30/07/2025
Oficina de Formação da Rede UNI Mulheres reforça o cuidado como pilar da ação sindical e da igualdade de gênero
Transformar o cuidado em pauta estratégica da ação sindical, fortalecer a presença das mulheres nos espaços de poder e construir uma sociedade mais justa foram os eixos que nortearam a 13ª Oficina de Formação da Rede UNI Mulheres Brasil, realizada nos dias 28 e 29 de julho, em Praia Grande, no litoral de São Paulo. O evento reuniu quase 60 bancárias de todas as regiões do país, além de lideranças sindicais, representantes do governo federal e especialistas para debater políticas públicas e ações concretas que valorizem o cuidado como um direito coletivo.
“Esse foi um dos primeiros espaços em que me senti segura para falar, para ser acolhida”, destacou, na abertura do evento, Fernanda Lopes, vice-presidenta da UNI Américas e secretária da Mulher da Contraf-CUT. Durante o momento de saudação às participantes, ela destacou a importância das oficinas da Rede UNI Mulheres como espaço de formação política e escuta ativa. “Aproveitem essa oportunidade para conhecer outras vivências. A oficina nos oferece essa grande oportunidade, de troca de experiências que são fundamentais”, reforçou.
Realizada na Colônia de Férias dos Comerciários, a oficina teve como tema central a construção de uma sociedade do cuidado — conceito que articula bem-estar coletivo, equidade de gênero e valorização das trabalhadoras.
Cuidado como direito e responsabilidade coletiva
A formação promovida pela Rede UNI Mulheres teve como foco central incluir o cuidado — historicamente invisibilizado e socialmente atribuído às mulheres — na agenda sindical como direito, trabalho e pilar essencial da proteção social. A oficina também defendeu a incorporação do tema nas negociações coletivas e nas políticas públicas.
Entre os destaques da programação estiveram painéis com Jordana Cristina de Jesus, da Secretaria Nacional de Cuidados e Família do Ministério do Desenvolvimento Social, e Liliane Nascimento, do Ministério das Mulheres. Os debates abordaram ainda a ratificação da Convenção 190, da Organização Internacional do Trabalho (OIT), a violência de gênero, a transversalidade das políticas e o compartilhamento de experiências entre diferentes categorias profissionais e centrais sindicais.
União na diversidade e articulação política
O tom de unidade e colaboração marcou as falas das lideranças presentes, que destacaram a urgência de campanhas estruturadas para fortalecer a luta das mulheres nos sindicatos. Representantes de vários sindicatos e ramos reforçaram que o cuidado deve ser integrado de forma permanente às pautas mais amplas do movimento sindical e social.
Conferência Livre fecha oficina com construção coletiva
A 13ª Oficina consolidou mais uma vez a Rede UNI Mulheres Brasil como espaço permanente de formação crítica e ação transformadora. “Acredito que nos concluímos o encontro melhores do que entramos”, completou a dirigente.
Ao final, foi realizada uma Conferência Livre, no âmbito da série de conferências livres de mulheres que estão sendo realizadas pelo Brasil, onde foram eleitas três delegadas e três suplentes, que irão representar as propostas aprovadas hoje na 5ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres (5ª CNPM), que será promovida pelo Ministério das Mulheres, em Brasília, entre os dias 29 de setembro e 1 de outubro.
“Esse foi um dos primeiros espaços em que me senti segura para falar, para ser acolhida”, destacou, na abertura do evento, Fernanda Lopes, vice-presidenta da UNI Américas e secretária da Mulher da Contraf-CUT. Durante o momento de saudação às participantes, ela destacou a importância das oficinas da Rede UNI Mulheres como espaço de formação política e escuta ativa. “Aproveitem essa oportunidade para conhecer outras vivências. A oficina nos oferece essa grande oportunidade, de troca de experiências que são fundamentais”, reforçou.
Realizada na Colônia de Férias dos Comerciários, a oficina teve como tema central a construção de uma sociedade do cuidado — conceito que articula bem-estar coletivo, equidade de gênero e valorização das trabalhadoras.
Cuidado como direito e responsabilidade coletiva
A formação promovida pela Rede UNI Mulheres teve como foco central incluir o cuidado — historicamente invisibilizado e socialmente atribuído às mulheres — na agenda sindical como direito, trabalho e pilar essencial da proteção social. A oficina também defendeu a incorporação do tema nas negociações coletivas e nas políticas públicas.
Entre os destaques da programação estiveram painéis com Jordana Cristina de Jesus, da Secretaria Nacional de Cuidados e Família do Ministério do Desenvolvimento Social, e Liliane Nascimento, do Ministério das Mulheres. Os debates abordaram ainda a ratificação da Convenção 190, da Organização Internacional do Trabalho (OIT), a violência de gênero, a transversalidade das políticas e o compartilhamento de experiências entre diferentes categorias profissionais e centrais sindicais.
União na diversidade e articulação política
O tom de unidade e colaboração marcou as falas das lideranças presentes, que destacaram a urgência de campanhas estruturadas para fortalecer a luta das mulheres nos sindicatos. Representantes de vários sindicatos e ramos reforçaram que o cuidado deve ser integrado de forma permanente às pautas mais amplas do movimento sindical e social.
Conferência Livre fecha oficina com construção coletiva
A 13ª Oficina consolidou mais uma vez a Rede UNI Mulheres Brasil como espaço permanente de formação crítica e ação transformadora. “Acredito que nos concluímos o encontro melhores do que entramos”, completou a dirigente.
Ao final, foi realizada uma Conferência Livre, no âmbito da série de conferências livres de mulheres que estão sendo realizadas pelo Brasil, onde foram eleitas três delegadas e três suplentes, que irão representar as propostas aprovadas hoje na 5ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres (5ª CNPM), que será promovida pelo Ministério das Mulheres, em Brasília, entre os dias 29 de setembro e 1 de outubro.
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