05/04/2024
Previ: despesas administrativas caem 26% em 11 anos
Nos últimos 11 anos, a Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ) conseguiu reduzir em 26% as despesas administrativas, ou seja, os custos com a gestão dos investimentos e dos planos de benefícios, que caíram de R$ 512 milhões, em 2013, para R$ 378 milhões, em 2023.
“Com isso, a Previ se consolida com o menor custo para a gestão dela própria e dos planos de benefícios em todo o mercado”, explica o diretor eleito de Administração da Previ, Márcio de Souza. “Segundo o último relatório de despesas administrativas da Previc [órgão fiscalizador das entidades fechadas de previdência complementar], o percentual das despesas sobre os ativos totais é de apenas 0,13%, o menor do sistema considerando as entidades que realizam a gestão plena dos planos de benefícios”, acrescenta.
Para a coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, essa notícia traz mais segurança para as trabalhadoras e trabalhadores do BB, associados à Previ.
“A gestão correta dos recursos, e isso inclui dos investimentos e dos planos de benefícios, significa garantir um benefício maior para os futuros aposentados e pensionistas do Previ Futuro e manutenção do equilíbrio dos atuais aposentados e pensionistas do Plano 1, porque, graças a essa eficiência administrativa, desde 2010 a Previ reduziu a taxa de carregamento de 6% para 3,5%”, explica.
Taxa de carregamento é a cobrança percentual realizada sobre as contribuições mensais em um plano de previdência, por isso a sua redução tem impacto direto no saldo de contas das associadas e associados que estão na fase de acumulação e no equilíbrio dos planos no geral.
Modelo de gestão
“A Previ é uma entidade de 120 anos, com um patrimônio de R$ 288 bilhões e mais de 197 mil associados, o que faz dela a maior entidade fechada do país é um dos maiores fundos de pensão da América Latina. Isso só foi possível, por conta do modelo de gestão, que conta com a participação dos próprios associados, eleitos periodicamente, para cargos nas diretorias e nos conselhos, e que são funcionários do Banco do Brasil, com experiência na área de mercado e finanças”, reforça Fernanda Lopes.
Além da queda nos custos administrativos, ela destaca, como resultado do modelo de gestão, os resultados positivos alcançados pela entidade. Em 2023, a Previ fechou o Plano 1 com superávit de R$ 14,5 bilhões e rentabilidade de 13,5% ao ano (a.a.), o melhor resultado dos últimos dez anos. Enquanto o Previ Futuro registrou em 2023 rentabilidade de 16,1%, alcançando R$ 32,8 bilhões em ativos totais.
Leia também:
> Eleições Previ: Sindicato apoia e orienta o voto na Chapa 1 “Previ para os associados”
“Com isso, a Previ se consolida com o menor custo para a gestão dela própria e dos planos de benefícios em todo o mercado”, explica o diretor eleito de Administração da Previ, Márcio de Souza. “Segundo o último relatório de despesas administrativas da Previc [órgão fiscalizador das entidades fechadas de previdência complementar], o percentual das despesas sobre os ativos totais é de apenas 0,13%, o menor do sistema considerando as entidades que realizam a gestão plena dos planos de benefícios”, acrescenta.
Para a coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, essa notícia traz mais segurança para as trabalhadoras e trabalhadores do BB, associados à Previ.
“A gestão correta dos recursos, e isso inclui dos investimentos e dos planos de benefícios, significa garantir um benefício maior para os futuros aposentados e pensionistas do Previ Futuro e manutenção do equilíbrio dos atuais aposentados e pensionistas do Plano 1, porque, graças a essa eficiência administrativa, desde 2010 a Previ reduziu a taxa de carregamento de 6% para 3,5%”, explica.
Taxa de carregamento é a cobrança percentual realizada sobre as contribuições mensais em um plano de previdência, por isso a sua redução tem impacto direto no saldo de contas das associadas e associados que estão na fase de acumulação e no equilíbrio dos planos no geral.
Modelo de gestão
“A Previ é uma entidade de 120 anos, com um patrimônio de R$ 288 bilhões e mais de 197 mil associados, o que faz dela a maior entidade fechada do país é um dos maiores fundos de pensão da América Latina. Isso só foi possível, por conta do modelo de gestão, que conta com a participação dos próprios associados, eleitos periodicamente, para cargos nas diretorias e nos conselhos, e que são funcionários do Banco do Brasil, com experiência na área de mercado e finanças”, reforça Fernanda Lopes.
Além da queda nos custos administrativos, ela destaca, como resultado do modelo de gestão, os resultados positivos alcançados pela entidade. Em 2023, a Previ fechou o Plano 1 com superávit de R$ 14,5 bilhões e rentabilidade de 13,5% ao ano (a.a.), o melhor resultado dos últimos dez anos. Enquanto o Previ Futuro registrou em 2023 rentabilidade de 16,1%, alcançando R$ 32,8 bilhões em ativos totais.
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