28/04/2025
Comando Nacional dos Bancários debate pautas da Marcha da Classe Trabalhadora
O Comando Nacional dos Bancários realiza, nesta segunda-feira (28), no Teatro dos Bancários de Brasília, um Seminário Nacional ampliado, para debater as pautas que compõem a Marcha da Classe Trabalhadora e seus efeitos na organização sindical da categoria e dos trabalhadores. A atividade será exclusivamente presencial.
“Uma das pautas de reivindicação deste ano é a redução da jornada, com manutenção dos salários, como uma forma de compartilhar os benefícios dos avanços da tecnologia com toda a sociedade. Outra bandeira de destaque na marcha é a justiça tributária, com o nosso apoio ao projeto de lei que amplia a inserção do imposto de renda para os trabalhadores e cobrança de imposto dos super-ricos”, destacou na abertura a coordenadora do Comando Nacional e presidenta da Contraf-CUT, Juvandia Moreira.
A realização do seminário foi definida em reunião do Comando Nacional dos Bancários ocorrida no dia 31de março de 2025, quando foi aprovada a participação nas ações estratégicas para fortalecer e atualizar a pauta dos trabalhadores na Marcha da Classe Trabalhadora, que será realizada nesta terça-feira (29), também em Brasília.
Ao final da Marcha, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva irá receber os representantes da CUT e das demais entidades (Força Sindical, UGT, CTB, CSB, NCST, Pública e Intersindical) que compõem o Fórum das Centrais Sindicais, que entregarão a Lula a Pauta da Classe Trabalhadora.
A Marcha
A Marcha em Brasília tem como pautas a redução da Jornada de Trabalho, sem redução salarial e o fim da escala 6X1. As centrais defendem ainda a isenção do imposto para quem tem renda até R$ 5 mil; as pautas dos trabalhadores e trabalhadoras no Serviço Público das esferas municipal, estadual e federal, com a valorização do serviço público, fim do confisco, pela manutenção do RJU (Regime Jurídico Único), pela regulamentação da negociação coletiva (Convenção 151); a valorização da Agricultura Familiar, o cumprimento da lei de igualdade salarial entre homens e mulheres, transição energética justa, combate ao racismo e à LGBTQIA+fobia, entre outras reivindicações.
Leia também:
> Quatro motivos para você se unir à Marcha em Brasília
A Marcha será o ponto alto da Jornada Nacional de Lutas da Classe Trabalhadora, que teve início no dia 9 de abril com um ciclo de debates em parceria com o Dieese em vários estados do Brasil.
Programação
A concentração será às 8h, no estacionamento do Teatro Nacional/Praça da Cidadania. Às 9h, será realizada a Plenária. Às 10h30, a saída da Marcha rumo ao Congresso Nacional, onde a pauta será entregue à Câmara dos Deputados e ao Senado.
Os diretores do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Júlio César Trigo, Antônio Júlio Gonçalves e Luiz Eduardo de M. Freire (Sadam) e o presidente da entidade, Roberto Vicentim, estarão na marcha, unidos em defesa de toda a classe trabalhadora.
"Nós, do Sindicato, estaremos presentes, firmes, representando cada colega de agência, cada trabalhador e trabalhadora que sabe que a mudança só vem com mobilização, garantindo que sejamos ouvidos nas decisões que impactam nossas vidas. Participar da Marcha é afirmar, com coragem e esperança, o nosso compromisso com um país mais justo, mais igualitário e com melhores condições de vida para todas e todos que vivem do próprio trabalho. As transformações sociais não acontecem sozinhas, elas são fruto da organização, da união e da participação ativa da classe trabalhadora; por isso, convidamos todos a se mobilizarem conosco, seja nas ruas ou nas redes sociais", destaca Roberto.
“Uma das pautas de reivindicação deste ano é a redução da jornada, com manutenção dos salários, como uma forma de compartilhar os benefícios dos avanços da tecnologia com toda a sociedade. Outra bandeira de destaque na marcha é a justiça tributária, com o nosso apoio ao projeto de lei que amplia a inserção do imposto de renda para os trabalhadores e cobrança de imposto dos super-ricos”, destacou na abertura a coordenadora do Comando Nacional e presidenta da Contraf-CUT, Juvandia Moreira.
A realização do seminário foi definida em reunião do Comando Nacional dos Bancários ocorrida no dia 31de março de 2025, quando foi aprovada a participação nas ações estratégicas para fortalecer e atualizar a pauta dos trabalhadores na Marcha da Classe Trabalhadora, que será realizada nesta terça-feira (29), também em Brasília.
Ao final da Marcha, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva irá receber os representantes da CUT e das demais entidades (Força Sindical, UGT, CTB, CSB, NCST, Pública e Intersindical) que compõem o Fórum das Centrais Sindicais, que entregarão a Lula a Pauta da Classe Trabalhadora.
A Marcha
A Marcha em Brasília tem como pautas a redução da Jornada de Trabalho, sem redução salarial e o fim da escala 6X1. As centrais defendem ainda a isenção do imposto para quem tem renda até R$ 5 mil; as pautas dos trabalhadores e trabalhadoras no Serviço Público das esferas municipal, estadual e federal, com a valorização do serviço público, fim do confisco, pela manutenção do RJU (Regime Jurídico Único), pela regulamentação da negociação coletiva (Convenção 151); a valorização da Agricultura Familiar, o cumprimento da lei de igualdade salarial entre homens e mulheres, transição energética justa, combate ao racismo e à LGBTQIA+fobia, entre outras reivindicações.
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Programação
A concentração será às 8h, no estacionamento do Teatro Nacional/Praça da Cidadania. Às 9h, será realizada a Plenária. Às 10h30, a saída da Marcha rumo ao Congresso Nacional, onde a pauta será entregue à Câmara dos Deputados e ao Senado.
Os diretores do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Júlio César Trigo, Antônio Júlio Gonçalves e Luiz Eduardo de M. Freire (Sadam) e o presidente da entidade, Roberto Vicentim, estarão na marcha, unidos em defesa de toda a classe trabalhadora.
"Nós, do Sindicato, estaremos presentes, firmes, representando cada colega de agência, cada trabalhador e trabalhadora que sabe que a mudança só vem com mobilização, garantindo que sejamos ouvidos nas decisões que impactam nossas vidas. Participar da Marcha é afirmar, com coragem e esperança, o nosso compromisso com um país mais justo, mais igualitário e com melhores condições de vida para todas e todos que vivem do próprio trabalho. As transformações sociais não acontecem sozinhas, elas são fruto da organização, da união e da participação ativa da classe trabalhadora; por isso, convidamos todos a se mobilizarem conosco, seja nas ruas ou nas redes sociais", destaca Roberto.
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