17/07/2018
Banco do Brasil e seus prepostos mentem para prejudicar associados e controlar a Cassi

(Foto: Freepik)
O Banco do Brasil e seus prepostos querem convencer os associados de que são eles os culpados pela situação financeira da Cassi e que, por isso, devem aceitar passivamente aumentos de contribuição e cortes de direitos. Com apoio do diretor de Saúde e Rede de Atendimento, Luiz Satoru, e de Sergio Faraco, presidente eleito do Conselho Deliberativo, escondem dados e conclusões da Consultoria Accenture, comparações com o mercado de saúde e “esquecem” a evolução das despesas e das contribuições dos funcionários.
“O BB esconde que a sua real intenção é repassar a conta para os associados, excluir aposentados do plano de saúde e criar novo plano com direitos reduzidos, destinado aos futuros funcionários”, criticou o membro da Comissão de Empresados Funcionários do Banco do Brasil, João Fukunaga. “Estas medidas podem inviabilizar o Plano de Associados, pois sem a entrada de funcionários mais jovens e que utilizam menos os serviços da Cassi, as despesas per capita aumentarão progressivamente, tornando o plano mais caro”, explicou.
Cassi não dá prejuízo e custa menos para o BB
O discurso de que a Cassi está dando “prejuízo” é falacioso. A palavra “prejuízo” é utilizada de forma mal-intencionada, para dar a entender que a Cassi está perdendo dinheiro. Isto não é verdade: a Cassi está deficitária porque as receitas não cobrem as despesas. O problema de todo plano de saúde é que as despesas crescem mais que as receitas, mas na Cassi as contribuições e despesas crescem menos que no mercado de saúde.
Na tabela abaixo constam dados retirados dos relatórios anuais da Cassi e de outras fontes. As contribuições normais dos associados (e do BB) aumentaram mais que a inflação, graças aos aumentos reais de salários conseguidos pela ação sindical. As despesas com assistência médico-hospitalar cresceram muito mais, devido às exigências dos prestadores de serviço credenciados. No entanto, as despesas da Cassi cresceram bem menos que o custo do mercado de saúde e as contribuições aumentaram menos que a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) autorizou para os planos de saúde.
“Os associados da Cassi não são o problema, mas a solução. O banco é o responsável por garantir assistência à saúde de seus funcionários, por força do estatuto da Cassi. Se for contratar outro plano, o BB pagará mais! Conforme concluiu a própria consultoria Accenture, a Cassi custa até 42% menos para o banco que um plano de mercado e oferece cobertura maior, graças ao modelo de governança que tem a participação efetiva dos associados. A diretoria da Cassi, a mando do banco, escondeu de propósito este dado do relatório divulgado parcialmente no site da entidade”, afirmou Fukunaga.
BB e seus prepostos arrogantes querem derrotar associados
A prepotência e a arrogância da direção do banco e de seus prepostos na Cassi são impressionantes. Desde que o banco conseguiu eleger uma chapa fiel aos interesses patronais e passou a contar com três votos na diretoria e cinco no conselho deliberativo, abandonou a mesa de negociações e passou a jogar a culpa da situação financeira da Cassi nas costas dos associados.
Os dois eleitos fiéis ao banco adotaram o discurso patronal e já estão sendo questionados em seu autoritarismo inclusive pelos seus apoiadores. Defendem cobrança por dependente, voto de minerva a favor do banco, e aumentos maiores para os aposentados, justamente aqueles que votaram majoritariamente nos candidatos que agora os traem.
“O BB esconde que a sua real intenção é repassar a conta para os associados, excluir aposentados do plano de saúde e criar novo plano com direitos reduzidos, destinado aos futuros funcionários”, criticou o membro da Comissão de Empresados Funcionários do Banco do Brasil, João Fukunaga. “Estas medidas podem inviabilizar o Plano de Associados, pois sem a entrada de funcionários mais jovens e que utilizam menos os serviços da Cassi, as despesas per capita aumentarão progressivamente, tornando o plano mais caro”, explicou.
Cassi não dá prejuízo e custa menos para o BB
O discurso de que a Cassi está dando “prejuízo” é falacioso. A palavra “prejuízo” é utilizada de forma mal-intencionada, para dar a entender que a Cassi está perdendo dinheiro. Isto não é verdade: a Cassi está deficitária porque as receitas não cobrem as despesas. O problema de todo plano de saúde é que as despesas crescem mais que as receitas, mas na Cassi as contribuições e despesas crescem menos que no mercado de saúde.
Na tabela abaixo constam dados retirados dos relatórios anuais da Cassi e de outras fontes. As contribuições normais dos associados (e do BB) aumentaram mais que a inflação, graças aos aumentos reais de salários conseguidos pela ação sindical. As despesas com assistência médico-hospitalar cresceram muito mais, devido às exigências dos prestadores de serviço credenciados. No entanto, as despesas da Cassi cresceram bem menos que o custo do mercado de saúde e as contribuições aumentaram menos que a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) autorizou para os planos de saúde.

“Os associados da Cassi não são o problema, mas a solução. O banco é o responsável por garantir assistência à saúde de seus funcionários, por força do estatuto da Cassi. Se for contratar outro plano, o BB pagará mais! Conforme concluiu a própria consultoria Accenture, a Cassi custa até 42% menos para o banco que um plano de mercado e oferece cobertura maior, graças ao modelo de governança que tem a participação efetiva dos associados. A diretoria da Cassi, a mando do banco, escondeu de propósito este dado do relatório divulgado parcialmente no site da entidade”, afirmou Fukunaga.
BB e seus prepostos arrogantes querem derrotar associados
A prepotência e a arrogância da direção do banco e de seus prepostos na Cassi são impressionantes. Desde que o banco conseguiu eleger uma chapa fiel aos interesses patronais e passou a contar com três votos na diretoria e cinco no conselho deliberativo, abandonou a mesa de negociações e passou a jogar a culpa da situação financeira da Cassi nas costas dos associados.
Os dois eleitos fiéis ao banco adotaram o discurso patronal e já estão sendo questionados em seu autoritarismo inclusive pelos seus apoiadores. Defendem cobrança por dependente, voto de minerva a favor do banco, e aumentos maiores para os aposentados, justamente aqueles que votaram majoritariamente nos candidatos que agora os traem.
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