.
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