05/06/2025
Trabalhadores e bancos se reúnem para discutir critérios do 4º Censo da Diversidade
O movimento sindical bancário, representantes dos bancos e do Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (Ceert) se reuniram na tarde desta quinta-feira (5), na sede da Confederação Nacional dos Trabalhadores e das Trabalhadoras do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), para realizarem mais um passo na construção do 4º Censo da Diversidade.
O grupo de trabalho (GT) para avançar na consolidação do censo foi estabelecido na última sexta-feira (30), durante a mesa "Negociação Nacional Bancária sobre Diversidade, Inclusão e Pertencimento”.
“O censo é uma conquista dos trabalhadores, na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). A partir deste levantamento, é possível diagnosticar o perfil da categoria bancária e, assim, desenvolver de forma mais eficiente as nossas reivindicações nas mesas de negociação com os bancos”, explica a secretária de Políticas Sociais da Contraf-CUT, Elaine Cutis. “O censo, portanto, nada mais é que um instrumento fundamental na luta por igualdade de oportunidades na categoria bancária”, completa.
Os censos anteriores foram produzidos nos anos 2008, 2014 e 2019. “A partir deles, conseguimos comprovar o que nós já vínhamos detectados nos anos anteriores, nas bases, ou seja, desigualdades salariais e de oportunidades para mulheres, negros e negras, pessoas com deficiência (PCDs) e pessoas da comunidade LGBTQIA+”, explica a coordenadora do Comando Nacional dos Bancários e presidenta do Sindicato de São Paulo, Osasco e Região (Seeb-SP), Neiva Ribeiro.
“Então, graças aos censos, passamos a ter embasamentos em nossas reivindicações com os bancos, com dados da realidade, fornecidos pelos próprios trabalhadores. Com isso, conseguimos avanços sociais na CCT, nos últimos anos, como a inclusão de parceiros no plano de saúde e garantia de tratamento isonômico desse direito aos casais do mesmo sexo. A categoria bancária foi a primeira no país a alcançar esse direito na convenção coletiva”, completa.
Cronograma
No cronograma apresentado, inicialmente, a previsão é de que o teste para o censo seja apresentado em agosto, pela Ceert, ao movimento sindical e à Fenaban, e que a coleta de dados comece na terceira semana de setembro, com a divulgação dos resultados em fevereiro de 2026.
Além de Elaine Cutis e Neiva Ribeiro, também participaram do GT que aconteceu nesta quinta-feira (5) os dirigentes Almir Aguiar (secretário de Combate ao Racismo da Contraf-CUT); Fernanda Lopes (secretária da Mulher da Contraf-CUT) Bianca Barbelini (secretária da Juventude da Contraf-CUT), Ana Stela Alves de Lima, da Federação dos Bancários de São Paulo e Mato Grosso do Sul, e Francisco Pugliesi, do Sindicato de São Paulo, Osasco e Região.
> Leia também:
Em mesa com Fenaban, bancários recebem dados sobre avanços à diversidade
O grupo de trabalho (GT) para avançar na consolidação do censo foi estabelecido na última sexta-feira (30), durante a mesa "Negociação Nacional Bancária sobre Diversidade, Inclusão e Pertencimento”.
“O censo é uma conquista dos trabalhadores, na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). A partir deste levantamento, é possível diagnosticar o perfil da categoria bancária e, assim, desenvolver de forma mais eficiente as nossas reivindicações nas mesas de negociação com os bancos”, explica a secretária de Políticas Sociais da Contraf-CUT, Elaine Cutis. “O censo, portanto, nada mais é que um instrumento fundamental na luta por igualdade de oportunidades na categoria bancária”, completa.
Os censos anteriores foram produzidos nos anos 2008, 2014 e 2019. “A partir deles, conseguimos comprovar o que nós já vínhamos detectados nos anos anteriores, nas bases, ou seja, desigualdades salariais e de oportunidades para mulheres, negros e negras, pessoas com deficiência (PCDs) e pessoas da comunidade LGBTQIA+”, explica a coordenadora do Comando Nacional dos Bancários e presidenta do Sindicato de São Paulo, Osasco e Região (Seeb-SP), Neiva Ribeiro.
“Então, graças aos censos, passamos a ter embasamentos em nossas reivindicações com os bancos, com dados da realidade, fornecidos pelos próprios trabalhadores. Com isso, conseguimos avanços sociais na CCT, nos últimos anos, como a inclusão de parceiros no plano de saúde e garantia de tratamento isonômico desse direito aos casais do mesmo sexo. A categoria bancária foi a primeira no país a alcançar esse direito na convenção coletiva”, completa.
Cronograma
No cronograma apresentado, inicialmente, a previsão é de que o teste para o censo seja apresentado em agosto, pela Ceert, ao movimento sindical e à Fenaban, e que a coleta de dados comece na terceira semana de setembro, com a divulgação dos resultados em fevereiro de 2026.
Além de Elaine Cutis e Neiva Ribeiro, também participaram do GT que aconteceu nesta quinta-feira (5) os dirigentes Almir Aguiar (secretário de Combate ao Racismo da Contraf-CUT); Fernanda Lopes (secretária da Mulher da Contraf-CUT) Bianca Barbelini (secretária da Juventude da Contraf-CUT), Ana Stela Alves de Lima, da Federação dos Bancários de São Paulo e Mato Grosso do Sul, e Francisco Pugliesi, do Sindicato de São Paulo, Osasco e Região.
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