29/11/2023
Movimento sindical realiza ato nesta quarta-feira (29) contra a medida que limita custeio das estatais aos planos de saúde
As entidades sindicais e representativas dos trabalhadores das estatais farão um ato, nesta quarta-feira (29), pela revogação da CGPAR 42 (Resolução da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União).
“Essa é mais uma frente de luta para tornar justas as negociações sobre o plano de saúde. Hoje, já entramos nas negociações perdendo, pois as empresas barram nossas reivindicações com a justificativa da CGPAR”, destacou Sergio Takemoto, presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae).
O ato será às 10h, em frente ao Ministério de Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), em Brasília. “Estivemos no MGI na última semana e infelizmente o tratamento do governo a esta causa sobre a saúde dos trabalhadores tem sido muito ruim. Portanto, a participação neste ato será fundamental para fortalecer a nossa mobilização”, acrescentou.
"Entre outros prejuízos aos trabalhadores de empresas públicas, a resolução busca estabelecer novamente limite de 50% no custeio dos planos de saúde dos funcionários por empresas públicas, algo já derrotado com a derrubada da CGPAR 23. O Saúde Caixa é uma conquista dos trabalhadores e deve ser para todos, como está no nosso Acordo Coletivo. Estamos no meio das negociações para a renovação do novo ACT. Não vamos permitir que haja retrocessos nos direitos dos trabalhadores", destacou o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Antônio Júlio Gonçalves Neto.
Além da limitação do custeio aos planos de saúde, a CGPAR estabelece regras para os regulamentos internos e plano de cargos e salários das estatais. Um dos pontos da medida é o impedimento da incorporação da gratificação de cargo em comissão ou de função gratificada na remuneração de seus empregados.
A Resolução 49 da CGPAR altera a 42, permitindo em novos acordos coletivos a reprodução de cláusulas anteriores, firmadas antes da edição da CGPAR 42. Entretanto, a mudança não resolve a questão, pois não autoriza que novos acordos sejam feitos contrariando os termos da medida, impedindo a garantia da liberdade do direito à negociação entre empresas e sindicatos.
“Essa é mais uma frente de luta para tornar justas as negociações sobre o plano de saúde. Hoje, já entramos nas negociações perdendo, pois as empresas barram nossas reivindicações com a justificativa da CGPAR”, destacou Sergio Takemoto, presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae).
O ato será às 10h, em frente ao Ministério de Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), em Brasília. “Estivemos no MGI na última semana e infelizmente o tratamento do governo a esta causa sobre a saúde dos trabalhadores tem sido muito ruim. Portanto, a participação neste ato será fundamental para fortalecer a nossa mobilização”, acrescentou.
"Entre outros prejuízos aos trabalhadores de empresas públicas, a resolução busca estabelecer novamente limite de 50% no custeio dos planos de saúde dos funcionários por empresas públicas, algo já derrotado com a derrubada da CGPAR 23. O Saúde Caixa é uma conquista dos trabalhadores e deve ser para todos, como está no nosso Acordo Coletivo. Estamos no meio das negociações para a renovação do novo ACT. Não vamos permitir que haja retrocessos nos direitos dos trabalhadores", destacou o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Antônio Júlio Gonçalves Neto.
Além da limitação do custeio aos planos de saúde, a CGPAR estabelece regras para os regulamentos internos e plano de cargos e salários das estatais. Um dos pontos da medida é o impedimento da incorporação da gratificação de cargo em comissão ou de função gratificada na remuneração de seus empregados.
A Resolução 49 da CGPAR altera a 42, permitindo em novos acordos coletivos a reprodução de cláusulas anteriores, firmadas antes da edição da CGPAR 42. Entretanto, a mudança não resolve a questão, pois não autoriza que novos acordos sejam feitos contrariando os termos da medida, impedindo a garantia da liberdade do direito à negociação entre empresas e sindicatos.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- CUT convoca mobilização nacional no dia 10 de agosto pelo fim da escala 6x1
- Financiários definem prioridades para a Campanha Nacional 2026
- Banco Central reduz Selic para 14% ao ano, mas juros seguem elevados e favorecendo apenas o mercado financeiro
- Santander tenta intimidar Previc na Justiça para se eximir de obrigações com o Banesprev
- Economus: Diálogo com conselheiros resulta em propostas de melhorias no processo de autorização para exames
- Conferência Nacional dos Financiários começa com debate sobre perfil da categoria, saúde e prioridades da Campanha Nacional 2026
- Mobilização ganha força nas agências e recado aos bancos é claro: a categoria exige valorização!
- BB perde a oportunidade de apresentar respostas às reivindicações dos trabalhadores
- Saúde Caixa: Banco apresenta proposta que chega a dobrar mensalidade
- Após pressão sindical, Itaú confirma vigilantes em todos os Espaços Itaú de Negócios até outubro
- Campanha Nacional: bancos se comprometem a apresentar proposta geral às reivindicações da categoria no dia 13
- Super Caixa precisa ser negociado e reconhecer o trabalho de todo o quadro de pessoal do banco
- CEBB cobra avanços para funcionários do Banco do Brasil em negociação nesta quarta-feira (5)
- Campanha Nacional Unificada das bancárias e dos bancários entra em fase decisiva
- Bancos lucram mais com digitalização, mas clientes e trabalhadores pagam a conta