17/11/2014
Representantes dos trabalhadores se reúnem com direção do HSBC nesta terça
Na segunda reunião entre os representantes dos trabalhadores e a direção do HSBC, realizada na manhã da última sexta-feira, 14, o banco inglês reiterou o compromisso de suspender as demissões ao menos até o final das negociações. Uma nova reunião foi marcada para a próxima terça-feira, 18, às 11h, em São Paulo.
A reunião com a direção do banco foi agendada após o envio de um ofício da Contraf-CUT, além das paralisações em várias cidades do Brasil e da audiência de mediação promovida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) do Paraná.
Nesta segunda reunião, o HSBC se comprometeu a analisar a proposta dos dirigentes sindicais de suspender novas dispensas, reverter as demissões ocorridas e apresentar a relação dos demitidos.
"Temos informações de que foram dispensados inclusive colegas com estabilidade pré-aposentadoria ou prestes a adquiri-la, mulheres grávidas, afastados por motivos de saúde e portadores de doenças crônicas", afirma Alan Patrício, secretário de Assuntos Jurídicos da Contraf-CUT e funcionário do banco.
"Com a apresentação dessas informações, garantimos na mesa de negociação que, além da suspensão de novas dispensas enquanto durarem as negociações, o HSBC fará a revisão e a reversão imediata dessas demissões irregulares. O banco também se comprometeu a trazer uma relação completa de todos os demitidos", destaca Alan.
A diretoria do banco afirmou que não há a intenção de cortar 20% do quadro de funcionários, nem substituir os bancários por terceirizados. O banco nega, também, a possibilidade de deixar o Brasil, ressaltando que a matriz fez recentemente uma capitalização de R$ 1 bilhão na filial brasileira, demonstrando o interesse de permanecer operando no país.
“Esperamos que o diálogo com o banco avance na próxima reunião. O HSBC precisa se fortalecer no Brasil, mas não é o corte de empregos que vai alavancar o banco. É preciso valorizar o trabalhador, melhorando assim o atendimento ao cliente”, afirmou o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região e funcionário do HSBC Luíz Eduardo Campolungo.
A reunião com a direção do banco foi agendada após o envio de um ofício da Contraf-CUT, além das paralisações em várias cidades do Brasil e da audiência de mediação promovida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) do Paraná.
Nesta segunda reunião, o HSBC se comprometeu a analisar a proposta dos dirigentes sindicais de suspender novas dispensas, reverter as demissões ocorridas e apresentar a relação dos demitidos.
"Temos informações de que foram dispensados inclusive colegas com estabilidade pré-aposentadoria ou prestes a adquiri-la, mulheres grávidas, afastados por motivos de saúde e portadores de doenças crônicas", afirma Alan Patrício, secretário de Assuntos Jurídicos da Contraf-CUT e funcionário do banco.
"Com a apresentação dessas informações, garantimos na mesa de negociação que, além da suspensão de novas dispensas enquanto durarem as negociações, o HSBC fará a revisão e a reversão imediata dessas demissões irregulares. O banco também se comprometeu a trazer uma relação completa de todos os demitidos", destaca Alan.
A diretoria do banco afirmou que não há a intenção de cortar 20% do quadro de funcionários, nem substituir os bancários por terceirizados. O banco nega, também, a possibilidade de deixar o Brasil, ressaltando que a matriz fez recentemente uma capitalização de R$ 1 bilhão na filial brasileira, demonstrando o interesse de permanecer operando no país.
“Esperamos que o diálogo com o banco avance na próxima reunião. O HSBC precisa se fortalecer no Brasil, mas não é o corte de empregos que vai alavancar o banco. É preciso valorizar o trabalhador, melhorando assim o atendimento ao cliente”, afirmou o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região e funcionário do HSBC Luíz Eduardo Campolungo.
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