Bancários cobram do Mercantil mais bolsas auxílio educacional e inclusão do cônjuge no plano de saúde
O Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte, a FETRAF-MG e a Comissão de Negociação Permanente do Banco Mercantil do Brasil, se reuniram no dia 24 de novembro, para discutir as principais reivindicações dos funcionários, como aumento no número de bolsas do auxílio educacional, expandindo o para os bancários que estejam cursando pós-graduação, especialização ou mestrado e também a inclusão do cônjuge no plano de saúde sem ônus para o funcionário, sendo esta última, uma luta histórica dos trabalhadores do Mercantil do Brasil.
Mais uma vez a empresa alegou dificuldades financeiras para atender as reivindicações. O Movimento Sindical questionou o banco sobre o seu lucro de R$ 120,891 milhões apenas no primeiro semestre de 2010, quase sete vezes maior que o igual período do ano passado e sobre sua atuação lucrativa junto ao mercado do crédito consignado.
Diante do impasse, o Sindicato ainda apresentou uma contraproposta, reivindicando que o banco custeasse ao menos 50% do valor da mensalidade nos casos de inclusão do cônjuge no Plano de Saúde, desonerando dessa forma o empregado contemplado, e também que ampliasse a oferta de bolsas do Auxílio Educacional para o ano de 2011.
Os representantes do Mercantil se comprometeram a levar as reivindicações à alta direção da Empresa para obtenção de resposta definitiva. Uma nova reunião deverá ocorrer no dia 9 de dezembro, ás 10h30, na sede da empresa em Belo Horizonte.
Para Marco Aurélio Alves, funcionário do Banco Mercantil do Brasil e diretor do Sindicato, a hora é de mobilização e garra dos funcionários para exigir suas justas reivindicações. “Já que a empresa alega que no momento não tem condições de bancar a inclusão do cônjuge no plano de saúde sem ônus para o funcionário, queremos que seja paga, no mínimo, 50% da mensalidade, com aumento gradual no decorrer dos anos até que se estabeleça a gratuidade ao bancário. A inclusão do cônjuge no plano de saúde já é uma realidade nos demais bancos, menos no Mercantil do Brasil', ressalta.
Vanderci Antônio da Silva, funcionário do Banco Mercantil do Brasil e diretor do Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte, alerta que a entidade não irá aceitar as fracas justificativas do banco para não ampliar o número de bolsas no auxílio educacional. “O auxílio educacional tem que ser ampliado, pois a cada dia aumenta o número de bancários cursando pós-graduação, especialização e mestrado e que ainda não estão sendo contemplados pelo benefício enquanto o banco tem plenas condições de acatar aos pleitos”, conclui.
Fonte: Seeb BH
MAIS NOTÍCIAS
- Banco do Brasil: trabalhadores esperam respostas na negociação desta sexta-feira (14)
- Dia do Bancário: Sindicato prepara live com sorteio de prêmios e celebração à categoria
- Banco do Brasil não apresenta proposta econômica nem devolutivas e frustra funcionários
- Assembleia na segunda-feira (17) delibera sobre proposta da Fenaban e paralisação no dia 20. Participe!
- Saúde Caixa: Banco insiste em proposta que gera perda de remuneração aos empregados
- Atenção! Bancários têm até 31 de agosto para usufruir da folga assiduidade
- Bancos frustram bancários e não trazem índice de reajuste salarial
- Sem apresentar índice, Fenaban quer dividir a categoria com reajustes diferenciados
- COE e Santander retomam negociação específica nesta quarta-feira (12)
- CEE/Caixa orienta empregados a não responderem consulta sobre migração de função antes da negociação
- Em visita ao Sindicato, deputado Marcolino apresenta projeto pela manutenção das agências e debate desafios da categoria
- Campanha Dia das Crianças Solidário: Sindicato é ponto de coleta para doação de brinquedos e doces. Colabore!
- Santander nega avanços em reivindicações econômicas e avalia demandas sindicais em quarta rodada de negociação
- Em defesa dos empregos e das agências, Sindicato mobiliza bancários e denuncia desmonte do Bradesco
- Chapa Representação de Verdade vence eleição da SantanderPrevi