28/05/2025
Coletivo Nacional de Diversidade discute agenda para o 2º semestre de 2025
O Coletivo Nacional de Diversidade (antigo CGROS) se reuniu, na última terça-feira (27), para elaborar a agenda de trabalho para o 2º semestre de 2025 e propostas que subsidiarão as negociações entre o Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), que irão se reunir na próxima sexta-feira (30) para a mesa "Negociação Nacional Bancária sobre Diversidade, Inclusão e Pertencimento".
O presidente do Sindicato dos Bancários, Roberto Vicentim, integra o Coletivo, representando as bancárias e bancários de Catanduva e região. "Quero destacar a importância dessa reunião do Coletivo Nacional de Diversidade e do nosso compromisso com a pauta. Diversidade, inclusão e pertencimento não podem ser tratados como itens secundários nas mesas de negociação. São temas estruturais, que dizem respeito à dignidade, ao respeito e à justiça no ambiente de trabalho", destacou Vicentim.
Neste encontro, os membros do Coletivo Nacional da Diversidade destacaram a urgência em transformar os compromissos formais em ações concretas nos bancos, como cobrar dados e mecanismos efetivos de fiscalização das cláusulas de diversidade já conquistadas, avançar na contratação e ascensão de grupos sub-representações (negros, pessoas com deficiência/PCDs, mulheres e pessoas LGBTQIA+) e aceleração dos preparativos para o 4º Censo da Diversidade (2026), “uma conquista de última acordo coletivo e ferramenta importante para embasar nossas discussões com o banco, medir avanços, identificar retrocessos”, enfatizou a secretária de Políticas Sociais da Contraf-CUT, Elaine Cutis.
"Não basta ter cláusulas no acordo. Queremos ver números que comprovem a redução das desigualdades. Tivemos avanços importantes nesses temas, mas ainda há muito a fazer para que, de fato, tenhamos um espaço de trabalho mais inclusivo e livre de preconceitos”, ressaltou a dirigente.
Elaine Cutis informou também aos dirigentes de sindicatos e federações presentes, de várias partes do país, sobre uma Campanha Nacional da Diversidade, ainda em desenvolvimento. "Este é o momento de construir e colocar na rua esse trabalho, para combater os retrocessos que sofremos, em anos anteriores, com o fortalecimento dos preconceitos e várias formas de violência contra a população minorizada (mulheres, negros, LGBTs e PCDs)".
Incentivo para categoria participar das conferências
Outro debate aprofundado no encontro do Coletivo Nacional da Diversidade foi que a categoria participe das conferências nacionais. "São espaços estratégicos, onde a sociedade civil organizada, como nós, do movimento sindical bancário, temos a oportunidade de ajudar na construção de debates e do que virão a ser as políticas de fato", observa Elaine Cutis.
> Clique aqui para acessar as agendas das conferências deste ano, disponibilizada no site Brasil Participativo, do governo federal.
Entre as conferências que seguem ativas está a 5ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres (CNPM). Várias etapas são realizadas, para garantir a participação popular, começando pelas conferências livres, que poderão ser organizadas por qualquer tipo de coletivo e por onde devem ser eleitos delegados que irão representar as propostas construídas nas etapas seguintes.
No caso da CNPM, a etapa de realização das conferências livres irá até o dia 15 de agosto e a secretária da Mulher da Contraf-CUT, Fernanda Lopes, está organizando a realização de uma na sede da entidade, ainda com data a ser definida.
"Nós temos outras séries de conferências fundamentais e relacionadas às políticas de diversidade que defendemos: de igualdade racial, da pessoa idosa, das cidades, segurança alimentar e da juventude. É importante que todos nós, em cada região, nos apropriemos desses espaços tão importantes", conclui Elaine Cutis.
Próximos encontros do coletivo
Datas ainda não foram definidas, mas os dirigentes presentes compactuaram a necessidade de realizar encontros periódicos. A secretária Elaine Cutis se comprometeu a enviar um comunicado, o mais breve possível, com a data para uma nova reunião.
O presidente do Sindicato dos Bancários, Roberto Vicentim, integra o Coletivo, representando as bancárias e bancários de Catanduva e região. "Quero destacar a importância dessa reunião do Coletivo Nacional de Diversidade e do nosso compromisso com a pauta. Diversidade, inclusão e pertencimento não podem ser tratados como itens secundários nas mesas de negociação. São temas estruturais, que dizem respeito à dignidade, ao respeito e à justiça no ambiente de trabalho", destacou Vicentim.
Neste encontro, os membros do Coletivo Nacional da Diversidade destacaram a urgência em transformar os compromissos formais em ações concretas nos bancos, como cobrar dados e mecanismos efetivos de fiscalização das cláusulas de diversidade já conquistadas, avançar na contratação e ascensão de grupos sub-representações (negros, pessoas com deficiência/PCDs, mulheres e pessoas LGBTQIA+) e aceleração dos preparativos para o 4º Censo da Diversidade (2026), “uma conquista de última acordo coletivo e ferramenta importante para embasar nossas discussões com o banco, medir avanços, identificar retrocessos”, enfatizou a secretária de Políticas Sociais da Contraf-CUT, Elaine Cutis.
"Não basta ter cláusulas no acordo. Queremos ver números que comprovem a redução das desigualdades. Tivemos avanços importantes nesses temas, mas ainda há muito a fazer para que, de fato, tenhamos um espaço de trabalho mais inclusivo e livre de preconceitos”, ressaltou a dirigente.
Elaine Cutis informou também aos dirigentes de sindicatos e federações presentes, de várias partes do país, sobre uma Campanha Nacional da Diversidade, ainda em desenvolvimento. "Este é o momento de construir e colocar na rua esse trabalho, para combater os retrocessos que sofremos, em anos anteriores, com o fortalecimento dos preconceitos e várias formas de violência contra a população minorizada (mulheres, negros, LGBTs e PCDs)".
Incentivo para categoria participar das conferências
Outro debate aprofundado no encontro do Coletivo Nacional da Diversidade foi que a categoria participe das conferências nacionais. "São espaços estratégicos, onde a sociedade civil organizada, como nós, do movimento sindical bancário, temos a oportunidade de ajudar na construção de debates e do que virão a ser as políticas de fato", observa Elaine Cutis.
> Clique aqui para acessar as agendas das conferências deste ano, disponibilizada no site Brasil Participativo, do governo federal.
Entre as conferências que seguem ativas está a 5ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres (CNPM). Várias etapas são realizadas, para garantir a participação popular, começando pelas conferências livres, que poderão ser organizadas por qualquer tipo de coletivo e por onde devem ser eleitos delegados que irão representar as propostas construídas nas etapas seguintes.
No caso da CNPM, a etapa de realização das conferências livres irá até o dia 15 de agosto e a secretária da Mulher da Contraf-CUT, Fernanda Lopes, está organizando a realização de uma na sede da entidade, ainda com data a ser definida.
"Nós temos outras séries de conferências fundamentais e relacionadas às políticas de diversidade que defendemos: de igualdade racial, da pessoa idosa, das cidades, segurança alimentar e da juventude. É importante que todos nós, em cada região, nos apropriemos desses espaços tão importantes", conclui Elaine Cutis.
Próximos encontros do coletivo
Datas ainda não foram definidas, mas os dirigentes presentes compactuaram a necessidade de realizar encontros periódicos. A secretária Elaine Cutis se comprometeu a enviar um comunicado, o mais breve possível, com a data para uma nova reunião.
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