01/03/2024
Comissão do Senado aprova proibição do uso de banheiro com base na identidade de gênero em escolas
A Comissão de Direitos Humanos do Senado Federal aprovou, em votação simbólica, o Projeto de Lei 1.838/23 , para proibir nas escolas o uso de banheiro e vestiário destinados a sexo diferente daquele de nascimento do usuário. A mudança se daria a partir da alteração nas disposições do Estatuto da Criança e do Adolescente sobre a questão (artigos 53-B e 245). A proposta, de iniciativa do parlamentar ultraconservador Magno Malta (PL-ES), com parecer favorável do relator Zequinha Marinho (Podemos-PA), seguiu para a Comissão de Educação, Cultura e Esporte da Casa, na quarta-feira (28).
Para a secretária da Juventude da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Bianca Garbelini, a Bia, “essa ideia atrasada, de impedir que pessoas trans possam usar o banheiro conforme sua identidade, ataca a dignidade e até a segurança da pessoa, porque, em algumas situações, ao entrar em banheiros destinado ao sexo designado no nascimento, ela corre riscos de ser hostilizada e agredida”.
Bia, que também é militante pelos direitos da comunidade LGBTQIA+, pontua ainda que “a ala ultraconservadora do Congresso Nacional tem trabalhado com essas pautas de terrorismo moral, para realmente inviabilizar políticas progressistas, que têm o apoio do atual governo, e para isso eles focam na retirada de direitos de minorias. Esse projeto é transfóbico, e precisamos lutar contra ele, para termos direitos básicos garantidos.”
A secretária de Políticas Sociais da Contraf-CUT, Elaine Cutis, lembra que o movimento sindical bancário historicamente atua em várias frentes contra qualquer forma de discriminação social. “Seja no ramo financeiro ou em outro ambiente da sociedade, temos tradição de luta contra todo tipo de preconceito. Então, também temos o compromisso de manifestarmos contra essa proposta transfóbica, que representa um atraso para o Brasil; o Estatuto da Criança é reconhecido no mundo todo pelas suas qualidades, não vamos admitir esse retrocesso”, afirma.
O projeto ainda tem vários estágios antes de virar lei. Depois de passar pela Comissão de Educação, terá de ser aprovado no plenário do Senado. Só então a matéria será enviada para a Câmara dos Deputados, que inicia processo semelhante, com tramitação em comissões antes da apreciação pelo plenário. “Temos tempo para trabalhar pela derrubada dessa proposta lamentável, e estaremos somando todas as ações no sentido de evitar esse tipo de retrocesso”, completa Elaine.
No momento, qualquer cidadão já pode se posicionar contra PL 1.838/23, pela enquete oficial do site do Senado Federal. Acesse o link e vote NÃO (tecla vermelha).
Para a secretária da Juventude da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Bianca Garbelini, a Bia, “essa ideia atrasada, de impedir que pessoas trans possam usar o banheiro conforme sua identidade, ataca a dignidade e até a segurança da pessoa, porque, em algumas situações, ao entrar em banheiros destinado ao sexo designado no nascimento, ela corre riscos de ser hostilizada e agredida”.
Bia, que também é militante pelos direitos da comunidade LGBTQIA+, pontua ainda que “a ala ultraconservadora do Congresso Nacional tem trabalhado com essas pautas de terrorismo moral, para realmente inviabilizar políticas progressistas, que têm o apoio do atual governo, e para isso eles focam na retirada de direitos de minorias. Esse projeto é transfóbico, e precisamos lutar contra ele, para termos direitos básicos garantidos.”
A secretária de Políticas Sociais da Contraf-CUT, Elaine Cutis, lembra que o movimento sindical bancário historicamente atua em várias frentes contra qualquer forma de discriminação social. “Seja no ramo financeiro ou em outro ambiente da sociedade, temos tradição de luta contra todo tipo de preconceito. Então, também temos o compromisso de manifestarmos contra essa proposta transfóbica, que representa um atraso para o Brasil; o Estatuto da Criança é reconhecido no mundo todo pelas suas qualidades, não vamos admitir esse retrocesso”, afirma.
O projeto ainda tem vários estágios antes de virar lei. Depois de passar pela Comissão de Educação, terá de ser aprovado no plenário do Senado. Só então a matéria será enviada para a Câmara dos Deputados, que inicia processo semelhante, com tramitação em comissões antes da apreciação pelo plenário. “Temos tempo para trabalhar pela derrubada dessa proposta lamentável, e estaremos somando todas as ações no sentido de evitar esse tipo de retrocesso”, completa Elaine.
No momento, qualquer cidadão já pode se posicionar contra PL 1.838/23, pela enquete oficial do site do Senado Federal. Acesse o link e vote NÃO (tecla vermelha).
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- PLR 2025: bancos confirmam datas de pagamento da segunda parcela
- SantanderPrevi abre prazo para alteração do perfil de investimento até 24 de março
- AGO Cabesp: Últimas horas para registrar seu voto; votação acaba às 12h desta segunda-feira (23)!
- Reforma Administrativa perde força, dificultando a votação da PEC 38/2025 em 2026
- CNBB lança Campanha da Fraternidade 2026. Tema deste ano é o direito à moradia digna
- Fabi Uehara: experiência e compromisso para manter a voz dos empregados no CA
- Nota de Solidariedade da CUT às Centrais Sindicais da Argentina
- AGO judicializada acarreta em mudança na orientação de voto das entidades
- AGO: Presidente da Cabesp faz manobra descabida, confronta Estatuto, e impede voto sobre prestação de contas
- Nova NR-1 passa a valer em maio; mudança é avanço, mas erra ao não prever participação dos trabalhadores
- Conquista do Sindicato: Mais 310 mulheres se formam com bolsas do projeto Mais Mulheres na TI
- PLR do Bradesco será paga no dia 27 de fevereiro
- Banco Mercantil pagará segunda parcela da PLR no dia 4 de março
- Fique atento ao horário especial de funcionamento do Sindicato no Carnaval
- Sindicato, empregados e demais entidades sindicais apoiam candidatura de Fabiana Uehara para o CA da Caixa