04/09/2023
Sindicato participa de reunião do Coletivo Estadual do BB da Fetec-CUT/SP
Na manhã da última quinta-feira (31), o Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, representado pelo diretor Luis Eduardo de M. Freire (Sadam) participou de reunião do coletivo estadual do BB da Fetec-CUT/SP com o representante da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB).
O encontro coordenado pela secretária-geral da Fetec-CUT/SP, Ana Lúcia Ramos Pinto, e realizado na sede da Federação teve como objetivo debater a questão dos caixas/PSO, atualizar os dados sobre a situação do Economus e apresentar o novo sistema do BB para soluções comportamentais nos chamados ‘desvios leves’.
"É de suma importância os encontros dos coletivos para que possamos munir e atualizar nossos dirigentes com informações detalhadas sobre cada banco e, consequentemente, para que a categoria também se aproprie desses temas e compreenda a relevância de cada ação dos sindicatos", destacou Ana Lúcia.
O novo canal de soluções éticas do BB, voltado para comportamentos considerados inadequados mas de baixo potencial, inclui estímulo à cultura do diálogo no intuito de manter a saúde organizacional e reforçar os laços de confiança no ambiente de trabalho, com destaque para a formação dos gestores, que devem atuar de forma orientada e preventiva, sem gerar impacto na carreira dos profissionais.
Getúlio Maciel, representante da Fetec-CUT/SP no CEEB, informa que os sindicatos vão acompanhar essas demandas dentro das agências para que haja de fato a implementação do programa e, principalmente, para que os gestores conduzam o sistema sem prejudicar os trabalhadores.
‘"É, sem dúvida, uma ação positiva, mas temos ciência de que há gestores sem esse entendimento e que se utilizam do desvio de conduta como forma de ameaçar e assediar o trabalhador", ressaltou Getúlio.
O que o banco considera desvios leves?
O encontro coordenado pela secretária-geral da Fetec-CUT/SP, Ana Lúcia Ramos Pinto, e realizado na sede da Federação teve como objetivo debater a questão dos caixas/PSO, atualizar os dados sobre a situação do Economus e apresentar o novo sistema do BB para soluções comportamentais nos chamados ‘desvios leves’.
"É de suma importância os encontros dos coletivos para que possamos munir e atualizar nossos dirigentes com informações detalhadas sobre cada banco e, consequentemente, para que a categoria também se aproprie desses temas e compreenda a relevância de cada ação dos sindicatos", destacou Ana Lúcia.
O novo canal de soluções éticas do BB, voltado para comportamentos considerados inadequados mas de baixo potencial, inclui estímulo à cultura do diálogo no intuito de manter a saúde organizacional e reforçar os laços de confiança no ambiente de trabalho, com destaque para a formação dos gestores, que devem atuar de forma orientada e preventiva, sem gerar impacto na carreira dos profissionais.
Getúlio Maciel, representante da Fetec-CUT/SP no CEEB, informa que os sindicatos vão acompanhar essas demandas dentro das agências para que haja de fato a implementação do programa e, principalmente, para que os gestores conduzam o sistema sem prejudicar os trabalhadores.
‘"É, sem dúvida, uma ação positiva, mas temos ciência de que há gestores sem esse entendimento e que se utilizam do desvio de conduta como forma de ameaçar e assediar o trabalhador", ressaltou Getúlio.
O que o banco considera desvios leves?
- Descortesia – comunicação violenta com clientes, colegas, parceiros, terceirizados etc.
- Descumprimento de jornada de trabalho – não observância recorrente das regras de jornada de trabalho, mesmo após orientações.
- Postura inadequada – prática de atividades pessoais fora do interesse do serviço; envio de mensagens inadequadas; disseminação de ideologia partidária nas dependências do banco, subterfúgios em processos internos de encarreiramento e formação etc.
Contra a extinção dos caixas
Para além da luta contra a extinção dos caixas, defendida pelo banco, o coletivo também ressalta a necessidade de um plano de carreira para os trabalhadores das PSOs, com incorporação definitiva de gratificação e mais contratações.
"Mesmo havendo pontos positivos na proposta do banco, como encarreiramento, treinamento e oportunidades, já indicamos que não vamos aceitar a extinção dos caixas", informou o representante da Fetec-CUT/SP no CEEB, lembrando que em muitos locais os caixas continuam sendo extremamente necessários.
Economus
Embora o Coletivo Estadual avalie como positiva a mudança na direção do banco, fica evidente a preocupação com a situação dos funcionários incorporados, sobretudo no que se refere ao plano de saúde dos aposentados.
Para tanto, o CEBB já acordou com o banco a implementação de um GT especial que terá, entre outras ações, informar os trabalhadores egressos da Nossa Caixa sobre a possibilidade de optar pela Cassi ou Previ.
"A situação dos trabalhadores egressos da Nossa Caixa e de bancos incorporados no geral é delicada, haja vista o Economus estar numa situação financeira que requer bastante atenção pelo descaso de gestões passadas. Por isso, queremos que o banco regularize essa situação e que venha com propostas efetivas junto à categoria e o movimento sindical de forma que todos esses trabalhadores possam ter acesso à assistência de saúde e previdência de qualidade", concluiu Getúlio.
Para além da luta contra a extinção dos caixas, defendida pelo banco, o coletivo também ressalta a necessidade de um plano de carreira para os trabalhadores das PSOs, com incorporação definitiva de gratificação e mais contratações.
"Mesmo havendo pontos positivos na proposta do banco, como encarreiramento, treinamento e oportunidades, já indicamos que não vamos aceitar a extinção dos caixas", informou o representante da Fetec-CUT/SP no CEEB, lembrando que em muitos locais os caixas continuam sendo extremamente necessários.
Economus
Embora o Coletivo Estadual avalie como positiva a mudança na direção do banco, fica evidente a preocupação com a situação dos funcionários incorporados, sobretudo no que se refere ao plano de saúde dos aposentados.
Para tanto, o CEBB já acordou com o banco a implementação de um GT especial que terá, entre outras ações, informar os trabalhadores egressos da Nossa Caixa sobre a possibilidade de optar pela Cassi ou Previ.
"A situação dos trabalhadores egressos da Nossa Caixa e de bancos incorporados no geral é delicada, haja vista o Economus estar numa situação financeira que requer bastante atenção pelo descaso de gestões passadas. Por isso, queremos que o banco regularize essa situação e que venha com propostas efetivas junto à categoria e o movimento sindical de forma que todos esses trabalhadores possam ter acesso à assistência de saúde e previdência de qualidade", concluiu Getúlio.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Em assembleia, bancários do Mercantil aprovam renovação do acordo de PLR
- Negociação da Cassi avança com proposta de aporte de R$ 2,288 bilhões
- Santander lucra R$ 9,7 bilhões, mas fecha quase 6 mil postos de trabalho
- INSS alerta para golpes que usam informação falsa sobre biometria
- Consumo de alimentos cresce após proibição das bets no país, diz Abras
- Mercantil antecipa pagamento da 13ª cesta-alimentação para esta sexta (30)
- COE Itaú cobra avanços em teletrabalho, monitoramento digital e condições de trabalho na renovação do Acordo Coletivo
- Caixa pública é patrimônio do Brasil e instrumento estratégico de desenvolvimento
- Itaú anuncia compra de startup de inteligência artificial por R$ 2,925 bilhões
- Bradesco lucra R$ 20,9 bilhões e fecha 3,2 mil postos de trabalho bancário em um ano
- Sindicato convoca bancários do Mercantil para deliberar ACT da PLR. Confira o edital
- NOTA DE PESAR: Rosângela de Farias Silva Lorenzetti
- A esperança venceu com a energia das ruas para construir o futuro
- Nota de Pesar: Sindicato dos Bancários de Catanduva e região lamenta a morte de Maria Heloísa Pereira Marcos
- "Tesouraço" de Flávio eliminaria até 2,2 milhões de empregos e impactaria PIB negativamente em 1,55%, diz Dieese