18/12/2023
Bancários participam da 5ª Conferência Nacional de Saúde Mental Domingos Sávio
Foi realizada entre os dias 11 e 14 de dezembro, em Brasília, treze anos após a sua última edição, a 5ª Conferência Nacional de Saúde Mental Domingos Sávio. O Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região esteve representado no evento pela Fetec-CUT/SP (Federação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito de São Paulo), federação a qual a entidade é filiada.
A Conferência teve como tema central “A política de Saúde Mental como Direito: pela defesa do cuidado em liberdade, rumo a avanços e garantia dos serviços de atenção psicossocial no SUS”, e debateu propostas para a Política Nacional de Saúde Mental e o fortalecimento de políticas públicas voltadas para a saúde mental.
Tiveram destaque nos debates a luta antimanicomial; o fim das comunidades terapêuticas; a defesa do SUS e melhorias para seus usuários.
“As Conferências são eventos importantes, que fomentam o debate sobre o tema, com trocas de experiências, estudos e análises. E abrem, assim, espaço para que se faça uma reflexão crítica e profunda sobre a conjuntura psicossocial da classe trabalhadora, além de pensar em soluções para as chamadas “modernas” ferramentas de gestão e as novas formas de organização do trabalho, sobretudo no ramo financeiro, que comprovadamente geram profundo sofrimento mental à nossa categoria. Saúde é um direito do trabalhador e adoecer pelo trabalho não deve ser normal. A vida acima do lucro sempre!”, ressaltou o diretor de Saúde, Condições de Trabalho e Assuntos Jurídicos do Sindicato, Luiz Eduardo de M. Freire.
Na avaliação de Sadam, que participou recentemente da Conferência Livre Nacional de Saúde Mental e Trabalho - organizada pela Fundacentro e daConferência Livre de Saúde Mental - organizada pelo SindBancários Porto Alegre e Região e a Fetrafi-RS, é fundamental estabelecer um espaço permanente de discussão sobre o tema, que tem gerado uma preocupação constante pelos altos índices que apresenta de afastamentos por doenças psicossomáticas, trabalhadores que precisam fazer uso de medicamentos controlados em decorrência do trabalho e até mesmo suicídio.
Organizada pelo Conselho Nacional de Saúde NS e pelo Departamento de Saúde Mental, Álcool e outras Drogas do Ministério da Saúde, a Conferência reuniu cerca de 2 mil pessoas.
A Conferência teve como tema central “A política de Saúde Mental como Direito: pela defesa do cuidado em liberdade, rumo a avanços e garantia dos serviços de atenção psicossocial no SUS”, e debateu propostas para a Política Nacional de Saúde Mental e o fortalecimento de políticas públicas voltadas para a saúde mental.
Tiveram destaque nos debates a luta antimanicomial; o fim das comunidades terapêuticas; a defesa do SUS e melhorias para seus usuários.
“As Conferências são eventos importantes, que fomentam o debate sobre o tema, com trocas de experiências, estudos e análises. E abrem, assim, espaço para que se faça uma reflexão crítica e profunda sobre a conjuntura psicossocial da classe trabalhadora, além de pensar em soluções para as chamadas “modernas” ferramentas de gestão e as novas formas de organização do trabalho, sobretudo no ramo financeiro, que comprovadamente geram profundo sofrimento mental à nossa categoria. Saúde é um direito do trabalhador e adoecer pelo trabalho não deve ser normal. A vida acima do lucro sempre!”, ressaltou o diretor de Saúde, Condições de Trabalho e Assuntos Jurídicos do Sindicato, Luiz Eduardo de M. Freire.
Na avaliação de Sadam, que participou recentemente da Conferência Livre Nacional de Saúde Mental e Trabalho - organizada pela Fundacentro e daConferência Livre de Saúde Mental - organizada pelo SindBancários Porto Alegre e Região e a Fetrafi-RS, é fundamental estabelecer um espaço permanente de discussão sobre o tema, que tem gerado uma preocupação constante pelos altos índices que apresenta de afastamentos por doenças psicossomáticas, trabalhadores que precisam fazer uso de medicamentos controlados em decorrência do trabalho e até mesmo suicídio.
Organizada pelo Conselho Nacional de Saúde NS e pelo Departamento de Saúde Mental, Álcool e outras Drogas do Ministério da Saúde, a Conferência reuniu cerca de 2 mil pessoas.
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